Desta vez o churrasco foi para comemorar o aniversário do Joaquim Augusto Bezerra Bento, o Xeré, e eu estava lá pra conferir e fotografar o evento.

Alfonso, Monte, Beto e Casé.

O aniversariante envolto em merchandisings.

Boechat, eu e Jakes, o aniversariante. Atrás, de papagaio-de-pirata, o churrasqueiro argentino, Edgardo.
Quem diria que o Brasil ia ganhar da Argentina… aliás, quem diria que o Brasil não seria goleado pela Argentina ontem na final da Copa América…
O favoritismo acabou com a Argentina.
Não que eles tenham jogado de salto alto, mesmo por que eu nunca vi a Argentina jogar de salto alto.
Mas o Brasil jogou com uma seriedade, que se fosse sempre assim, não era mais necessária a realização de Copas do Mundo, bastava dar logo a taça para o Brasil.
Pobres dos argentinos, ficaram desesperados… eu não sabia que os argentinos tinham tanto medo assim do Brasil.
Esse time “meio-mais-ou-menos” que ganhou a Copa America ontem deu uma lição nos Globe-Trotters de bosta que foram para a copa de 2006, que entravam em campo com a taça a mão entre piadinhas e risinhos com os jogadores do time adversário.
Ronaldinho, vai contar teus milhões, e Kaká, vai tentar tirar da cadeia os pastores da tua igreja Renascer em Cristo e deixem a seleção brasileira pra quem quer honrar aquela camisa.
Aliás, por falar em honrar a camisa, antes tarde do que nunca, Cafú, “100% vila mimosa” é a P.Q.P.

Um 737-200…

…e um 727-100, aviões que dominaram a frota da Cruzeiro nos anos 80.
Sempre tive um carinho especial pelos aviões da Cruzeiro.
Na verdade eu sou suspeito, pois os aviões da Cruzeiro fizeram parte da minha infância.
A verdade é que eu AMO os aviões da Cruzeiro.
Em um 727 da Cruzeiro, quase vazio, vindo de Curitiba para o Rio, eu comi a minha primeira omelete, de frango com ervilhas, das melhores coisas que eu já comi na vida… só fui descobrir que era uma omelete depois de velho, pois na época aquilo foi “alguma daquelas coisas maravilhosas que se come em aviões”.
Quando meu pai ou minha avó viajavam pela Varig, ou pela Cruzeiro, ai deles se não me trouxessem aquela malinha que vinha com o seviço de bordo… com garrafinha de vinho, talheres de plástico, copinho de “plástico-de-avião”, pratinhos de salada, prato principal, paozinho, geleias e toalhas refrescantes, que eu também considerava das coisas mais cheirosas que existiam, assim como as aeromoças, que eram as mulheres mais lindas do mundo.
E eu achava, e acho ainda os aviões da Cruzeiro lindíssimos.
Não eram coloridos como os da TransBrasil, mas eu sempre considerei os aviões da Cruzeiro os mais bonitos, seguidos de perto pela pintura antiga da Varig.
Desde que eu descobri o que era um avião (meados dos anos 70) até o fim da companhia no início dos anos 90, quando foi absorvida pela Varig, a Cruzeiro nunca mudou de identidade visual, o que depõe a favor de seu design.
Eram duas faixas, uma ciam e outra azul, que cobriam toda a extensão da fuselagem e, na parte da frente da fuselagem faziam uma curva para baixo, passndo por baixo do queixo do avião e encontrando-se com a faixa do outro lado.
Na parte de trás, faziam uma curva para cima, encontrando o leme, que era ciam.
Havia também acabamentos para as turbinas, que eram aneis das duas cores da companhia, que ocorriam em todos os modelos de aviões da companhia, que eram os Boeing 737-200 (pelo que eu me lembro, a Cruzeiro nunca chegou a operar com 737-300), nos 727-100 e nos últimos aviões incorporados à sua frota, os Airbus A300.
Na Wikipedia, a informação é de que a Cruzeiro mudou de identidade visual “nos anos 80″, mas eu questiono esta informação, pois ao contrário da TransBrasil, eu não me lembro de ter visto “ao vivo” um avião da Cruzeiro com a identidade visual anterior, e olha que sou rato de terraço panorâmico desde que quando eu ainda “usava calça-curta”.
Mas é isso. Na minha opinião os aviões da Cruzeiro tem sem dúvida nenhuma a melhor identidade visual de todos os tempos dentre as companhias nacionais, e “chega no bolo” dentre as mais bonitas pinturas de aviões de todo o mundo em todos os tempos.
Uma pena não existir algum avião da Cruzeiro em algum museu aeroespacial pelo Brasil a fora.

Um dos Airbus A300, último modelo de avião adquirido pela companhia.

Mais um lindíssimo 737-200 “Super Advanced” da Cruzeiro.

Um 727-100 com o esquema de cor anterior.

Um Caravelle, modelo que nunca chegou a voar com as cores novas
Imagina o que isso não faz na barriga da gente, hein?
Update:
Essa pimenta já está velha e ruim.
Vai direto pro lixo.
Mas eu recomendo este produto, me deu muitas alegrias.
A versão original é no vinagre com cachaça, ou sei lá, depois que acabou, taquei azeite e amassei todas as pimentinhas.
Ficou saborosíssima, mas já bem forte.
Quando ficar desse jeito aí da foto já não tem mais gosto de nada, mas interessante o que ela fez com a pobre tampinha…

Kimi Raikkonen ganhando a corrida.
Hamilton: Ganhou de bandeja aquele terceiro lugar, mas apesar disso, deu o que eu considerei uma inédita demonstração de um pinguinho de falta de humildade, fazendo cara feia no pódium, dando um tchauzinho meio mal-humorado… tomara que não vire mais um seboso como tantos da F1… também, do jeito que enchem a bola do cara…
Corrida de recuperação do Massinha: Muito legal, botou a faca nos dentes e afundou a bota.
Conseguiu chegar a uma posição da que tinha conquistado no grid de largada, o que dá a impressão de que teria dado trabalho para o Kimi.
Em cada corrida deviam sortear um dos 5 primeiros e botar para o final do grid… ou então, como o Cristiano propôs, fazer com que o grid de largada da próxima corrida seja a ordem inversa de chegada da anterior… ou então inverter todo mundo, tipo, quem faz o melhor tempo larga atrás e quem faz o pior larga na frente… mas aí o qualifiying não ia acabar nunca, pois os tempos das voltas de classificação tenderiam ao infinito…
Tantas idéias… Acho que poderia ter uma corrida mais longa na F1, tipo tem as 500 milhas de Indianápolis na formula Indy… talvez uma ovalzinha, como propôs o Boechat… seria legal para testar os motores e pneus em diferentes condições, e assim se previnir de um papelão como o que aconteceu no GP de Indianápolis de 2005, onde a Michelin recomendou a quem usasse os seus pneus que não corresse, em um dos eventos mais ridículos que eu já vi na F1… bicho, sem sacanagem, me deu vontade de devolver o pneu Michelin da minha moto e pedir o dinheiro de volta… ainda bem que a Michelin não fabrica camisinhas.
Estratégia da McLaren: Cheguei a achar que daria certo.
Muito legal ver como os boxes são quase tão importantes quanto os pilotos.
Quando viram que as McLaren não estavam andando nada e iam comer uma poeira vergonhosa do Kimi Raikkonen, anteciparam as paradas dos seus pilotos e botaram pouca gasolina, conseguindo dessa forma jogar o Fernando Alonso para a frente do Raikkonen, que só voltou a recuperar a ponta na outra parada.
Se tivessem conseguido jogar também o Hamilton pra frente do Kimi, a estratégia teria funcionado, pois o Hamilton seguraria o Kimi enquanto o Alonso fugia, ganhando tempo para compensar a próxima parada, que teria de ser mais longa… e praticamente garantiria a vitória do espanhol, ou pelo menos ia ter que fazer o Kimi Raikkonen rebolar bastante para tentar ultrapassar o Lewis Hamilton… tarefa difícil na F1 de hoje.
Uma bela corrida.
Em 1990, quando ganhei meu 386, veio com um tal de PCGlobe instalado, que eu achei a oitava maravilha.
Era tipo um atlas que mostrava os mapas, as bandeiras, as capitais… o máximo.
E o mapa da América Central incluia o México.
Eu pensava “que burros, pensam que o México fica na América Central”.
Me lembro vagamente de já ter conversado com gringos que achavam que o México ficava na América Central…
E hoje, consultando as estatísticas do meu site no Google Analytics, constatei que para o Google o México fica na América Central.
Daí até eu fiquei por alguns centésimos de segundo na dúvida…
Sabe aquela história da mentira, que se contada mil vezes acaba virando verdade?
Ou os americanos, além de acharem que ganharam a guerra do Vietnam e que quem inventou o avião foram os irmãos Wright, acham também que o México pertence a América Central?
Esses romanos são loucos.
Pra resumir, Arnaldo Antunes e Liminha fizeram a música-tema do Pan, que ficou muito chatinha…
Daí, Noca da Portela, Wanderley Monteiro, também da Portela e Flávio Oliveira, do Salgueiro não gostaram e resolveram compor um hino não-oficial, que esse sim, ficou bem pior.
Nessa página do GloboOnline tem os links para elas, mas… a primeira não tem nada demais, e a segunda eu desaconselho.