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2007
Os para-choques evoluiram… para pior?
Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007 - 13:09
Mairus Webber - 940 visitas

Claro que os carros hoje são muito mais evoluidos no que diz respeito a segurança dos passageiros no caso de uma colisão frontal, situação em que toda a frente do veículo é feita para se deformar, amortecendo o impacto e assim protegendo os passageiros, criando algo parecido com a célula de sobrevivência dos carros de F1… mas os seus para-choques precisavam ser tão frágeis?
Os para-choques de antigamente eram peças externas, feitas para receberem o primeiro impacto no caso de uma baliza mal-calculada, uma raspada na parede da garagem, ou mesmo uma batida leve, e eram feitos, primeiro de metal, cromados nos anos 70, depois pintados de preto nos anos 80… depois viraram os belos para-choques envolventes de plástico que vinham nos carros do final dos anos 80 e início dos 90… e a partir da metade da década de 90, eles começaram a fazer parte do volume do carro, vindo pintados na mesma cor da lataria e recebendo o mesmo acabamento, o que faz com que qualqer batidinha já seja motivo de oficina, no caso de donos de carro mais preocupados com a estética dos seus veículos, e no caso de proprietários como eu, de um parachoque todo arranhado, descascado, rachado, remendado e horroroso… e no caso de uma batida mais séria, o carro fica literalmente “sem queixo”, como é o caso do Peugeot 206 da foto abaixo.
Hoje existe até uma tendência entre os taxistas de pintar o para-choque dos carros de preto, com uma tinta mais resistente, que não precise tanto de manutenção como as que vem das montadoras… mas onde eu quero chegar com esse post é na seguinte questão: Será que precisavam ser tão frágeis ou é “estratégia” das montadoras para ganhar mais dinheiro com manutenção?
Se os carros seguirem a lógica dos outros bens de consumo, eu fico com a segunda alternativa.
peugeot206.jpg

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3 comentários para “Os para-choques evoluiram… para pior?”

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