Mairus Webber

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2007
Um bom exemplo de efeito dominó
Quarta-feira, 13 de Junho de 2007 - 21:52
Mairus Webber

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Update: Hoje, 15/9/2007, depois de muita luta, consegui montar o móbile no berço. As pilhas já acabaram. O treco funcionou, sem sacanagem, no máximo 5 minutos. Meu próximo post será sobre as pilhas Eveready. Eles vão ver só.

Mais cedo estava eu conversando com a Anna pelo MSN sobre nenens, e ela me mandou um link do site da Fisher Price Toys, que falava sobre brinquedos recomendados para nenens da idade da minha filha Laura.
Fui no link e descobri que móbile é um dos brinquedos indicados, e minha nenem ganhou um móbile maneiríssimo que estava na caixa dentro do armário.
Lá fui eu montar o móbile para prender no berço da nenem.
O móbile precisa de 4 pilhas grandes para funcionar, e o compartimento de pilhas fica com acesso bastante difícil depois de o móbile montado.
Então eu deixei tudo lá desmontado em cima da cama, peguei a chave da motoca e pensei “vou de motoca comprar as pilhas que aproveito e boto a moto pra funcionar, já que está parada desde antes do nascimento da Laura”.
E fui.
Quando fui ligar a motoca constatei que estava sem um pingo sequer de gasolina no tanque (o condomínio onde eu moro vem sendo assolado por uma epidemia de cleptomania).
Peguei então a chave do carro e fui com ele comprar as pilhas e a gasolina da moto, sendo que para isso eu teria que jogar fora a água que estava dentro do galão atrás do banco do motorista, água esta que servia para ser jogada no radiador quando o carro resolve ferver, coisa que já não acontecia a muito tempo.
Fui no Rio Comprido, joguei a água do galão fora, enchi de gasolina e depois fui comprar as pilhas lá no Vista Alegre, aqui em Santa Teresa mesmo.
Ao entrar no carro com as pilhas e a sensação do dever cumprido, o carro ferveu.
Adotei o procedimento de emergência para quando o carro ferve e não tem água para jogar no radiador, que é o de ligar o ar condicionado, cuja ventoinha faz baixar a temperatura do motor.
Funcionou!
Voltei pra casa monitorando o ponteiro da temperatura no painel, que chegou a baixar do “quase fervendo” para o “quentíssimo”, mas eu não contava com um carro de auto-escola que subiu a ladeira da Equitativa na minha frente, em ritmo de aula de auto-escola.
Daí não teve jeito, o ponteiro foi subindo, subindo, até que a luz vermelha do “Ferveu” acendeu no painel.
Larguei o carro na curva da pracinha e fui tratar de jogar a gasolina no tanque da moto, liga-la depois de inumeras tentativas, depois encher o galão de água, para jogar no radiador do carro, para leva-lo até em casa para enfim terminar de montar o tal do móbile.
Mas quando eu cheguei já tinha em cima da cama, além do móbile desmontado, tinha também mamãe e nenem dormindo, o que me trouxe para frente do meu computador para escrever o conselho básico para os meus leitores que não existem: Se você mora na Equitativa e possui um Polo Classic ’98, tenha sempre DOIS galões atrás do banco do motorista.

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9 comentários para “Um bom exemplo de efeito dominó”

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