Joguinho muito legal que testa os seus conhecimentos quanto as localizações das cidades europeias no mapa…
Descaradamente colado do blog do CrisDias.
Foi mal, mas este joguinho foi feito para virar post no Presunto.
Clique aqui para jogar.
Abaixo meu recorde e minha posição no ranking… não é muito motivo de orgulho não…
Os verdadeiros Heavy Users do Internet tem avatares.
Avatares são feitos para ser usados em um sem número de sites e comunicadores via Web, como o Orkut, MSN, GTalk… e até aqui no Presunto, que usa o popular recurso do Gravatar, que é um lugar onde você se cadastra e associa uma imagem, que deve ter preferencialmente 80×80 píxels, a um endereço de e-mail… daí, quando você for comentar no Presunto, se escrever no campo do e-mail, o endereço eletrônico cadastrado no site do Gravatar, em vez de aparecer aquele bife sebento ao lado do seu comentário, aparecerá o seu Gravatar.
E como fazer um avatar?
Como seu avatar, você pode usar uma foto bacana, que seja sua mesmo ou de alguém que você admira muito, como o John Lennon, ou o Seu Madruga, ou então pode gerar um boneco digital que tenha as suas características e que seja inserido em algum universo que você goste, ou que simplesmente tenha uma identidade visual bacana…
Agora me vem na cabeça dois lugares em que vale a pena passar divertidos minutos construindo seus bonequinhos.
Um deles é o Sout Park Studio, onde tem uma interfacezinha para você fazer o seu bonequinho do South Park, e de quem você quiser… o site é em flash, e é um pouquinho pesado, mas vale a pena esperar o carregamento… outro lugar é o site sem nome, que faz os avatares no estilo do famosíssimo avatar que o Cristiano usa em todos os lugares da web… e no site dele também… o cara deve ser o maior entusiasta desse gerador de avatares… que é bem divertido também.
Então não perca mais tempo.
Faça seu avatar, depois seu gravatar e deixe de ser mais um bife anônimo na lista de comentários do Presunto.
Diversão garantida.
Absurd.org é um site que o Brunus descobriu nos primórdios da evolução, no longínquo ano 2000, e que continua atual até os dias de hoje, com o seu conceito de instalação web, com um design controladamente horroroso, grotesco, imprevisivel… e excelente.
Poderia ser chamado de o pesadelo da web, mas tem oásis agradáveis e viciantes, como a seção da guerra dos vermes, além de outras formas de simulação de vida na tela… difícil é descobrir de onde vem esses caras, mas vale a pena uma navegada nesse universo pavoroso.
Isso é arte.
Bem, este post era para ter sido escrito em dezembro, e ser uma dica de presente de natal. Devido as críticas a minha preguiça (totalmente reais) e aproveitando que o Cris Dias postou sobre o lançamento da versão definitiva-final-redux-unabridged do filme do Riddley Scott, “Blade Runner” baseado neste livro, arregaço as mangas e ao trabalho.
Bem para começar eu acho um saco esse negócio do diretor ficar mudando o filme e dizendo que agora finalmente está como ele queria. Eu acredito que o filme é o que passou no cinema e eu vi. Editar um filme para que ele se torne um produto comercial é um problema comum a todos os diretores. Só para citar alguns, Polanski, Kubrick e Coppola nunca ficaram com esse nhém-nhém-nhém de ficar mudando o filme, incluindo cenas cortadas na edição no DVD. E olha que alguns filmes destes diretores citados, foram sucesso de bilheteria com mais de 3 horas de filme (Tess, 2001 e Apocalipse Now por exemplo). Tá bom, o Coppola lançou uma versão redux do Apocalipse, mas isso foi uma besteirinha perto das pelo menos 5 versões diferentes que Blade Runner já teve. Outra coisa irritante é o George Lucas ficar alterando o Star Wars e o Spielberg ficar tirando arminha e trocando por walkie-talkies no ET, mas isso são outros quinhentos.
Só para constar, uma versão para os cinemas americanos, uma para os cinemas mundiais, uma para a TV, uma versão autorizada do diretor e agora essa “Final Cut”.
Aluguei e assisti essa última, e sério, é um filmaço, mas muito mais óbvio do que o original. A experiência continua sendo muito legal, aquele visual dark inspirado no quadro “Nighthawks” do Hopper e na estória em quadrinhos “The long Tomorrow” de Moebius/O’Bannon (colei da wiki) e o visual brega retrô dos figurinos, carros e moveis.
Quando assisti a este filme no cinema, fiquei muito mais com uma sensação geral do que com um entendimento linear da estória. E esta sensacão era inquietante. O futuro não seria limpinho? Cheirosinho? Cheio de naves e lasers? Aquele futuro, brilhantemente filmado por Scott, acendeu, ou melhor apagou uma luz em minha cabeça. Guarda-chuvas, Yakisobas e dubiedade entravam definitivamente no repertório do futuro, William Gibson que o diga.

Um belo dia em uma Siciliano (no tempo em que a Siciliano era uma puta livraria e não essa loja americana de livro que é hoje) eu achei o livrinho “Blade Runner – Perigo iminente” da coleção de bolso de ficção científica da Europa-América. Esta coleção, portuguesa, salvou os leitores de sci-fi brasileiros de morrer a míngua durante os anos 80. E tirando o papel vagabundo e o português de portugal ( que troca tela por ecrã, nave por foguetão e por ai vai…) eram (e são) ótimos livrinhos.





Li, e reli. Através daquele livrinho eu havia descoberto o meu autor de ficção científica favorito. Não acreditei que aquele livrinho pudesse ser tão mais complexo e cheio de sutilezas do que o complexo e cheio de sutilezas, filme do Ridley Scott. Fui atrás e descobri que o Philip K. Dick era um prolífico escritor de ficção e sua estórias tinham sempre aquele que de diferença. As coisas nunca eram exatamente o que pareciam. Um livro inteiro, uma realidade sonhada pela viagem induzida por uma droga na cabeça de um dos personagens. Outro, uma cidade inteira construida ao redor de uma pessoa, sem que esta saiba que a realidade não é aquilo. Quando eu vi “O show de Trumman” no cinema fiquei até o final esperando o crédito para o livro chamado “Time out of Joint” de Dick, mas este nunca veio. A família do autor processou e não sei do resultado.
Continuando, o livro de Dick que se chama na verdade “Do androids dream of eletric sheep?” que traduzindo ficaria algo como: Será que os andróides sonham com ovelhas elétricas?, aborda as questões colocadas no filme (pós guerra poluído, migração para os planetas exteriores) e algumas outras mais. Vale muito a pena a leitura. Foi publicado no Brasil primeiro na coleção “Mundos da Ficção Científica” da Francisco Alves a reboque do lançamento do filme em 82 e agora sai de novo com outra tradução pela Rocco, mais uma vez a reboque do re-re-lançamento do filme.
Philip Dick, foi descoberto recentemente,a partir de “Blade Runner”, por Hollywood, e já tivemos vários filmes realizados a partir de seus livros. O ótimo “Total Recall” com o governador da California, O bom “Minority Report”, o não tão bom “O Pagamento” e o excelente “A Scanner Darkly” para citar alguns.
O bom desse boom é que vários livros do autor foram lançados no Brasil, saciando os (poucos) fãs, eu incluído. Li vários direto do inglês garimpados em sebos, comprei alguns pela Amazon, mas ainda existem vários outros a serem traduzidos e publicados aqui no Brasil. Existem boatos sobre a filmagem de “Ubik” e se não me engano antes de “Blade Runner um outro filme foi feito em cima de um texto de Dick, “The Second Variety”, mas não tenho certeza.
E para comemorar a data solene, Mairus Webber se auto-entrevista e faz um balanço de como foi este primeiro ano no comando do maior blog do universo, o maior site do Internet, Presunto.
O fim da sua busca na Web.
Mairus Webber: Então, Mairus, como se sente vendo seu blog amadurecer e completar um ano de vida, achou que melhorou alguma coisa? Conseguiu definir alguma linha editorial? Aprendeu a escrever pelo menos?
Mairus Webber: Olha, Mairus, eu ainda me enrolo um pouco com as crases… e reparei em um erro de concordância que cometi muito neste primeiro ano, que foi tipo “Quando os ônibus vão passarem?”, mas lógico que não desta forma tão grotesca… ficar matando a aula do Edgardo deu nisso. Quanto a linha editorial, sim, eu estou muito satisfeito, pois soltei os dedos no teclado mesmo, perdi a vergonha e saí escrevendo, sempre apoiado naquela bengala do “ninguém vai ler isso mesmo”, mas cheguei a escrever belos posts dos quais me orgulho bastante, e muitos dos que eu mais gosto são verdadeiros fracassos de audiência, como o do Natter e o do GG Allin, que teve um monte de visitas só por que o Cristiano Dias lançou o link no Twitter, mas eu cheguei a pedir pelo amor de deus para alguém escrever algum comentário… mas depois desse tempo já descobri qual o tipo de post que me deixa satisfeito em ter escrito e qual o tipo que me causa quase vergonha de ser o autor, como por exemplo os do assunto “Cidadão Revoltado”, em que eu só falo mal das coisas, me aborreço, falo de coisas chatas… não quero que ninguém venha até aqui para se chatear, mas por outro lado, o blog é para isso mesmo, então, paciência… mas acho que o blog melhora a cada dia, tanto no código quanto no conteúdo. É excelente. Serviu para dar vida ao meu site, me fez ficar no meu site, olhar mais para ele, procurar sempre melhora-lo, além de ser uma importante oficina de WordPress. Estou muito satisfeito.
M.W.: E essa conversinha de que o Presunto é o maior blog do universo, o melhor site da internet…?
M.W.: Não é conversinha não. Se eu falo que o Presunto é o melhor site da Internet é por que ele é o melhor site da Internet… na minha humilde opinião, é claro, mas isso já está subentendido. Se fosse para não ser, eu nem gastaria as minhas digitais. Isso aqui é o meu baú. Aqui eu falo de tudo o que me dá tesão nessa vida (ou de quase tudo), o conteúdo do Presunto é o que melhor se encaixa no meu perfil, já que é feito por mim mesmo, então quando eu falo que é o melhor site da internet é a mais pura verdade.
MW: Você não considera alguns dos seus posts um tanto inuteis?
MW: Considero sim, mas é isso mesmo, afinal eu não estou aqui para competir com o Globo, nem com a Folha de São Paulo.
MW: E o que você tem a dizer da entrada do seu colaborador, Hans?
MW: Cara, em primeiro lugar, o Hans é um Gênio. Qualquer coisa que saia do seu cerebelo, é, no mínimo interessante. Encostar a barriga num balcão com figuras como Hans para degustar cervejas geladas é certeza de momentos agradáveis, de estimulos dos axônios e irrigação do cortex… claro que o Hans não é um agatemeleiro como eu, então ele apanha um bocado para fazer os posts ficarem do jeito certo, as vezes é invadido pela preguiça, o que acaba por atrasar um tanto a sua produção, mas sempre que vejo que ele publicou coisa nova, é certeza de que é coisa boa… e o legal é que apesar de nós gostarmos de um monte de coisas em comum, escrevemos sobre coisas bem distintas. Acho que a chegada do Hans agregou muito valor ao blog.
MW: E daqui pra frente?
MW: Ah, pois é, muitas idéias… tenho um projeto de espalhar pelo site alguns banners fake de empresas falidas, como PanAm, Gordon, Fokker, Lojas HM… acho que se for trabalhado pode render peças divertidas, quero muito, aliás, vou fazer muito em breve, está no topo da minha lista de prioridades para o blog dar uma boa rediagramada da sidebar, que está uma grande Torre de Babel… pensei em criar algum lugar para selos, para poder criar campanhas e tal… mas como você sabe, casa de ferreiro, espeto de pau, as coisas vão acontecendo devagarinho, mas sempre tem alguma coisa mudando. O blog continua cumprindo a sua função primordial de oficina de WordPress, e a cada dia mostra-se uma atividade divertida e relaxante.
MW: Bom, acho que chega de entrevista. Quer dizer mais alguma coisa?
MW: Quero sim. Quero agradecer ao Cristiano por ter praticamente me obrigado a vencer o preconceito e a fazer o blog. O Mestre Brunus Lombardis também me deu uma grande força nesse sentido… Meu “Enviado” especial correspondente do Bairro Peixoto, Hans também trabalha com afinco para enriquecer o blog… e queria agradecer também aos leitores, comentaristas, enfim, todos os que ao passar (viu? “passar”, não “Passarem”) por aqui tornam mais divertida a minha diversão de blogar.
Vida longa ao Presunto, o maior blog do universo.
– Oi, eu queria que vocês me mandassem um tubo de “Creme Dermatológico: acetonido de triancinolona + sulfato de neomicina + gramicidina + nistatina”, por favor.
– Claro senhor, o Sr. quer creme ou pomada?
– Creme.
– O creme é mais caro que a pomada, saindo por R$ 25,00 enquanto que a pomada sai por R$ 22,00…
– Então quero pomada.
– Mas o creme é melhor absorvido pela pele, enquanto a pomada é mais oleósa…
– Então eu quero o creme mesmo.
– Só que o creme não tem.
– Ah… o creme não tem. E a pomada tem?
– Pomada tem.
– Então manda a pomada, por favor.
– Estou mandando, senhor.
– Muito obrigado, até logo.
EdGouveia me mandou outro dia este link, de um site da prefeitura que fala sobre a evolução da ocupação urbana na cidade do Rio de Janeiro… eu achei incrível a prefeitura não ter vergonha de tocar nesse assunto, mas beleza.
O site é péssimo: flash, pesado, horroroso, interface indecifrável, dá pau, enfim, é tudo de ruim… se vacilar até eu faço melhor.
Mas tem uma coisa de bom, ele mostra essas manjadas e belas pranchas que ilustram a evolução de derterminadas áreas da cidade.
E como é a missão do Presunto oferecer sempre a parte mais macia do filé mignon para você, querido leitor, vou publicar as pranchas aqui no maior blog do universo, em quatro capitulos.
O de hoje é “Arcos da Lapa”, em homenagem a minha querida faculdade.
Os outros (Largo da Carioca, Porto do Rio e Praça XV) eu deixo para outro dia quando estiver sem assunto para publicar no blog… o que nunca demora.
Enjoy.





