
E a moça do Globo Esporte anunciou “e agora a novidade do Globo Esporte, uma entrevista virtual com Robinho”.
Dali a pouco apareceu a última novidade em efeitos especiais hansdonnerianos da rede globo: a máquina virtual de “receber” aparições de entrevistados que estejam fora do estúdio.
Um pedestal no chão, que eles chamam de “teletransporte”, onde aparece um holograma do entrevistado, dentro de uma redoma de vidro, com fumacinha e tudo.
Meu deus, que coisa mais ridícula, fiquei morrendo de vergonha.
O designer que cometeu aquilo deve ter assistido “A New Hope” do Star Wars no dia anterior e quando viu o holograma da Princesa Léia, pensou “É isso! Vou botar um desses no Globo Esporte, só que MUITO mais incrementado”.
Será que aquilo tem o dedo do mago das bolinhas de pinball?
Ele nunca me decepciona.
Clique aqui para assistir ao vídeo com a incrível inovação tecnógica.
Sensacional video de um livro de pop-ups (antes do termo virar uma chatice). Bolado pela designer francesa Marion Bataille o livro (ainda em versão beta) é uma aula dessa antiga arte. O que me lembra que eu devo devolver ao Mairus o seu fantástico “The Haunted House”, que já entreteu o Theo e agora deve cumprir sua missão com a Laura.





O famoso “SAS” da cauda significa “Scandinavian Airlines System”.
Uma companhia aérea clássica, que sempre primou pela sobriedade e pelo bom gosto nas identidades visuais adotadas.
Desde a sua fundação em 1946 até o início dos anos 80, a pintura sofreu poucas modificações, sempre em torno do tema original do dragão dos barcos viking.
Todas lindíssimas.
Em 1982 a identidade foi reformulada e os aviões passaram a ter faixas diagonais na parte posterior da fuselagem, no “peito” do avião, com as cores das bandeiras dos seus três países de origem, Suécia, Noruega e Dinamarca.
Me lembro de ter visto vários DC-10 da companhia com esta pintura, estacionados no pátio do Galeão, onde hoje fica o terminal 2.
A companhia voôu com esta plumagem até o ano de 1998, quando sofreu nova reformulação, passando a ter a cauda azul, as turbinas vermelhas e o texto “Scandinavian Airlines” em prateado, alinhado com a primeira janela, uma palavra acima e outra abaixo da linha das janelas.
Simples e eficiente.
E lindo.
Uma história feliz de design.
Algumas curiosidades sobre a companhia…
• Em 1954, a empresa foi a primeira a operar em uma rota sobre o polo.
Mais tarde compartilharia a experiência adquirida com a Aerolíneas Argentinas, quando esta passou também a ter uma rota que sobrevoava o polo, só que o outro polo.
• A SAS foi a única companhia aerea a operar com um modelo especial de DC-9, o DC-9-21, que era um DC-9-10, com asas de DC-9-30, e motores de DC-9-41, que resultava em uma performance superior a dos outros aparelhos da família DC-9, e era apelidado pelos pilotos de “DC-9 Sport”.
A Douglas produziu apenas dez DC-9-21, e todos foram para a Scandinavian.
• Uma das modificações do pacote de reformulações de 1982 foi a autorização à tripulação para sorrir.
• Em outubro de 2007, após três falhas no trens de pouso dos modelos De Havilland Dash 8, a empresa aposentou todos os 27 aviões deste modelo, para desespero da Bombardier, empresa canadense que os produz, além de fabricar também os motores de popa Evinrude.
Fontes: Wikipedia e Plane-Spotter.com





Ano passado escrevi um post manifestando a minha felicidade em ver que o bonde #8 havia voltado da sua reforma em Três Rios, só que recentemente fiquei sabendo através de um panfleto distribuido pelo pessoal da Amast, que o modernizado bonde #8 não pode fazer curvas, e vai ser mandado de volta para Três Rios (ou algo assim).
Com a triste notícia, fui assolado por inevitável descrença na seriedade da administração do que é o símbolo de Santa Teresa.
Vesti então minha roupa de explorador e saí pelas ruas munido da minha câmera fotográfica para registrar os raros exemplares que ainda restam e assim fazer um “Censo” para ver quantos deles ainda circulam e em qual estado se encontram.
Consegui encontrar um bonde, que foi devidamente fotografado e catalogado, o #9… me pareceu saudável, com a voz forte e afinada do inconfundível motor White Westinghouse.
Espero em breve postar mais fotos destes seres que um dia já foram numerosos, mas hoje estão em vias de extinção.
Salvem os bondes!
Não deixem os bondes morrerem!

É isso ai mesmo! O South Park Studios liberou geral TODOS os episódios no seu site. Tem de quebra um AVATAR Studio novo e oficial. Enjoy!!!
Depois do Papelão nas Estrelas, nossos leitores merecem material mais elaborado. Aqui uma boa coleção de videos. Aguns eu já tinha visto outros ainda não. Esse aqui eu achei particularmente bem feito e bem bolado. Mãos ao alto, passe oito minutos de sua vida para ver: “George Lucas in love…”




A história da identidade visual da Trinidad and Tobago Airways, a BWIA, ou BWEE é incrível e trágica.
A empresa foi fundada em 1940, e chegou a ser a mais importante empresa aerea do Caribe.
Nos anos 70 e 80 cortava os ceus em belos TriStars 500, pintados com seu esquema de cores clássico, elegante e original, com a faixa amarelo-ocre cortando a fuselagem branca, acompanhada por um fio horizontal verde escuro e o texto “BWIA” aplicado em magenta, com a logo na cauda que, apesar de se utilizar de tantas cores, era estranhamente agradável.
Só que na virada do século 21 algo de terrível deve ter acontecido com o oxigênio ou com a água que se bebe nas ilhas, talvez uma forte contaminação de coliformes fecais, pois promoveram uma das mais catastróficas modernizações de identidade visual de que se tem notícia.
A identidade visual nova, que tem como elemento base o instrumento musical típico da região, o tambor de aço, é tão horrorosa que pode ser comparada a reformulação do design que a Varig fez nos anos 90.
É de arrepiar.
Confira com seus próprios olhos.
Em 2006 a empresa anunciou que encerraria seus serviços.
Claro, com uma pintura dessas os aviões da companhia devem ter sido proibidos de voar pelo espaço aéreo de vários paises do mundo.
É de cortar o coração ver um lindo L-1011 ser tratado de uma forma tão humilhante.