Como diria o Cristiano, “piada prontinha”.
Mas é isso mesmo.
Ontem estávamos eu e o indivíduo supracitado passeando em um dos lugares mais agradáveis do Rio de Janeiro, o aeroporto do Galeão, quando aproveitei para exercitar meu espírito olímpico, e adquiri, pela bagatela de R$ 16,00 em uma das lojas esportivas do terceiro andar, o mascote dos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, Cauê.
Qual foi a minha decepção quando, ao chegar em casa e retirar o souvenir da embalagem, para então usufruí-lo na companhia da minha família, constatar que o mesmo não se equilibrava sozinho quando sustentado pelos membros inferiores.
Foram exaustivas tentativas para que o bonequinho ficasse em pé, mas o esforço foi em vão.
Cauê insiste em ficar deitado.
Agora só me resta adaptar alguma solução para que o novo habitante do nosso lar permaneça na posição vertical, pois o que não pode é nossa morada ficar privada da sua ensolarada presença.
Se não tiver o fuzil, não dá centro de gravidade…
Esse Cauê, está mais para Caô!
Mas, entrementes, o que estavam a fazer no Hub do Galeão???
Fui pegar o Guigo que chegava da Bahia, e convidei o Cristiano, que mora nas redondezas.
Chegamos uma hora mais cedo para poder visitar a zona morta e dar uma perambulada pelo saguão.
ahhh…
Fomos dar uma visitada nos habitantes do check-in da Gol…
Tenta Viagra…
os da gol pelo menos tem a honra de ocupar o glorioso terminal 1…
Com certeza!
Pobre dos habitantes do check-in da Tam, tem que morar no terminal 2, que pela falta de classe e glamour, eu considero a barra da tijuca dos terminais do Galeão.
Ô, meu caro, mas é tão simples… Os jogos acabaram e agora o Cauê está descansando. Deu mole de só comprar o seu exemplar agora.
(Da série piadas amarelas, como o Cauê.)
Terminal 2 é a Barra dos terminais, concordo.
Deve ser porque esta semana começam os Jogos Parapanamericanos. Esse pode ser uma versão do boneco personalizada ao evento…