Ali na Rua Luis de Camões, pertinho da praça Tiradentes, existe um comércio muito interessante. Bares populares, lojas de 1,99, aparelhos de som usados, enfim uma mistura muito pitoresca. Eu recomendo a visita, de preferência em uma quinta feira a tarde para pegar o Bar do Chapéu em sua potência máxima.
Ali no meio, tem uma lojinha, que além de multímetros, ferros de solda e agulhas de vitrola, tem uma promoção imperdível. Por apenas 60 centavos o caro leitor poderá adquirir uma caixa, no plástico original, com 10 diskettes Maxell FD 1 de 8 polegadas, made in Japan.

As caixas estão lacradas e contém ar japonês de mais de 30 anos atrás. Os diskettes são single sided, mas se o usuário for macaco velho, sabe que basta recortar um quadradinho para poder usar o outro lado também.

Cada diskette armazena 128 k, ou 256k se for recortado. O pen drive que eu coloquei para servir de escala tem 2 gb ou 16.384 vezes o tamanho do bicho.

Vem com um kit de etiquetas coloridas, um total de 30 etiquetas de 5 cores, 3 vezes mais do que o número de diskettes, o que demonstra a rotatividade esperada.
Aproveite, não perca sua chance, o estoque é limitado. Tem menos de 500 caixas ainda!!!





LTU é uma companhia alemã, da terra da maior banda do universo, o Kraftwerk, Düsseldorf, e eu só tive o prazer de ter contato visual com seus aviões graças a alguns exemplares da Rolls Royce Magazine que me foram presenteados pelo Hans em meados dos anos 90, que continham belíssimas fotos de aeronaves importantes como L1011 TriStars da LTU e da PanAm, além de outras iguarias como Boeing 747-SPs da Qantas e HS-121 Tridents da BEA… em uma época ancestral como aquela, em um período negro pré-internet, aquele material valia ouro.
O TriStar sempre foi o meu avião preferido (empatado com algumas dezenas de outros modelos), e aquelas fotos daqueles aviões vermelhos da LTU me deixaram deslumbrado… que lindos… e mais tarde, com o advento da Internet, o acesso à informação ficou muito facilitado, me permitindo acompanhar a evolução da companhia que, apesar de eu nunca ter tido a oportunidade de ver “ao vivo” um de seus aviões, era minha velha conhecida.
Outro dia estava eu brincando de uma das maiores diversões da Internet, o Quiz do Airliners, quando apareceu um A330 da LTU de roupa nova, que apesar de elegante, não tinha mais aquele vermelho predominante que tanto tinham agradado as minhas retinas… e acabou me motivando a escrever este post.
Eu considero as pinturas da LTU todas elegantes, apesar de pouco ousadas, mas sempre bem fechadas, sem “fios soltos para serem puxados”.
Essa pintura nova, e principalmente a anterior provisória lembram até um pouco a da Tam, mas depois de uma boa observada, percebe-se que a Tam precisa ainda comer muito arroz com feijão.
Hans, este post só existe graças aos belíssimos exemplares da Rolls Royce Magazine que você me deu de presente em 1995.
Uma das razões pela qual ainda não visitei a Africa do Sul. Brainplugg

Claro que o fato de eu ser Flamengo, time de chegada, imbatível em mata-matas de fases finais de campeonatos, corrobora este pensamento, mas apesar disso eu acho mesmo que é quase uma unanimidade que um campeonato com playoffs, uma semi-final, enfim, uma fase de mata-mata, com jogos de ida e volta na fase final do campeonato dão muito mais emoção ao evento.
Quem é que não acha um saco quando o Michael Schumacher ganhava o campeonato no meio da temporada, faltando ainda um monte de inúteis corridas para o fim?
Assim foi também no brasileirão deste ano, em que o São Paulo foi campeão quando ainda faltavam 5, 7, sei lá quantas rodadas para o final do campeonato… chatão.
Outra coisa chata é que o campeão pode sair de um jogo contra um time já rebaixado, fora de casa, sem nenhuma expressão e com uma torcidinha insignificante para comemora-lo face a grandiosidade do que há para ser comemorado…
Quanto mais eu penso, mais eu acho indefensável este sistema de pontos corridos.
Até a F1 se pudesse faria semi-finais.
Em uma semi-final, ou playoffs com duas chaves de 4, de onde saem um de cada para fazer as finais, como foi no bem organizado campeonato brasileiro de 1992, quando o Flamengo conquistou o pentacampeonato contra o Botafogo em uma fase final de tirar o fôlego… em finais de mata-mata quem ganha é a emoção, os estádios lotam, são eventos solenes… “Hoje é dia de final de campeonato”, a cidade fica toda em festa, como em uma copa do mundo… por que abrir mão de toda essa adrenalina, dessa alegria?
A única defesa do sistema de pontos corridos é que é mesmo mais justo com o time que teve maior regularidade ao longo do campeonato… só que no sistema anterior, a primeira fase do campeonato era também um “todo mundo contra todo mundo”, não sendo então um mata-mata enlouquecido, como é em uma copa do mundo… no meu ver é uma forma de se premiar a regularidade mantendo a emoção das fases finais… me parece muito mais coerente.
Eu voto fim dos pontos corridos já!
Mengão rumo ao Hexa!
Incrível série de videos com um making of mixado com o nosso querido Star Wars. Claquetes, vozes saindo dos capacetes e tal…
Caviar para fãs. Não deve durar no tubo…
Dica do Mike Linch Cartoons
Desculpem o trocadalho… Mas não pude perder a piada.
Pincel que redefine o conceito de brocha desenvolvido por Kimiko Ryokai, Stefan Martin e Hiroshi Ishii. Dica do Updaters…