Mairus Webber

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Posts do mês de Agosto de 2007

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2007
Ontem eu assisti “Tropa de Elite”
Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007 - 18:29
Mairus Webber - 465 visitas, 2 comentários

Bom, pra começar, o filme é imperdível.
Perturbador, angustiante, aterrorizante.
Faz Cães de Aluguel parecer Teletubbies.
Bom pra cacete!
A história, resumindo bastante é a seguinte: Wagner Moura é Nascimento, capitão do Bope, e quer se aposentar, mas para isso ele precisa arrumar um substituto.
Paralelamente, segue a história dos dois candidatos a substitutos, os aspirantes da PM, Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro).
O filme mostra a absurda e absoluta falência da PM, afundada e imobilizada pela burocracia e pela corrupção.
Também ridiculariza o trabalho das ONGs dentro das favelas do Rio, que são mostradas como grupos de riquinhos maconheiros e traficantes que transam durante o trabalho e dão apoio ao crime organizado… e por fim, o filme endeusa o Bope.
O Bope é mostrado pelo filme como sendo um grupo seletíssimo de PMs incorruptíveis e durões, onde ex-PMs corruptos não conseguem de forma alguma passar pelo treinamento de admissão, que segundo é mostrado e falado no filme, é mais pesado e exige mais dos candidatos do que o do exercito de Israel.
Me incomodou no filme a forma como é tratada a questão dos usuários de drogas, que são simploriamente responsabilizados por alimentar o crime organizado, o que não deixa de ser verdade, mas só é assim por que o sistema faz com que seja.
Drogas sempre foram consumidas por todas as civilizações que habitaram, em qualquer época, cada pedaço do nosso planeta, e afirmar que o crime organizado existe por causa dos usuários destas drogas, que são arbitrariamente proibidas, é totalmente superficial.
O caso é que o filme mostra a visão do policial, e sob a sua ótica, a realidade é essa mesmo, de riquinhos que, para terem maconha em seus apartamentos na zona sul, patrocinam a entrada de crianças pobres no tráfico.
Imperdível.
Assistam hoje.

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2007
O GP “Petrol Ofisi” da Turquia
Terça-feira, 28 de Agosto de 2007 - 0:45
Mairus Webber - 597 visitas, Nenhum comentário

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O momento emocionante da corrida.

A corridinha foi chatinha e, apesar do circuito moderníssimo, a chegada foi definida na largada… ah, teve sim um momento de emoção, um pneu furado do Lewis Hamilton.
O Jenson Button merece ser lembrado, pois largou em penúltimo, e na confusão da largada não se deu tão bem quanto o Rubinho, que ganhou… 5 posições, acho… sei que deixou o Button lá pra trás, mas apesar disso, o Button terminou a prova em 13º, enquanto que o nosso Rubinho só conseguiu a 17ª posição, não me perguntem como.
O chato de assistir ao treino e depois a corrida é ter que escutar duas vezes as fofocas do Galvao sobre a vida pessoal dos pilotos, que dessa vez era sobre o Hamilton, que “tá panhando” a filha do dono da McLaren, que foram passear no iate do figurão, que andaram de mãos dadas na praia, que o Alonso não quis ir junto… fala sério, o Galvao tá parecendo uma velha fofoqueira.
Ah, por falar em Alonso, o que rolou de papo de paddock interessante é que a McLaren não vai mais obrigar aos engenheiros do Alonso a passarem o o acerto do carro dele para os do Hamilton copiarem, configuração esta que segundo o espanhol, deu sete décimos (!!!) para a equipe… bom, se o Lewis Hamilton estava perdendo sete décimos por volta em relação às outras corridas então é bom o Alonso torcer para aquele pneu furar mais vezes, por que mesmo assim tava tomando a maior poeira do “Tiger”… claro que não funciona assim, mesmo por que se o carro do Hamilton começar a perder 0,7 segundo por volta, certamente a McLaren vai voltar atrás nessa nova lei.
E parabéns ao Massinha, que no treino vinha sempre atrás do pessoal, e quando foi pra valer, foi lá e ganhou a pole, voltando para o páreo… ainda assim eu acho que o Kimi é mais piloto… tomara que eu esteja errado.

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2007
Os aviões da Vasp dos anos 70 pra cá
Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007 - 14:28
Mairus Webber - 5,849 visitas, 3 comentários

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Um Boeing 737-200 com a pintura antiga
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Um dos Boeing 727 “Super” 200
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Boeing 737-200 com a tal da pintura intermediária… até que era bonita…
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O Airbus A300 que eu falei que podia ser o motivo da tal pintura intermediária
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Boeing 737-200 com a primeira versão da última pintura da empresa
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Um Airbus A310 da Lab, com pintura “irmã”
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Um McDonnell Douglas DC-10 da Equatoriana, dos tempos do Canhedo
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Boeing 737-200 com última versão “abrasileirada” dos aviões da companhia.

Já voei muito nos Boeings 737-200, na rota Curitiba-Rio-Curitiba, que eram os principais membros da frota da empresa paulista.
Apesar de ser bem simples e básica, eu sempre gostei da pintura antiga dos aviões da Vasp, com duas faixas horizontais, uma azul e outra preta ao longo da fuselagem, logo abaixo da linha das janelas, separando as costas da barriga do avião.
O nome “VASP” era aplicado na frente da fuselagem, em cima das janelas, e na cauda azul e branca, cujo desenho era o que mais se aproximava de uma logo da empresa.
A vedete da empresa naquela época era o Boeing 727-200 (era chamado de 727 Super 200), modelo que só a Vasp utilizava no Brasil nas decadas de 70 e 80, e que, apesar de ser muito mais famoso pelos céus do mundo a fora, no Brasil era menos popular que seu irmão menor, o Boeing 727-100, preferido pelas outras grandes companhias aéreas da época, que eram a Varig, a Cruzeiro e a Trans Brasil.
E por serem os queridinhos da empresa, os Boeing 727-200 recebiam uma pintura levemente diferenciada, onde as faixas iam “engordando” na direção da cauda do avião, dando um efeito mais… esportivo, talvez… Ele levava as inscrições “Super” na turbina do meio, e “200″ na parte azul da cauda, tornando inconfundível o seu papel de membro especial da família.
Não me lembro exatamente se foi no final dos anos 70 ou no início dos anos 80 que a Vasp trocou a pintura dos seus aviões por uma que durou muito pouco tempo, não sei se era provisória, mas existem poucos registros dela… talvez ela tenha sido criada para pintar as novas aquisições da empresa, os Airbus A300… eu mesmo só quando encontrei fotos dessa versão foi que tive segurança de que aquilo não era obra da minha imaginação.
Durou pouco, e logo foram substituídas pela pintura com que a empresa naufragou a alguns anos atrás, após sofrer leves modificações.
Foi na época em que o Canhedo comprou a Lloyd Aéreo Boliviano e a Equatoriana, e pintou os aviões das três companhias do mesmo jeito, trocando apenas as logos das caudas, o que não me agrada, pois esta reutilização me parece desgstar o design, como era com os Verona, da Ford e Apolo, da Volkswagen, ou com o Santana e Versalhes… não tem um que ache o Santana novo mais bonito que o velho… isso merece até um post, mas voltemos aos aviões da Vasp.
Mas apesar do desgaste causado por ter três companhias operando com a mesma pintura com tanto designer morrendo de fome por aí, a pintura era bem bonita, composta por fuselagem branca, duas faixas em dois tons de azul abaixo da linha das portas, o nome “Vasp” escrito com letras enormes à frente das asas, ocupando toda a extensão vertical da fuselagem, e a cauda no tom mais claro dos azuis utilizados, que recebia, pela primeira vez uma logo, uma bela logo… cá entre nós, meio inspirada na da Lufthansa, mas uma bela logo.
Com o crescimento das companhias que servem Nutry com cafezinho, a pintura da Vasp foi se modificando, recebendo propagandas, endereços Web, e toda uma sorte de vulgarizações e desglamourizações das antes pomposas, clássicas e, principalmente, limpas pinturas das aeronaves, fora isso, a pintura recebeu “abrasileiramentos”, ganhando um grafismo verde e amarelo na parte da frente da fuselagem, imagino que fazendo alguma alusão a velas, navegação, ou sei lá, e também teve a logo da cauda pintada de verde e amarelo, de forma bastante infeliz, diga-se de passagem, pois como o verde não contrastava com o azul do fundo, tiveram que jogar um outline branco, mas não jogaram no amarelo, enfim, ficou uma bosta.
Com este post eu fecho os comentários das quatro grandes companhias aéreas dos anos 70 e 80.
As próximas serão a Gol, com seus aviões bonitinhos, e a Tam, que essa sim, vai ser uma dureza.
Fotos: Airliners.net

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2007
Não tenho dado sorte na minha procura pelos headphones ideais para ouvir meu iPod enquanto piloto minha motoca
Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007 - 18:56
Mairus Webber - 817 visitas, 4 comentários

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Ah, mas eram tão bonitinhos…

Ouvir iPod na motoca é um problemão.
Durante o inverno, os barulhos do vento e do motor da moto podem ser minimizados pelo uso de um capacete fechado, mas por conta dos buracos e do próprio movimento do pescoço virando para os lados, os headphones intra-auriculares (é esse o nome?) vão saindo do lugar ao longo da viagem, e logo saem da posição, deixando o motoqueiro sem poder ouvir seu Radiohead… enquanto que no verão, quando é inviável o uso de capacetes fechados, ou você deixa o iPod em um volume normal para CNTP, e quando passa dos 60km/h, não consegue ouvir mais nada do que está tocando, ou então opta por um volume que vença a briga com os ruídos externos, o que resultará em um ambiente totalmente insalubre, que acaba deixando o motoqueiro totalmente azucrinado.
Fui em uma loja no Edifício Avenida Central, no centro da galáxia, onde o vendedor me recomendou um headphone intra-auricular com enforcador de ouvido Philips, altamente recomendado para motoqueiros… comprei.
A qualidade do som é excelente, e realmente o treco funciona bem com capacetes fechados, mas já no meu capacete para dias quentes, que deixa as orelhas de fora, para conseguir que o treco não saia do lugar com o vento, eu preciso apertar demais o enforcador de orelha, o que acaba virando uma verdadeira tortura, além de o meu aspecto não ficar dos mais atrativos.
O Alexandre Maron tinha me falado certa vez sobre headphones com eliminador de ruídos externos, mas achei que era conversa de paulista… mas outro dia, passeando pelo Barra Shopping, não tenho vergonha de dizer, fui mesmo ao Barra Shopping, e vi na Fnac os tais headphones com eliminadores de ruídos externos, de duas marcas, Coby, a mais simples e barata, e i-Luv, mais cara, e com visual e embalagem cheios de sacanagem… fiquei com aquilo na cabeça, imaginando que poderia ser a solução definitiva dos meus problemas, e hoje, ao passar novamente no centro da galáxia, vi novamente os headphones com eliminador de ruído Coby, em dois modelos estilo “cotonete”, um de 10mW, por R$ 35,00, e outro de 60mW, por R$ 55,00… esperto que sou, continuei meu passeio, quando dei de cara com os pomposos i-Luv, no mesmo estilo “cotonete” dos Coby, mas não vinham com informação de potência, em vez disso o texto “Experience Comfort and Great Sound Quality with this Lightweight “In-ear” Earphone for Your iPod and Many Other Audio Devices”, e pelos mesmos R$ 55,00 que custavam os melhores modelos da Coby.
Pensei “Eu sou o máximo mesmo. Pesquisei e vou levar os i-Luv pelo mesmo preço daqueles ridículos Coby.”, e comprei.
Pra encurtar a história, os i-Luv que eu comprei eu vi no Internet que são de 10mW e o som deles é uma merda.
Beleza, papel de otário feito, o consolo é que paguei R$ 55,00 para ter um bom post no meu blog e estou louco para voltar no Avenida Central e comprar os maravilhosos Coby de 60mW.
E assim caminha a humanidade.

Update de 24/8/2007: Hoje comprei os tais Coby de 60mW.
Apesar de a qualidade do som não ser a mesma dos Philips, é bem satisfatória, e muito melhor que a do iLuv de 100mW.
E o isolamento acústico funciona mesmo.
Até me assustei quando não ouvi o ronco da minha própria moto… pensei até que a buzina tinha pifado.
Até perigoso, como disse o Marcos no seu comentário… tem que ficar ligado.
Mas, problema resolvido.
Recomendo.
E recomendo cuidado ao usar, pois o game fica sem som, e neste a gente só tem uma vida.

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2007
Atari Label Maker 2600
Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007 - 0:53
Mairus Webber - 416 visitas, 4 comentários

Muito maneiro.
Dica do Cristiano.
Passe horas, dias inteiros fazendo etiquetas de fitas de Atari.
Nunca me diverti tanto em toda a minha vida.
http://www.labelmaker2600.com
labelmaker.gif

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2007
Apanhando do iTunes 9000 Series
Terça-feira, 21 de Agosto de 2007 - 13:53
Mairus Webber - 939 visitas, 3 comentários

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Beleza, eu sou um pobre usuário de PC, com Windows XP e tal.
Mas como eu existem bons punhados, e que se um dia resolverem comprar um iPod, serão escravos das “facilidades” do iTunes.
Como seria bom se eu pudesse simplesmente copiar para meu iPod as músicas que eu quero através do Windows Explorer, ou do XTreeGold, ou sei lá, do D.O.S. mesmo… seria tão mais fácil…
Mas não, para conseguir jogar as músicas para o iPod, elas devem estar na library do iTunes, e se o cabra vacilar, coisa que graças a deus não aconteceu comigo, o iTunes faz o favor de reorganizar todinha a árvore das músicas no computador do pobre pecezeiro… no meu caso seria a catástrofe total, pois munhas músicas estão em outro HD, e não caberiam no disco em que está instalado o inteligente software… provavelmente eu teria que dar boot pelo disquete e apagar via D.O.S. a grande cagada… que pobreza!
Beleza, e cada música que você copia para o seu diretório de músicas, deve também ser copiada para a library do iTunes, o que é um saco, o que eu acabo fazendo, que demora muito mais tempo é sempre que eu tiver que atualizar a library, apaga-la inteira e mandar ele chupar de novo todo o “my music”, mas é uma solução que eu considero muito da safada.
Mas tudo bem, para evitar de ter que ficar brincando de iTunes, eu fiz uma seleção musical para meu iPod que na sua maioria não precisaria jamais ser modificada, basicamente composta de Pink Floyd, Radiohead, Grandaddy, Belle & Sebastian e Blur… o que sobrasse de espaço eu preencheria com músicas de bandas “mortais”… mas é ilusão, pois não sobra espaço nenhum, já que além das 5 bandas supracitadas, os 4 GB do player foram pouco quando outras imortais foram incluídas, como David Bowie, Lou Reed, Tom Waits, Pulp…
Fui muito feliz com meu iPod “lacrado” por uns 2 anos, até que caí na asneira de aceitar um update no sistema operacional do iPod que o iTunes me ofereceu, que quando acabou me deu a mensagem “Parabéns, você instalou a versão mais atualizada do software do iPod. Como todas as suas músicas foram apagadas, o iTunes irá sincronizar seu iPod automaticamente… ops… um momento… um momento… Dave… não cabe!”… daí o treco deu pau algumas vezes, eu fiquei de saco cheio e acabei ficando com o iPod vazio por alguns meses.
Ontem tomei coragem e fui finalmente resgatar meu iPod.
Meu iTunes me deixou feliz pela primeira vez quando importou com sucesso a minha playlist “Rádio São Random” do Winamp, e jogou-a, depois de alguns cortes, e é claro, depois de eu restaurar o sistema original do meu iPod, já que a novíssima versão que eu tinha feito upgrade, apesar de muito mais moderna, não aceitava que eu copiasse músicas para dentro do iPod.
Para uma coisa serviu, agora eu tenho o iPod definitivo, e com uma playlist, que eu posso chamar de Sólida.
Missão cumprida.
Agora eu poderei apreciar a minha maravilhosa seleção musical por todos os 2 dias no ano em que eu uso o iPod, isto é, se eu me lembrar de recarrega-lo antes, na vez que eu fui usa-lo este ano, ele estava sem bateria.
Loser.

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Os defeitos da logo do Parapan tem algum motivo?
Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007 - 16:44
Mairus Webber - 916 visitas, 9 comentários

logo_parapan.jpgDesde que eu vi a logo do Parapan eu reparei que os pães de açúcar (sempre eles) que a compõe, ficam em distâncias sempre diferentes uns dos outros.
Sempre tive a vontade inconsciente de ir lá e consertar a logo, deixando-a simétrica radialmente.
É mais perceptível a distância maior entre os dois pães de açúcar de baixo (azuis) aos de cima da logo (amarelo, laranja e verde), mas olhando com atenção, tem-se a impresão de que as distâncias entre eles são todas diferentes.
Procurei no site do Pan alguma justificativa para esta característica da logo, mas não fala nada sobre algum motivo para tal assimetria.
Mesmo que haja, eu continuo considerando isso um defeito, pois se o posicionamento dos elementos é para ser aleatório, então que estejam dispostos no espaço de forma flagrantemente aleatória, como ocorre com os morceguinhos do Pan.
Do jeito que está fica a dúvida “será que é assim mesmo?”, “Será que a logo foi impressa fora de registro?”.
Em Design, não pode haver ambigüidade, a não ser que esta cumpra alguma função informativa, como nos desenhos do Escher.
No caso da marca do Parapan, não me parece claro se a assimetria da logo é proposital ou não, e nem o motivo para ela existir.
Erro.

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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008