
Update: Hoje, 15/9/2007, depois de muita luta, consegui montar o móbile no berço. As pilhas já acabaram. O treco funcionou, sem sacanagem, no máximo 5 minutos. Meu próximo post será sobre as pilhas Eveready. Eles vão ver só.
Mais cedo estava eu conversando com a Anna pelo MSN sobre nenens, e ela me mandou um link do site da Fisher Price Toys, que falava sobre brinquedos recomendados para nenens da idade da minha filha Laura.
Fui no link e descobri que móbile é um dos brinquedos indicados, e minha nenem ganhou um móbile maneiríssimo que estava na caixa dentro do armário.
Lá fui eu montar o móbile para prender no berço da nenem.
O móbile precisa de 4 pilhas grandes para funcionar, e o compartimento de pilhas fica com acesso bastante difícil depois de o móbile montado.
Então eu deixei tudo lá desmontado em cima da cama, peguei a chave da motoca e pensei “vou de motoca comprar as pilhas que aproveito e boto a moto pra funcionar, já que está parada desde antes do nascimento da Laura”.
E fui.
Quando fui ligar a motoca constatei que estava sem um pingo sequer de gasolina no tanque (o condomínio onde eu moro vem sendo assolado por uma epidemia de cleptomania).
Peguei então a chave do carro e fui com ele comprar as pilhas e a gasolina da moto, sendo que para isso eu teria que jogar fora a água que estava dentro do galão atrás do banco do motorista, água esta que servia para ser jogada no radiador quando o carro resolve ferver, coisa que já não acontecia a muito tempo.
Fui no Rio Comprido, joguei a água do galão fora, enchi de gasolina e depois fui comprar as pilhas lá no Vista Alegre, aqui em Santa Teresa mesmo.
Ao entrar no carro com as pilhas e a sensação do dever cumprido, o carro ferveu.
Adotei o procedimento de emergência para quando o carro ferve e não tem água para jogar no radiador, que é o de ligar o ar condicionado, cuja ventoinha faz baixar a temperatura do motor.
Funcionou!
Voltei pra casa monitorando o ponteiro da temperatura no painel, que chegou a baixar do “quase fervendo” para o “quentíssimo”, mas eu não contava com um carro de auto-escola que subiu a ladeira da Equitativa na minha frente, em ritmo de aula de auto-escola.
Daí não teve jeito, o ponteiro foi subindo, subindo, até que a luz vermelha do “Ferveu” acendeu no painel.
Larguei o carro na curva da pracinha e fui tratar de jogar a gasolina no tanque da moto, liga-la depois de inumeras tentativas, depois encher o galão de água, para jogar no radiador do carro, para leva-lo até em casa para enfim terminar de montar o tal do móbile.
Mas quando eu cheguei já tinha em cima da cama, além do móbile desmontado, tinha também mamãe e nenem dormindo, o que me trouxe para frente do meu computador para escrever o conselho básico para os meus leitores que não existem: Se você mora na Equitativa e possui um Polo Classic ’98, tenha sempre DOIS galões atrás do banco do motorista.
Bom, o nome da categoria inaugurada por este post diz tudo.
No fim você ganhou quanto de XP?
Prefira mobiles sem pilhas. Coisas com pilhas, precisam de pilhas, cada vez mais caras. Coisas com pilhas costumam fazer barulhos repetitivos e finalmente coisas com pilha costumam também ficar sem pilhas…
Concordo com o Hans. Devem existir ótimos móbiles sem uso de eletricidade no “mercado”. De qualquer modo, os galões poderiam ter sido subtraídos devido à epidemia clepto.
Surreal, mas tratando-se de Mairus Maichrovicz deve ser mais um dia de seu cotidiano
O móbile da Clara é de corda. Dura uns 30 segundos…
Mas foi presente.
E é maneiríssimo.
Toca músiquinha com barulhinho de porrinhola eletrônica.
Vou botar uma foto… assim que conseguir prende-lo no berço, pois acho que os berços ingleses não usam o sistema métrico…
Sensacional!
Primeiro você me fez lembrar do Henry Sobel – devido a cleptomania – depois me fez lembrar de “Encurralado”, que é um filme de Spielberg.
Se Alexander Calder – o cara dos móbiles – tivesse ascendência semítica, eu te perguntaria qual o papel do judaísmo em sua vida.
=)
Isso não é um móbile, é um chuveiro elétrico disfarçado.
“That’s no moom! Its a space station!!!”
Obi wan Kenobi