O Rubinho está escrevendo a sua biografia (informação “colada” do estranho hotsite de F1 do Globo Online).
Disse que não tem pressa, que o livro deve sair em uns 2 ou 3 anos, e que tornará públicas muitas situações que passou na sua ex-equipe, Ferrari.
A impressão que dá é que ele espera que os brasileiros deixem de pegar tanto no seu pé por conta da sua carreira pífia na F1.
Eu gosto do Rubinho.
Achei muito legal quando ele finalmente, depois de anos de escudeiro do Schumacher, largou a Ferrari para tentar a sorte na BAR, que depois virou Honda… mas demorou, Rubinho, demorou demais.
A F1 só existe graças a verdadeiros heróis, como Nelson Piquet, Nigel Mansell, Ayrton Senna, Niki Lauda, Gilles Villeneuve, Keke Rosberg, Michael Schumacher…
Se todo mundo tivesse a postura que o Rubinho teve nos tempos de Ferrari, a F1 não existiria.
Quando o Rubinho tirava o pé para o Schumacher passar ele não pensava na torcida brasileira, sedenta de vitórias e heróis, mas sim nos milhões que ganharia da Ferrari e dos patrocinadores do macacão.
Piquet ou Senna jamais topariam o que Rubinho topou.
Então, não adianta agora o Rubinho lançar uma biografia jogando a merda no ventilador, por que ele assinou embaixo de tudo aquilo.
Rubinho nunca vai ser um herói, por opção própria.
Agora que ele está na Honda, torço pelo cara.
Na Ferrari eu não perdia meu tempo.
E Massinha que se cuide em 2008.
E aproveito para publicar essa saudosa foto que tem circulado ultimamente pelas caixas de e-correio dos apreciadores de automobilismo… dispensa legendas.


Direto do ótimo Reubenmiller…
Música clássica com Goran Bregović.
Eu considero o Corcel “1″ um dos carros mais bonitos já fabricados.
Esse aí da propaganda é um modelo 73, que levava o Raulzito com a família no jardim zoológico para jogar pipoca aos macacos…
Aí é estranhamente apresentado em uma cor bem discreta, contrariando as tendências da época… até hoje, apesar de as montadoras não oferecerem mais aquelas opções de cores incríveis que ofereciam nos anos 70, os carros utilizados nos anúncios muitas vezes aparecem em cores bem vivas… deve ser estratégia de marketing… sei lá.
Apesar de eu ser apaixonado por qualquer modelo de Corcel 1, os meus preferidos são os de 1970 para trás… aqueles sim, são os automóveis mais bonitos que o ser humano já fabricou e é lógico que merecerão um post exclusivo para exaltar suas maravilhosas formas e soluções de Design.


A capa do DVD nacional, com o Boeing 747 que não existe no filme
É incrível o fenomeno que ocorre com esta produção para TV de 1995, que tem por base a novela de Stephen King, pois ela consegue ser um dos piores filmes que eu já vi, mas ainda assim ser tão boa a ponto de eu ter comprado o DVD.
O DVD, na versão nacional, vem com o título em português “Fenda no Tempo”, e mostra a imagem de um Boeing 747, enquanto o avião usado no filme é um Lockheed L-1011 TriStar da defunta TWA… não sei de onde eles tiraram aquele 747.
Foi justamente pelo fato de tratar-se de um “filme de avião”, que eu me interessei quando o vi pela primeira vez no telecine, e dei a sorte de pega-lo do início, pois é a melhor parte do filme e chega a ser mesmo muito boa, de uma suspense digna dos filmes do Hitchcock, além do que o filme inteiro se passa dentro e em volta deste avião que é dos mais lindos já fabricados, o TriStar, único jato comercial da Lockheed.
Mas quando os bichinhos “Langoliers” resolvem aparecer, o filme vira um desastre total, tanto nos efeitos especiais, quanto no roteiro… vira uma coisa inominável… edwoodiana mesmo… sabe aquela história de “é tão ruim que é bom”?
Pois é, não acontece com “The Langoliers”.
De qualquer forma a soma de suspense com aviões e aeroportos me foi suficiente para contar com este, que nem de longe pode ser chamado de um masterpiece, na minha estante.
Mais informações podem ser encontradas no IMDB e nesta excelente matéria escrita por Felipe M.Guerra (contém spoilers).


Enfim consegui tempo durante o feriadão para concluir o header “definitivo” do meu site-portfólio e seu respectivo blog Presunto, humildemente auto-avaliado como o melhor site da Internet.
A palavra “definitivo” está entre aspas por que a proposta do meu site é justamente de sempre ser modificada, em constante evolução rumo a composição perfeita.
Quando apesar da dor no coração, retirei do ar o Mairus Webber 6, que eu achava lindo, aquele verde com as faixas coloridas, coloquei este, o primeiro MW em tableless, com um design provisório, que veio evoluindo, de um simples degradê verde para aqueledas bolinhas brancas, que depois ficaram coloridas, e por último, o novo blog Presunto, com o desenho do presunto de parma de plástico, e que, apesar de contar, na minha humilde opinião, com uma boa composição, nunca chegou a ser tão fechado e forte quanto o velho MW6.
Já faz algum tempo que comprei algumas fotos no iStockPhoto para usar no desenvolvimento nos novos headers “definitivos” para o meu site, e acho que agora, enfim a coisa está tomando forma.
A página principal, assim como todas menos a do blog, ganharam a foto da aranha de teia, que de alguma forma, tem a mesma profissão que eu: Webber, e para o blog, eu cheguei a baixar uma foto que se assemelhava bastante com o desenho que eu usava anteriormente, de um presunto cortado e tal, mas era muito direto, muito bonitinho, muito fácil, sem um tempero mais forte, sem uma informação a mais, enfim, passava um conceito muito confortável, que não era a minha intenção.
Este bife que eu escolhi, apesar de não ser um presunto propriamente dito, não deixa de ser um presunto no outro sentido da palavra, o de uma coisa morta, esparramada, fria, mas que nem por isso deixa de ser interessante e extremamente apetitoso.
Então é isso.
Continue visitando o Presunto, o melhor blog da Internet, assim como todo o resto do Mairus Webber, o site mais lindo do Internet.
Agora com muito mais metáforas.
Update: Pensando bem a imagem do presunto também é legal pra caramba, e poderia perfeitamente ter sido utilizada.
Oportuno lembrar desta outra nota. Trabalho de Cildo Meireles de 1978.

