Caramba, que mexida infeliz do Cuca no intervalo!
O Botafogo tava com o jogo na mão, massacrando o Flamengo, daí o Cuca resolveu ficar retrancado esperando para fazer contra-ataque durante todo o segundo tempo.
45 minutos fazendo cera?
Daí o Botafogo, que estava jogando um futebol alegre e envolvente, se encolheu na defesa e passou a levar o maior sufoco… sumiu.
Bem feito.
Eles estão pensando que estão jogando com quem?
Bom para o Flamengo, que encontrou o seu futebol e jogou um excelente segundo tempo, adquirindo confiança e acordando a sua maravilhosa e lindísisma torcida.
Agora não tem mais jeito.
Botafogo jogou fora a sua chance.
Domingo que vem tem mengão campeão.
Foto: Globo OnLine

O Airbus A321-131 da Lufthansa,…
…o Boeing 737-823 da American,…
…o Airbus A319-132 da Scandinavian,…
…o Airbus A319-114 da Air Canadá,…
…e o 707-138B da Travolta’s, digo, Qantas.
Bacana essa iniciativa.
Para comemorar o 50º ou 75º, ou seu-lá-qual aniversário, algumas companhias aéreas estão escolhendo alguns dos aviões da sua frota atual e pintando-os que nem antigamente.
Os aviões escolhidos são evidentemente muito mais modernos do que os que voavam com essas plumagens e o resultado é muito interessante.
A Lufthansa pintou um A321 com o mesmo esquema dos antigos 707 que cruzavam o Atlântico 50 anos atrás, a American Airlines tem um moderno 737-800 com a mesma pintura dos DC-3 dos anos 30… A Scandinavian repetiu a maneiríssima pintura do dragão viking, que foi usada até o fim dos anos 60, em um dos seus A319, e a Air Canadá pintou também um 319 com a mesma pintura de 1937, quando se chamava “Trans-Canadá Air Lines”.
Tem também o avião do John Travolta, mas esse, apesar de usar uma pintura old-fashion da Qantas, não segue exatamente à regra, pois não só a pintura, mas o próprio avião, o Boeing 707-138B, é igualmente uma velharia.
Ia ser legal se essa onda pegasse por aqui… poderíamos ver por aí aviões pintados com as cores de companhias que alguns de nós nunca vimos, como a Real e a Pan-Air, ou mesmo de companhias manjadas, como a Cruzeiro, ou os coloridaços pré-1979 da TransBrasil… mas por aqui acho que está mais fácil os aviões voarem só na lata do que receberem pinturas clássicas… ou então propaganda de operadora de celular.
Fontes: Airliners.net, Wikipedia, Archive.com – Webseum of Commercial Aviation
Fotos: Airliners.net
John Travolta é um cara que sabe gastar bem o dinheiro que ganha, viu?
Ele morava em um condomínio que tinha um aeroporto para os moradores, mas estes estavam reclamando muito por causa do barulho do seu Boeing 707.
Pra quem não sabe o Boeing 707 é um avião de 4 turbinas que começou a ser fabricado nos anos 50, famoso por ser beberrão e barulhento.
Então ele resolveu se mudar para uma casa com aeroporto particular, onde ele pode estacionar a vontade seus aviões, que são esse Boeing 707B, com a pintura da Qantas idêntica a do que aparece na primeira página da aventura do Tintim “Vôo 714 para Sidney”, e um jatinho Gulfstream, que tem um adesivo no vidro com a inscrição “My other plane is a 707″.
Hehehe.
Meu ídolo.
Deixar aqui a minha micro-homenagem ao Stephen Hawking.
Flutuando em gravidade zero.
Fiquei emocionadão quando eu vi.
Legal pra caramba.
E pra completar ainda foi dentro de um 727.
Palmas pra ele.






Os BAC One Eleven











Os Boeing 727
Entre 1972 e 1979 os aviões da TransBrasil voavam com as pinturas mais coloridas (e lindas) que eu já vi.
Os aviões eram pintados com duas cores, com combinações que quase nunca se repetiam, e mantinham em comum a logo na cauda e o logotipo na parte posterior da fuselagem, abaixo das janelas.
No ano de 1972, quando a Sadia virou TransBrasil, os BAC One-Eleven da empresa foram pintados com seis temas, que homenageavam algumas das riquezas nacionais, que eram “Café”, “Amazônia”, “Trigo”, “Sol”, “Água” e “Vinho”.
A partir de 1974, chegaram os primeiros Boeing 727-100, que viriam a ser os queridinhos da empresa no transporte de passageiros até a chegada dos 767-200 em 1983 e o posterior fim da sua era, em 1988.
Os 727 iam chegando e sendo pintados com os mesmos temas que os 1-11, mas logo começaram a receber novas combinações de cores, no início supersaturadas, como amarelo, azul, roxo, laranja e rosa, e mais tarde mais discretas, como bege, ocre, verde… alguns aviões chegaram a serem pintados com três combinações diferentes.
Update: As novas cores dos 727s implementadas em 1974 eram de uma família chamada “Energia Colorida”, e faziam referência às diferentes formas de obtenção de energia, como Petrolífera, Solar, Eólica, Cinética…
Em 1979 a TransBrasil teve a pintura dos seus aviões reformulada por outro belíssimo esquema de cor.
A nova pintura era mais discreta, onde a fuselagem era toda branca e a cauda em arco-iris.
As cores das asas dos aviões, dos prefixos e da logo da empresa, que era aplicada como no esquema antigo, na parte da frente da fuselagem abaixo das janelas, variava entre as cores do arco-iris da cauda (tirando o amarelo), fazendo outra referência à identidade anterior.
Em 1998 a empresa teria a última alteração na sua identidade visual, na verdade um redesenho do esquema do arco-iris, abandonando a logo antiga, as variações de cores entre os aviões e trocando a fonte da aplicação do nome, que acabou virando a nova logo da empresa… eu não cheguei a achar feia nova pintura, mas achei um disperdício jogar fora os velhos conceitos que tanto marcaram a emrpesa pelos aeroportos pelo país e fora dele… de qualquer forma é com essas cores que hoje os abandonados aviões da TransBrasil apodrecem pelos aeroportos do país.
Triste fim para uma companhia que sempre foi ousada nos esquemas de cores das suas aeronaves.
E sempre com bom gosto.

Um Bac One Eleven com a pintura “Amazônia”

Outro Bac One Eleven com uma pintura cor-de-rosa estranhíssima

Um Boeing 727-100 com pintura laranja e verde

Outro Boeing 727-100 com pintura amarela e marron

Boeing 727-100 com a pintura de depois de 1979

Boeing 767 com a pintura da última reformulação de 1998 acumulando poeira no aeroporto de Brasília
Fontes: “TransBrasil – An Airline and its aircraft”, de R.E.G. Davies e Boeing 727 Datacenter.
Ilustrações: “TransBrasil – An Airline and its aircraft”, de R.E.G. Davies.
Fotos: Airliners.net.
Parei em em um camelô em frente ao Ponto Frio da Uruguaiana para comprar um controle-remoto para a minha TV.
O ambulante me ofereceu o modelo adequado e disse “temos que testar primeiro”.
Daí ele colocou as pilhas, entrou no Ponto Frio e testou o controle em um dos televisores em exposição… “Funciona”.
Eu ri pra caramba e falei “bem prático”, e ele “vou dar mole?”
Uma saudável relação de cooperação comercial.
Update: Sexta-feita, dia 6/7/2007, o referido controle remoto pifou.
Vou procurar um é na Philips mesmo.
Malandro demais se atrapalha.
Gostaria de agradecer a todos os que compareceram ao chá de fraldas do dia 14, e aos que não compareceram e colaboraram de alguma forma, seja com fraldas, roupinhas, brinquedinhos, bebês-conforto, chiqueirinhos, carrinhos… ou com o bom e velho pensamento positivo, com a breve chegada da nossa filhinha Laura, prevista para o início de junho.

Eu, Roberta e as fraldas

Guigo, Roberta e as fraldas. Não se preocupem pois já estamos procurando uma instituição para o elemento.