O “Homem torneira de links”, Cristiano Dias me enviou esta manhã mais um ítem que não pode faltar no Presunto.
O link em questão fala do avião do Iron Maiden, o “FightStar 666″, ou “Ed Force One” um Boeing 757 que é pilotado pelo vocalista da banda, Bruce Dickinson (não confundir com The Bruce Dickinson), e mostra um YouTube com a gravação da conversa da torre com Bruce nos procedimentos de aproximação do aeroporto de Guarulhos.
Quem gosta de aviação vai achar o máximo, afinal quem gosta de aviação é tarado mesmo e gosta de qualquer coisa que envolva aviões… como eu.
Quem gosta de aviões e de Iron Maiden vai achar melhor ainda, quem gosta de Iron Maiden mas não gosta de aviões vai achar meio chato, e quem não gosta de aviões nem de Iron Maiden, vai achar o fim da picada.
E chega.
Agora é hora de meter o pau na pintura do avião do Iron Maiden.
A imagem do Eddie, mascote da banda, que eles resolveram colar na cauda do avião é vertical, mas o leme do 757 é muito inclinado, então sabe o que os espertinhos fizeram?
Sem a menor pena do Derek Riggs, mandaram um “DISTORT” na imagem do monstro, fizeram ela caber na área do leme e bola pra frente, em uma solução que para ficar porca tem que melhorar muito.
HORRÍVEL!
Daí eu já fiquei com má vontade e impliquei com tudo.
Aquela aplicação da logo do Iron Maiden com o outline amarelo por trás das janelas do avião deve ter sido feita pelo mesmo estagiário do birô… e aquela fonte do “Somewhere back in time world tour ’08″ é uma bosta também.
Acho que é até a fonte do clássico Powerslave, mas já fiquei de mal humor.
Em primeiro lugar, não tinha que ser um 757, que é um aviãozinho sem graça pra caramba, tinha que ser um 727, um 707 ou um 737-200, aviões clássicos e barulhentos como o Rock and Roll exige.
E o avião seria logicamente preto, com o tradicional Iron Maiden em vermelho com o Outline Branco, e um Eddie das antigas, como o do Killers, ou o do Piece of Mind… daí estariamos começando a conversar… ou ainda, já que o avião é o “FightStar 666″, que tal o Eddie do The Number of the Beast?
Caramba, será que eu tenho que ensinar tudo?
No terceiro melhor filme de todos os tempos, Fight Club, o nosso herói, Tyler Durden, deu uma bela sacaneada naqueles folders que moram nos aviões, que servem para orientar os passageiros sobre os procedimentos de segurança em vôo, em casos de emergência e tal… disse que as figuras que o ilustravam apresentavam semblantes passivos como vaquinhas de presépio, alguns até sorrindo ao se preparar para um pouso forçado.
Na verdade eu não tenho nada contra aquele folder clássico com aqueles desenhozinhos de nanquim pintados com aquarela… e não sei se foi por causa da crítica de Durden, mas a Finnair fugiu daquela fórmula e ilustrou o seu encarte com uma bonequinha 3D bem engraçada, com os olhos arregalados e o batom borradíssimo… em algumas situações ela parece estar mesmo bem amedrontada… e como essas finlandesas ficam amarelas quando estão com medo, hein?
Me amarrei na bonequinha da Finnair…
…
“Bonequinha da Finnair”?
Agora me ocorreu uma coisa… o avião do encarte é um Embraer 170… será que o encarte foi feito pela Embraer, e a Finnair só aplicou a logo dela?
Agora fiquei na dúvida… e o pior é que faz até mais sentido, pois o encarte fala sobre os equipamentos do avião, portas de emergência… pensando bem, claro que foi feito pela Embraer.
Conseqüentemente podemos concluir que são as brasileiros, e não os finlandeses que ficam amarelos daquele jeito ao enfrentar situações adversas.
Scan original baixado do “Airchive.com – The Webseum of Commercial Aviation“.

Nos anos 70 arqueólogos italianos escavaram da cidade queimada no Iran um pequeno potinho que mostrava imagens de um bode saltando. Mas apenas recetemente pesquisadores Iranianos constataram se tratar de uma sofisticada animação.saiba mais
Parabéns, Hans mais velho.
O Presunto agradece a sua valiosa contribuição.
Tudo de bom para você e todos os seus.
Abaixo algumas fotos para ver se você se empolga a voltar a praticar o mais nobre dos esportes.

Acabo de atender ao telefone e a mulher do outro lado – Bom dia, aqui é [nome dela que eu não me lembro], da [nome da instituição, que também não me lembro]. Aí é da casa da Dona Zuleide Teixeira (ou algo parecido)?
– Não.
– O Sr. Não Conhece a Dona Zuleide Teixeira?
– Não.
– Com quem eu falo, por favor?
– Mairus (o imbecil).
– Pois não, Sr. Mairus, eu gostaria de aproveitar a ocasião para estar lhe oferecendo o cartão da…
– (!?!?!?!?!) Não, obrigado, não estou interessado.
– O senhor pode me dizer o motivo, Senhor Mairus?
– Você ligou o número errado, já esqueceu?
– A [nome da fucking instituição] agradece a sua atentúú-túú-túú-túú-túú-túú…
Vá pro diabo que te carregue, ser desprezível!!!
Sábado estava eu saindo de casa e enquanto esperava a Roberta descer fiquei “trocando idéia” com um simpático negão de uniforme da Oi/Telemar que estava lá perto do carro.
O papo que rolou foi mais ou menos esse:
– Bom dia, Sr. funcionário da Oi/Telemar.
– Bom dia, Sr. morador.
– Telefone quebrado por aí?
– Não, Velox.
Ora, eu vivo tentando botar Velox aqui em casa, mas sempre me dizem que as linhas telefônicas do condomínio ainda não estão preparadas para receber o serviço, que no momento é impossível e que não há previsão para a disponibilização da banda larga da Oi/Telemar para o meu condomínio, e tal… será que alguma coisa mudou e já temos moradores com Velox? Que maravilha!
– Ah, o Velox já está chegando aqui no condomínio? Que legal…
– Não, o cliente que eu vim visitar é ali em cima, no Morro dos Prazeres.
Dali a alguns segundos chega pela trilha que dá acesso à favela a ex-empregada daqui de casa, Eliete, me cumprimentou (me adora) – Oi, Tico, tudo bem? Como vai a Laura? E a Roberta? E Seu Jairo? blábláblá, blábláblá, blábláblá… – depois de cumprido o protocolo, dirige-se ao funcionário da Oi/Telemar – É o senhor que é o moço da Internet? Por aqui por favor… Tchau, Tico.
– Tchau, Eliete.
– Tchau, Sr. morador.
– Tchau, Sr. funcionário da Oi/Telemar.
E lá foram os dois pela trilha de acesso à comunidade.
E eu fiquei lá, arrumando a nenem no carro, com um sorriso bobo nos lábios “pelo menos vai pro blog”.
Nos meados dos anos 80, eu flertei com o Rock and Roll, chegando a ser baterista de uma banda de Rock, o “Gelo Quente”, composta por Rodrigo Rangel nos vocais, Pelí na guitarra base e Guilherme na guitarra solo (não tinha baixista).
Cheguei a participar de alguns ensaios da banda no apartamento do Pelí, onde eram realizados, mas logo fui afastado por bater muito forte no prato da bateria do irmão do pelí, cedida por ele para os ensaios da banda, além de esfarelar as baquetas do menino por fazer a base “caixa-contra-tempo” com as mãos invertidas.
O odioso Jakes Daniels, que assumiu as baquetas após o meu afastamento da banda, mostrou-se um baterista mais completo do que eu, apesar de eu preferir o meu estilo mais… “ramônico”, digamos.
Mas minha contribuição para o Rock dos anos 80 fui muito maior do que a breve passagem pela bateria do Gelo quente.
“Badalhoca” é uma música de minha autoria, que foi executada em vários saraus pelo Rio de Janeiro a fora, como Festicap, Fesói e São Vicente, além de ter sua letra publicada na Forja, o jornal do Grêmio do Cap-UFRJ.
É possível que ainda exista um exemplar da nossa fita demo, com os quatro primeiros sucessos… Badalhoca e mais três.
Até hoje me vêm lágrimas aos olhos quando me lembro desses versos sendo proclamados debaixo da lona sagrada do Circo Voador, para o delírio da multidão…