O computador trava, o suporte já interveio três vezes sem sucesso e a Dell se recusa a trocar a minha máquina por causa da “política interna da empresa”

Quando eu resolvi comprar um notebook Dell foi pensando na credibilidade da marca – vou comprar uma máquina de grife para não me aborrecer – pensei, e hoje, dois meses depois, posso dizer que nunca mais vou comprar nem um mousepad que seja, da negligente e burocrática Dell.
Esperei o longo prazo entre a compra onLine e a entrega do produto numa boa, afinal eles vão montar a minha máquina e testa-la, vai valer a pena pois vai chegar um poderoso notebook i5 de um terabyte de HD, que vai tornar a minha vida muito mais eficiente.
A máquina chegou, comecei a usa-la, e não demorei a perceber que ela travava sistematicamente. Da primeira vez eu estava dando um resize em um arquivo de imagem muito grande e pesado, e achei que tinha pegado pesado com a máquina, já que ela só tinha 4 gigabytes de ram, e deixei passar, mas uma semana depois liguei a máquina para acessar o internet e já ao ligar o Google Chrome ela travou feio e deu boot sozinha com checkdisk (!!!). Não havia mais dúvida para mim que a máquina estava com defeito.
Com algo como duas semanas de uso eu liguei para a Dell e o gentil atendente me disse que pela minha descrição a falha era do Windows, e me orientou a formatar o HD e retornar a máquina para as configurações de fábrica. Eu fiz, e voltei a usar a máquina cheio de esperança de que o problema estivesse resolvido, mas não, ela não demorou a travar novamente. Tudo indicava que o problema era mesmo de hardware.
Telefonei novamente para o suporte da Dell e pedi que me trocassem a máquina, pois precisava muito começar a trabalhar com ela logo de uma vez, ao que o atendente me respondeu que a Dell não trocava máquinas depois de o prazo de uma semana ter se passado, independente de qual o problema que ela apresente. Essa informação me deixou muito chateado, pois não refletia a segurança e tranquilidade que me foi passada pelo primeiro atendente que havia falado comigo a algo como uma semana atrás. Eu teria que me dar por satisfeito com a visita de um técnico da Dell à minha residência, mas essa visita não poderia ser agendada naquele momento, em vez disso eu teria de esperar por cinco dias úteis para que a Dell me telefonasse para agendar o meu atendimento domiciliar, onde seria trocada a placa-mãe do meu computador. Se eu precisava da máquina o mais rápido possível para trabalhar, isso obviamente não era problema da Dell.
A esse momento a minha avaliação do atendimento da Dell já tendia a zero.
Esperei o contato da Dell, afinal nada mais me restava fazer, e marquei para quinta passada a visita do técnico. Nesse meio tempo, em uma das travadas do computador, o meu mouse Microsoft Wireless USB de cento e poucos reais pifou, o que comuniquei a Dell, que prontamente me deu a solução: “provável coincidência”.
A visita foi muito simples. O técnico chegou na minha casa, puxou da bolsa um pente de memória ram para trocar pelo da minha máquina. Eu perguntei pela placa-mãe que o atendente me disse que ele iria trocar, e o técnico disse que tinha sido orientado a trocar apenas a memória ram. “Mas nem um HD novo você trouxe?” eu perguntei… ele trocou a memória, testou a máquina por meia hora e foi-se embora. Uma hora depois disso a máquina já estava travando novamente. Liguei de novo para a Dell que desta vez já marcou imediatamente uma nova visita, para segunda-feira.
Segunda-feira, 11h, e chega o mesmo técnico da Dell, o simpático Alexandre, desta vez com uma placa-mãe nova para substituír a que estava em minha máquina. Ele fez, e já no primeiro teste o micro travou de novo. E de novo. E perguntei pelo meu mouse, e o diagnóstico “coincidência” continuava predominante, e se foi, me orientando a aguardar novo contato da Dell.
Hoje escrevo esse post, esperando mais cinco dias úteis que a Dell me deu para o “time superior” analisar o meu problema e mandar novas peças para o Alexandre trocar na minha máquina, que continua a dois meses como peso de papel na minha mesa.
Era muito, mas muito mais fácil ter trocado a minha máquina logo no primeiro momento. Eu estava feliz, trabalhando com o meu lindo notebook i5, meus clientes satisfeitos com os prazos cumpridos, e a Dell com um cliente feliz. Nada disso vale para a Dell. A burocracia e a negligência falam mais alto. Adeus, Dell.

Compramos aqui pra casa um superfogão Electrolux de dois fornos, lindo, Inox, e caro, R$ 1638,90, um senhor investimento na nossa cozinha.
Roberta gosta de fazer bolo e com dois fornos poderia fazer um bolo em cada forno, ou um bolo em um e um javali no outro, enfim, poderia usar dois fornos ao mesmo tempo, como sugere a propaganda e a própria existência de dois fornos em um único fogão.
Só que não demorou para descobrirmos que é impossível usar os dois fornos ao mesmo tempo, pois quando o forno de baixo é aceso o forno de cima é sufocado e apaga.
Chamamos a assistência técnica, que veio com uma solução esdrúxula, algo como ter que deixar o forno de baixo aberto por dez segundos antes de acender o de cima, e que o problema está acontecendo por que não lemos a página 8 do manual, mas mexeu em uns parafusos lá e disse que o problema não aconteceria mais.
Mais um tempinho se passou até que fomos novamente tentar usar os dois fornos ao mesmo tempo. Aconteceu exatamente o mesmo problema, e chamamos a assistência técnica de novo, que disse que o produto não tem defeito nenhum, que o funcionamento do fogão está correto.
Mas e a história de que tem que abrir a tampa de cima para ligar o de baixo? E se eu já estiver assando alguma coisa em cima? Tenho que abrir para esfriar o forno e solar o meu bolo? Isso é gambiarra! É inadmissível vocês me venderem um produto premium que sai da fábrica precisando de gambiarra pra funcionar!
E foi isso, o cara foi embora, o problema continua, e eu comecei a telefonar para a Electrolux para que viessem à minha casa não para mexer inutilmente no meu fogão ou para me dar instruções igualmente inúteis de como opera-lo.
Se eu precisar fazer gambiarra para usar meu fogão novinho que custou caro pra caramba, por que ele tem um erro de projeto, então eu não quero o produto, que venham à minha casa pela última vez, para levar o fogão embora e me devolverem o meu dinheiro, ou trocar o fogão por outro modelo que funcione.
A última resposta que eu recebi foi hoje de manhã, de que eles não devolveriam o meu dinheiro, não trocariam o produto e que se viesse alguém à minha casa novamente, a visita seria cobrada, mesmo o produto ainda estando na garantia, pois o produto não tem defeito nenhum.
É mole?
Que botequim essa Eletrolux, viu…
Que faço eu agora?
Ou sento no meio-fio e choro ou processo a Electrolux.
Ei, Eletrolux, se você está lendo isso, por favor, leve esse fogão daqui que não funciona e me devolva o meu dinheiro… e teste mais os seus produtos antes de lança-los no mercado.
Ai, que saco, viu…
Tilt shift.
Não é a primeira vez que vejo essa piada, e não é em todas as cenas que o Tilt Shift realmente “dá onda”, mas é uma gracinha de filme, e é sempre gostoso fazer uma cidade de verdade parecer de brinquedo… sei lá, massageia as retinas…
MiniLook Kiev from threeshot on Vimeo.
Via Fubiz
Incrível!
Fazia tempo que eu não via alguma coisa que prestasse nesse blog…
O Rio de Janeiro se vira muito bem sem ele.


Perdão, mas creio que o Sr. errou de edifício.

Heinz: It’s automatic
Via BoingBoing