Em primeira mão, um dos videos utilizados pela CBF para convencer a FIFA…
Dica do Updaters…
Foi em 1987, de Cayo Largo para Havana, em Cuba.
Na ida nós tinhamos voado num Antonov 26 da Cubana, e eu já tinha visto esse DC-3 taxeando no aeroporto de Havana…
E a volta foi nele mesmo, para a minha felicidade.
Ele voa bem mais baixo e em muito menor velocidade do que o turbohélice Antonov da ida, e se comprarado com o 737-400 que nos levou daqui para lá então, nem se fala… foi fácil de comparar, pois os dois vôos passaram pelo mesmo percurso sul-norte, cruzando a ilha na direção de Havana.
O avião só usou os freios para estacionar em Havana, pois quando aterrisou o piloto, além de não frear, ainda acelerou para que o avião não parasse no meio da pista… o que me permite concluir que o DC-3 é um dos aviões mais seguros que existem (existiram), por conta da sua baixa velocidade de stall e seu alto coeficiente de planeio.
A sensação de se voar em um DC-3 é engraçada, pois ele, com seus dois motores a pistão, voa devagar, permitindo que seus passageiros e tripulantes sintam cada rajada de vento, sensação que eu já conhecia de quando voei de ultra-leve e de Cherokee (outra aventura), mas curiosa para um avião grande como um DC-3.
Um privilégio ter voado em um avião como este, um clássico, e talvez o mais consagrado avião da história.
A foto abaixo foi tirada por mim, e isso não é um museu, mas um aerororto, e pouco depois de tirar todas as fotos que eu consegui, entrei na barriga do avião, que saiu voando, e comigo dentro!!!

Este anúncio publicado na revista 4 Rodas de dezembro de 1972 mostra bem como eram sólidas, saturadas e… lindas as cores dos carros daquela época.
Pena que hoje não se vê mais carros coloridos desse jeito andando pelas ruas…
Da esquerda para a direita: 2 Variants, 3 Fuscas, 2 SP2s, 1 Karmann Ghia TC e 4 TLs…
Pela posição dos SP2, parece que eles são as vedetes do anúncio, e não entendi por que colocaram quatro TLs e só um Karmann Ghia TC… pelo jeito não gostavam muito desse modelo, hein?


Lá fui eu para a “Desconferência“, o Barcamp Rio, que se realizou no domingo último nas belíssimas e luxuosas instalações da Universidade Católica.
O evento foi muito bem organizado, com belas moças na recepção conferindo os nomes, distribuindo crachás, camisetas, passagens de metrô para um monte de homens que adorariam saber o que fazer com elas (a piada não é minha, porém irresistível)…
Lá dentro uma mesa com um delicioso café da manhã, agüinha, varandas, muita gente simpática, sorrisos… apesar do percentual de participantes ser de chutados 90% de pessoas do sexo masculino, o ambiente era extremamente aconchegante e mesmo um peixe fora d’água como eu, que devia ser o único designer por lá, me senti muito a vontade.
Ainda bem que não levei, como havia cogitado, meu notebook “Toshibão” com meu cabo de rede de 20 metros para lá, pois iriam me botar em uma jaula junto com o homem de 1996 do South Park… o que compensava a rarefeita presença feminina eram as lindas maquininhas em que os participantes twittavam, blogavam, flickavam enfurecidamente.
Ao saber quais seriam os temas abordados foi que me dei conta de que não eram muito da minha praia, pois enquanto meus interesses iam do Design ao WordPress, passando pela usabilidade e CSS, a maioria do pessoal era de jornalistas e marqueteiros.
Mas valeu a pena por ter conhecido personalidades ilustres da blogosfera.
Já que não entendo nada de marketing nem de jornalismo, sigo falando do que eu entendo.
A logo do evento.
Os arcos da lapa dentro do cometinha.
Os arcos da lapa representando o Rio de Janeiro, dentro do cometinha, que é a identidade de todos os barcamps.
Apesar de uns defeitinhos de execução, o resultado ficou bacana, a composição, cores… mas meu problema é com a escolha dos arcos da Lapa como ícone.
Se o evento fosse na Lapa, tudo bem.
Eu sou morador de Santa Teresa, fiz faculdade na Lapa, e sou louco pelos arcos, mas não acho que tenham força suficiente para representar a cidade.
A proposta original, segundo o que me disse CrisDias, usava o batido pão de açucar, que apesar de ser mesmo batido, no meu ver, representa melhor a cidade do Rio de Janeiro do que os arcos.
Já que é para fugir do pão de açúcar, imagino que seja para fugir do Cristo também… deixa eu ver se tento alguma coisa…

Alternativa #1: Calçadão de Copacabana
Foi a primeira idéia que me ocorreu para fugir do Pão de Açucar e do Cristo Redentor.
O calçadão de Copa é clássico e bem icônico, me pareceu uma boa alternativa, mas o resultado final não ficou tão legal quanto eu esperava, pois tive que fazer tudo em tons de cinza, e tona de cinza nada tem a ver com Rio de Janeiro.

Alternativa #2: Ilhas Cagarras
Este foi o que eu mais gostei como composição, mas os problemas são que as Ilhas Cagarras, apesar de serem velhas amigas de qualquer frequentador das praias da zona sul do Rio, não devem ser tão conhecidas para quem não é daqui… e depois, o desenho pode se referir a quaisquer ilhas… de qualquer forma tá valendo.
São as nossas Ilhas Cagarras e ninguém tasca.
E ficou uma gracinha, pode falar.

Alternativa #3: O que o povo gosta
Praia, céu azul, biquinis-defuntos… é a Cidade Maravilhosa.
Faltou fazer um com umas AR-15s.

Hamilton garoteando…

…e sorrisos amarelos no pódium.
Eu achei muito estranha a forma como o Lewis Hamilton jogou fora dessa forma tão infantil este campeonato de 2007.
Primeiro ele deu aquela errada esdrúxula logo na primeira volta, quando caiu para oitavo, depois o carro dele deu aquele tilt bizonho, que o jogou lá para trás… e este azar/desconcentração do Lewis Hamilton vem desde o GP anterior, da China, quando ele abandonou a corrida após não conseguir fazer a curvinha de 20km/h da entrada dos boxes.
Estes eventos não são nada condizentes com a pilotagem arrojada e precisa que o inglês vinha mostrando ao longo do campeonato, e que o tinham colocado na primeira posição, com ampla vantagem sobre os demais pilotos.
Claro que é perfeitamente plausível que o Hamilton tenha mesmo se desconcentrado, pressionado pela aproximação do final do campeonato em que poderia vir a ser o primeiro estreante na categoria a levar o caneco, mas ele vinha tão bem… e de repente… esqueceu como se dirige?
Será que era interessante para uma categoria clássica e tradicional como a F1 ter um estreante campeão?
Será que não ia dar uma impressão de que já que é assim, então qualquer um pode pilotar um carro daqueles… e não se esqueçam de que o grande “plus” da F1 sobre a Formula Indy é justamente a perícia e a precisão exigida dos pilotos, como foi comprovado pelo fracasso do Michael Andretti, por exemplo, recém chegado da Indy, que não arrumou NADA?
Daí chega o Hamilton e sai ganhando de todo mundo?
Nem Michael Schumacher fez isso.
E de McLaren, a equipe que já foi desclassificada do campeonato de construtores por espionagem… mas daí o Hamilton ia fazer aquelas cagadas de propósito?
E aquela falhada esquisitíssima que deu no carro dele no começo da prova?
Se não fosse aquilo ele era campeão.
Hmmm…
E o Alonso?
Que aconteceu com ele?
Motor de segunda corrida?
Aquele pódium eu também achei esquisitíssimo.
Todo mundo com cara de bunda…
Se bem que o Raikkonem tem um pouco mais de expressão facial que o Stallone…
…
São apenas supositórios.
A verdade é que o Raikkonen foi campeão merecidamente, por ser um excelente piloto, e o Hamilton, apesar da imaturidade demonstrada nas duas últimas corridas fez uma excelente temporada, e mostrou que vai pra cima mesmo, que é o que o povo gosta… o Alonso é um zero a esquerda mesmo… e o Massinha vai correr ano que vem de carro nº 2, o que, na miha opinião, pesa.
Felipe Massa ano que vem vai ter que começar muito bem o campeonato, pois o companheiro de equipe dele é o campeão do mundo… pra virar segundo piloto só precisa um peido.
Que pena que acabou.
Ano que vem tem mais.
Esta é a série “Carta de Baralho”, que começou com a primeira versão do “Barão”, que foi substituída em seguida pela que é aqui apresentada, e segue o padrão de todas as outras cédulas da família.
As cédulas da família anterior foram retiradas de circulação, permanecendo somente as desta nova versão, o que nos permite notar que a coisa já andava mal para o lado do cruzeiro, pois quando uma família de cédulas começa no “100″ é sinal de que coisa tá preta.
Veja o capitulo anterior da série “Os dinheiros do Brasil”.









Esta família permaneceu em atividade até a entrada do Cruzado, em 27/2/1986.
Fonte: Wikipedia.
Sempre me interessei pelas origens das palavras do nosso vocabulário, e sempre me diverti decompondo-as em busca das suas raízes.
Existem duas palavras que são sinônimo de orgulho para os casais que tem crianças na idade em que aprendem a falar, e que são motivo de uma verdadeira disputa por qual será pronunciada em primeiro lugar pelo jovem nenenzinho, são elas “mamãe” e “papai”.
Ontem tive um insight que pôs por terra toda essa crença “familiocentrista” que assola os vaidosos pais.
A descoberta foi decepcionante porém cristalina e óbvia.
Para frustração dos pais, as primeiras palavras balbuciadas pelo rebento, apesar de se parecerem com os substantivos supracitados, tem significados bastante distintos dos que são erroneamente interpretados pelos pais, sendo na verdade simplificações de dois verbos no infinitivo, que representam os únicos interesses do pimpolho: “Mamá” e “Papá”.
E assim desmorona o castelo de cartas.