Absolutamente ridículo.
Eu já tinha ouvido essa baboseira idiota antes.
Imagino que seja por que a moto dá agilidade aos bandidos para roubarem e fugirem da polícia… mas a polícia não usa motos também?
Há alguns anos atrás eu li, ou ouvi, não lembro, uma matéria interessante, sobre um ônibus pirata que furou uma blitz no aterro na hora do rush e fugiu pela Mem de Sá, Praça da Cruz Vermelha e Presidente Vargas, escapando dos motoqueiros da polícia que o perseguiam… bicho, ou o ônibus era aquele do filme “Speed“, ou os motoqueiros da polícia eram totalmente retardados para não conseguirem alcançar um ônibus no centro da cidade na hora do rush.
Sou obrigado a citar Michael Corleone de novo: “isso agride a minha inteligência”… e agora vem com essa conversinha fiada de proibir os motoqueiros de darem carona?
A polícia não prende os bandidos não é por que estes usam motos, bicicletas ou skates, a polícia não prende os bandidos por que tem coisa mais importante pra fazer.
Tudo pela segurança.
Como é bom viver em um país que se preocupa com a segurança dos seus cidadãos.
Agora nossos gentis e honestos policiais terão de passar mais constrangimento para educadamente estorquir o dinheiro de quem não tiver atualizado os acessórios de suas motocicletas de acordo das novas resoluções do Detran.
Agora todos os motoqueiros terão de usar capacetes equipados com quatro adesivos refletivos da 3M (só serve da 3M), os motoboys terão de ter adesivos com faixas vermelhas e brancas a 45º nos capacetes e nos baús das suas motocas… e tooooodas as placas de toda a frota de motos do Brasil terão de ser trocadas por novas placas com películas refletidas, adivinhem de qual marca? Acertou quem disse 3M.
Mais um selo pedágio, mais um kit de primeiros socorros, mais um emprestimo compulsório, mais uma CPMF, mais uma mãozada nos nossos já acostumados e resignados bolsos.
Claro que a lei não vai vingar, mas quem se importa?
Daqui a pouco vem o carnaval, vai todo mundo encher a cara de Gim Vitória e bola pra frente… eternamente em berço esplêndido.
Este anúncio da GoodYear reune um escrete de ouro.
Fora o TL vermelho, que apesar de um belo carro destoa do resto, só tem carros que são sonhos de consumo de qualquer um até hoje: O Galaxie azul, o Opala Especial laranja com aquele capô esportivíssimo e o clássico Dodge Charger RT, o nosso Muscle Car, em uma versão lindíssima verde maçã com o capô preto, que dá um toque nervosíssimo.

Para você leitor, que não aguentava mais de ansiedade pelas novas séries do super trunfo enhanced de aviões comerciais, aqui vão elas.
C1 – Douglas DC-3;
C2 – Lockheed L-188 Electra;
C3 – Embraer EMB 120 Brasilia;
C4 – Embraer ERJ 145;
D1 – Hawker Siddeley HS-121 Trident;
D2 – Fokker 50;
D3 – Embraer EMB 110 Bandeirante;
D4 – Fokker 100.
Clique aqui para ver as séries A e B.








Ou 7 meses… fotos.






No ano de 1945, os alemães, já meio desesperados com a derrota iminente, criaram um avião-foguete, de decolagem vertical, semi-recuperável, o “Bachem Ba 349 Natter“, para tentar conter os constantes bombardeios aliados.
O Natter era lançado de uma torre, como um foguete, atingia uma velocidade de subida próxima aos 700km/h em um ângulo quase perpendicular ao chão, e quando acabava o combustível dos seus quatro foguetes usados na decolagem, estes eram descartados e o piloto assumia o controle do engenho, que passava a ser impulsionado pelo seu foguete principal, e faria o que pudesse para descarregar seus misseis nas esquadrilhas de bombardeiros aliados.
Depois de cumprida a sua missão, a cabine era separada do motor e o piloto pulava de para-quedas (espero que a menos de 700km/h).
A queda do motor era amortecida também por para-quedas para que pudesse ser reutilizado em outros Natters.
Era um meio-termo entre uma missão de combate e um vôo suicida.



O vôo de teste
No dia primeiro de março de 1945, o piloto Lothar Sieber foi o escolhido para pilotar o primeiro avião-foguete de decolagem vertical da história.
A decolagem foi perfeita, mas logo após o desprendimento dos foguetes auxiliares o aparelho saiu de controle.
Alguns pedaços se desprenderam e caíram ao chão enquanto o Natter desaparecia nas núvens.
Instantes mais tarde o avião-foguete reapareceu em uma descida vertical, em potência máxima, até o chão, caindo a 7 km da área do lançamento, onde abriu uma cratera de 5 metros de profundidade.
Os espectadores continuaram olhando para o céu, esperando por Sieber em seu para-quedas, mas ele não apareceu.
Alguns pedaços do seu corpo foram encontrados junto com os destroços do Natter.
Mesmo após o incidente, outros Natters foram preparados perto de locais estratégicos, e não faltaram voluntários para pilota-los.
Para a sorte deles a guerra acabou antes de terem de realizar suas missões, e muitos Natters foram destruídos pelos próprios alemães para que não caíssem nas mãos dos aliados (quem é que não iria querer um projeto desses?).
Uma curiosidade interessante deste trágico vôo de Lothar Sieber é que em seu mergulho fatal, ele foi o primeiro homem a quebrar a barreira do som, e é considerado a primeira vitima de um vôo espacial.
Seu vôo durou 55 segundos, em uma velocidade média de cerca de 800km/h.

Fontes: Wikipedia: Bachem Ba 349, Wikipedia: Lothar Sieber, Lone Sentry, AirVenture e Luftwaffe 39-45.