Uma das coisas que eu mais gosto dos carros dos anos 70 são as cores… e as linhas, os frisos e para-choques prateados, tudo me agrada nos carros dos anos 70.
São os meus preferidos.
Hoje os carros não tem mais cor, são todos daquelas cores sem graça.
Fiquei feliz quando lançaram o Pálio, que vinha com cores psicodélicas, como verde claro metálico, ou laranja metálico…
Nos anos 70, as cores eram vivas e sólidas.
Verde-maçã é das minhas preferidas, mas tinha azul-turquesa, amarelo-gema… tinha um Opala que vinha na cor Salmão de fábrica… bons tempos (para os estilos dos carros, é lógico, pois os usuários de Internet, por exemplo, sofriam bastante naquela época).
Não resisto a publicar aqui neste veículo de comunicação, justificando bem o seu nome, “Presunto”, alguns recortes de uma pilha de revistas 4 Rodas que tenho daquela época, que comprei em um sebo em um show do Tom Zé na UERJ… mas isso é outra história.
Coisas do arco da velha, que fazem a gente se sentir velho mesmo, como esse anúncio de SP2, publicado na Quatro Rodas Nº 154, de maio de 1973.

Caramba, Mairus virou pro-blogger! Banners!
Eu queria saber se acabou o espaço para escrever “você” no anúncio e eles tiveram que meter “v.”. Mas tudo bem, naquela época não tinha Corel Draw, não dava pra ficar alterando muito o leiaute.
Pelo que vi no resto do texto o “v.” era estilo mesmo.
Uma vez tive a oportunidade de ver um mostruário de tintas automotivas e descobri que essas cores berrantes (esse verde aí, amarelo ovo, laranjão…) foram lançadas em 1973 e em 74 metade delas já tinha saído do catálogo.
Eu gostaria também de saber como era o SP-1, citado na assinatura do anúncio.
Pois é, Cristiano… ainda se abreviassem para “vc”, dava pra desconfiar que era para o público jovem…
E quanto as cores que o Boechat falou, realmente é uma pena não terem sobrevivido.
Também nunca vi um SP1… sem sabia que existia.
Quanto vale o show lombardi?
Lindo o SP2…
Num delírio típico, eu queria mesmo era uma Variant, cor de sangue brilhante ou metalizada…