Mairus Webber

Presunto

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2008
Braniff International Airways: os bons tempos da aviação
Domingo, 29 de Junho de 2008 - 23:53
Mairus Webber - 338 visitas

Convair 340-32 - 1964

Boeing 707-227 “The El Dorado Super Jet” - 1961

Bac 1-11 - 1964

Boeing 727-100 “End of the Plain Plane” - 1972

Bac 1-11 “End of the Plain Plane” - 1970

Boeing 727-100 “End of the Plain Plane” - 1970

Boeing 727-100 “End of the Plain Plane” - 1970

Boeing 707-227 “End of the Plain Plane” - 1970

Lockheed L-188A Electra “End of the Plain Plane” - 1967

Boeing 747-100 “The Big Orange” - 1979

Douglas DC-8-50 “Flying Colors” - 1974

Boeing 727-100 “Flying Colors” - 1977

McDonnell Douglas DC-8-60 “Flying Colors” - 1974

McDonnell Douglas DC-8-60 “Flying Colors” - 1978

Boeing 747SP Nova “The Big Orange” - 1980

McDonnell Douglas DC-8-60 Derradeiro esquema da Braniff original - 1982

Airbus A320 - Nova Braniff - 1990

A Braniff International Airways operou entre os anos de 1928 e 1982, e seu fim foi resultado da não adaptação as novas realidades da aviação, que ia deixando de ser uma atividade glamurosa e alegre para se tornar prática e impessoal.
Muitas companhias aereas como a PanAm, Sabena e a Swissair quebraram por insistirem nos velhos modelos de operação… um exemplo mais próximo é a nossa Varig, só que esta continua voando mesmo quebrada.
Entre os anos 30 e 50, a Braniff voava com DC-2s, DC-3s, DC-6s, C-46s, entre outros aviões de motor a pistão, pintados com esquemas de cor com ornamentos azuis e vermelhos em cima da fuselagem branca.
Na entrada na era do jato, em 1959, com a introdução à frota do Boeing 707-227, a companhia ganhou prêmio de design com o “The El Dorado Super Jet”… os esquemas de cor da Braniff (quase) sempre foram alegres e bem bolados.
Mas foi nos anos 60 com a intervenção do arquiteto Alexander Girard e do designer de moda italiano Emilio Pucci, com a campanha “End of the Plain Plane”, que a Braniff se soltou pra valer.
A identidade visual da companhia foi radicalmente modificada, e os aviões passaram a ter suas fuselagens pintadas em apenas uma cor sólida, escolhida entre as sete definidas por Girard, e tinha as asas e lemes brancos.
Foi adotada também a utilização da sigla “BI” em suas caudas.
O novo esquema de cor era revolucionário para a época, quando as companhias aéreas ainda usavam pinturas discretas, com aplicações de textos espartanas, em corpos de fonte modestos… este esquema inspiraria mais tarde a noss velha TransBrasil a criar a sua série “Energia Colorida“, no início dos anos 70.
Pucci, que era designer de moda, criou vários modelos de uniformes psicodélicos para a tripulação, incluindo até um capacete-bolha para as aeromoças, no melhor estilo espacial, muito em voga na época.
Pode-se dizer que a Braniff era uma companhia alegre, que valorizava o ato de voar.
Em 1968, a empresa lançou uma campanha “if you’ve got it — flaunt it!”, que eu ainda vou descobrir o que significa, e tinha como garotos-propaganda personagens do naipe de Andy Warhol e Salvador Dali (tubes no bottom do post).
Nessa época companhia modificou o esquema de cores com que voava desde o início da decada de 60, com o novo “Flying Colors”, que adotava 15 composições diferentes, desta vez pintando também as asas e as caudas dos aviões nas cores da fuselagem… havia também uma pintura exclusiva para os Boeings 747 e 747SP da companhia, também conhecidos por “747 Braniff Place” e “The Most Exclusive Address In The Sky”, a “The Big Orange”.
Apesar de não me ligar muito em pinturas artísticas em fuselagens de aviões, não posso deixar de citar os famosos aviões da Braniff pintados pelo artista plástico Alexander Calder, que criou os esquemas exclusivos “Flying Colors of the United States” e “Flying Colors of Mexico”, mas este último nunca chegou a ser aplicado a nenhum avião da companhia.
Em 1977 a companhia dispensou os trabalhos do designer fashion Pucci e contratou o designer americano Roy Halston, no intuito de dar um visual mais americanizado para a companhia, alterando inclusive o esquema “Flying Colors”, aplicando o nome “Braniff” em uma fonte “no estilo manuscrita” (argh), e incorporando esquemas de cor mais ousados, como os pretos e dourados à frota… no meu ver perderam a mão feio.
Em 1978, a empresa fez um acordo com a British Airways e com a Air France para operar com o Concorde.
Alguns vôos chegaram a ser realizados com os aviões supersônicos ainda nas cores das companhias originais e com a tripulação da Braniff, mas a idéia não deu muito certo… parece que na verdade foi mesmo um fracasso.

As cores da Braniff chegaram a ser aplicadas em um dos lados de um dos Concordes para que fosse fotografado e utilizado na publicidade da empresa, mas nunca chegou a voar regularmente um Concorde pintado de Braniff.
Em 1978 a empresa investiu maciçamente em estratégias que depois se mostraram equivocadas, e em 15 de maio de 1982, a Braniff foi a primeira empresa aérea americana a abrir falência.
Em 1984 houve uma tentativa de reativar a empresa, com novo conceito e identidade visual, e 1988, faliu de novo.
Em 1991/1992, foi feita outra tentativa fracassada de se trazer a Braniff de volta aos ceus, e fim.
Durante a época de ouro da Braniff International Airways eu ainda nem povoava este planeta, mas não tenho como deixar de me fascinar com o jeito que o ato de voar era visto naquela época, época do jato puro, dos aviões barulhentos e fumacentos, dos fartos serviços de bordo, época em que voar era uma atividade glamurosa, sempre associada a alegria e diversão… época dos terraços panorâmicos abertos para que os spotters pudessem ouvir as turbinas em todos os seus decibéis em meio e deliciosas baforadas de querosene… e a Braniff era a síntese deste pensamento.
Por isso que não existe mais.
Hoje é Nutry e boca seca.
Abaixo os vídeos do YouTube das propagandas da empresa protagonizadas pelos megastars Andy Warhol e Salvador Dali.

Fontes:
- Braniff International;
- Wikipedia;
- Boeing 727 Datacenter;
- Braniff Pages.

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2008
Image Fulgurator…
Sábado, 28 de Junho de 2008 - 13:16
Handofsky - 164 visitas

O cidadão em Berlin, fez uma anti camera. Ela não bate fotos, ela projeta imagens sobre a cena. E ainda, é disparada quando detecta um flash de outra camera sendo disparada. Resultado, o turistão cheio de vontade de bater fotos, leva para casa algo mais.
A parada foi feita para aparecer em uma exposição de arte digital, mas o cara virou uma celebridade instantânea quando as empresas pensaram sobre a utilização comercial.

Postado no assunto Arte, Diversão, Fotografias, Turismo | 3 Comentários »
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2008
Enfim saiu o AVG 8 Free
Quinta-feira, 26 de Junho de 2008 - 22:23
Mairus Webber - 361 visitas

Eu já estava ficando preocupado, mas a Grisoft enfim disponibilizou a nova versão “free” do AVG.
Vasculhei o site da Grisoft, mas não encontrei nada… só fui encontrar pelo São Google.
Deve estar em algum lugar no site oficial do fabricante, como sempre muito bem escondido… desta vez eles devem ter escondido tão bem que eu não consegui achar.
Baixei o meu nesse link aqui.
Instalei por aqui e parece ser mesmo o bom e velho anti-virus das multidões.
Espero que seja útil.

Postado no assunto Atualidades, Coisas que Funcionam, Internet, Papo de Nerd, Utilidade Pública | 3 Comentários »
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2008
Muito boa a corrida de hoje de manhã em Magny Cours
Domingo, 22 de Junho de 2008 - 19:12
Mairus Webber - 200 visitas

Trulli e Kovaleinen

Jean Todt e Andy Warhol conversam no paddock

Acho que a parte mais legal da corrida de hoje foi o bom desempenho da Toyota, com Trulli chegando em terceiro depois de uma luta enlouquecida com o Kovaleinen… foi emocionante o pega entre eles nas voltas finais… Kovaleinen que também merece elogios pelo seu excelente desempenho, chegando em quarto depois de ter largado em décimo… e ainda sobre a Toyota, cheguei a ficar empolgado com o Timo Glock em quinto depois da parada precoce do Fernando Alonso, mas depois ficou lá pra trás… Alonso que inclusive tomou a primeira poeira do nosso Nelsinho Piquet, até que enfim o filho do nosso maior piloto conseguiu mostrar seu valor, afinal não foi ele contratado pela Renault somente pelos seus olhos azuis e pelo seu carisma e traquejo social.
Hoje não teve show do polaco Kubica, pois não foi dia de BMW… segundo Galvao e seu Staff a equipe alemã não se entende com o asfalto liso do circuito frances… outra coisa que eu tinha ouvido falar era que Magny Cours ia sair do circuito por conta de a cidade próxima não oferecer uma infra-estrutura adequada para o pessoal do circo… pelo jeito esqueceram disso… afinal, os figurões só andam de helicóptero, e os mecânicos não dormem mesmo…
Outro que eu adoro ver correr é o Lewis Hamilton, que hoje tentou dar uma de Dick Vigarista e acabou jogando a corrida fora de uma vez… mas o “Tiger” ainda vai dar o que falar, pois ele pilota muito e não tem muita paciência no trânsito não… com ele é “ou dá ou desce”.
Gosto muito do estilo do Inglês… voltou dos boxes com a faca nos dentes e deu logo uma rodada na venta do “Principe das Asturias”, que deve ter chorado muito por uma mistura de ódio e medo.
Pilotos como Hamilton é que fazem a fama da Formula 1.
Acho que é isso… estarei esquecendo alguma coisa?
Ah… claro.
Felipe Massa ganha a corrida com total legitimidade, pois afinal, defeitos como o que tirou do Kimi Raikkonen a primeira posição acontecem, e não tiram em nada o mérito da vitória do piloto brasileiro.
Parabéns, Felipe Massa.
O duro agora vai ser aturar duas semanas de você dizendo que tem dois metros de altura e é o loiro dos olhos azuis mais bonito e cheiroso do paddock.
F1 é a maior diversão.

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2008
Sinais de Fumaça
Terça-feira, 17 de Junho de 2008 - 11:31
Handofsky - 153 visitas

Para não esquecer da senha para escrever no Presunto e para tirar este post reclamante AMIL do Mairus do topo do blog, escrevo para variar…

Olha só que maneiro este trabalho antigo de Alexey Titarenko. Ele bateu fotografias de longa exposição de São Petesburgo, e a massa de pessoas circulando se transformou nessa fumaça fantasmagórica. Boa reflexão sobre a evanescente e fugidia presença humana. Somos fumaça.

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2008
Ontem o consumidor Mairus foi prontamente não atendido pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor da Amil
Quinta-feira, 12 de Junho de 2008 - 7:55
Mairus Webber - 172 visitas

Pois é.
Minha doce Roberta foi pagar o boleto vencido da Amil do plano de saúde da nenem pela internet, e cometeu a infelicidade de escrever no campo da mora, ou da multa, não sei direito, o valor da mensalidade novamente, o que resultou em um pagamento do dobro do valor do valor original do boleto.
E lá fui eu ligar para os caras.
Três três um um, mil.
Após algumas tentativas dando ocupado, o que já é um mau sinal, consegui que me atendessem.
Contei para a moça a minha história triste e ela me disse que eu teria que esperar a compensação do boleto para então me dirigir a uma agência da Amil para pegar o dinheiro que foi pago a mais.
Me disse ainda que não é perimitido o pagamento de boletos vencidos pelo internet, pois iriamos calcular o treco todo errado (não foi com essas palavras, mas o motivo é este)… pelo jeito eles esqueceram de avisar isso para o banco do boleto, o Itaú.
Beleza.
Educadamente expus para a moça que da mesma forma que eu não os faço terem que vir à minha casa para recolherem minha mensalidade, eu gostaria, por uma questão de reciprocidade, que tivessem a gentileza de não me fazerem ter que ir à casa deles quando fosse a minha vez de receber.
Simples.
Nada mais justo.
A moça foi falar com o supervisor e voltou dizendo que a única maneira de eu reaver o meu dinheiro pago a mais era mesmo ir a uma agência da Amil.
Daí eu já me emputecendo, argumentei – Olha, minha linda, eu não vou a agência da Amil nenhuma. Eu quero que você resolva meu problema. Se por razões burocráticas vocês não podem me devolver meu dinheiro, então que me enviem um boleto para o mês que vem, descontando o valor que eu paguei a mais. Me parece uma solução simples razoável para todos nós.
Na verdade é uma solução óbvia.
– Meu senhor, isso é impossível, pois eu não tenho acesso ao seu boleto.
– Mas como não tem acesso ao meu boleto? Você não é a Amil? Se você não tem acesso ao meu boleto, quem tem então?
– Impossível senhor.
– Vocês não se auto-entitulam “Serviço de Atendimento ao Consumidor”? Pois bem, eu sou um consumidor. Me atenda. Resolva meu problema.
– Senhor, eu já falei com meu supervisor e ele já me disse que o único procedimento é o senhor ir a uma de nossas agências.
– E se eu não for, o que acontece?
– Daí o seu dinheiro vai ficar aqui até que o senhor venha pega-lo.
É isso.
A mocinha estava simplesmente me dizendo que eles iam gentilmente ficar com o meu dinheiro.
“Perdeu, preibói”.
Se eu estivesse em casa, não deixaria pedra sobre pedra, mas não cabia continuar com esse show no meio do escritório… é nessas horas que eu me arrependo de ter desistido de tentar comprar as minhas tão sonhadas bazucas.
Despedi-me, desliguei o telefone e saí da sala cuspindo marimbondo.
E pensar que cada posição de tele-atendimento em uma central dessas sai por volta de quatro mil reais por mês.
Tanto dinheiro para realizar uma merda de serviço como este.
Se pegassem esse dinheiro e abrissem uma zona, com luz vermelha na entrada e tudo, com certeza ofereceriam um serviço bem mais útil para a população.

Postado no assunto Atualidades, Cidadão Revoltado, Vida de Babaca é Atribulada | 2 Comentários »
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2008
Você reclama do Coronel Tchutchenko? É por que não é cliente da WB Internet
Terça-feira, 10 de Junho de 2008 - 8:29
Mairus Webber - 492 visitas

Já viram aquela propaganda da Net, que mostra uma família de soviéticos imbecis em uma casa congelada, entediados por que não tem banda larga ou TV digital, e para espantar o tédio atiram bolas de neve um na cabeça do outro enquanto toca a musiquinha “Na Sibéria não tem nada disso”?
Pois bem, eu moro na Sibéria.
Aqui não tem nada disso de Virtua.
Já telefonei pra lá, pedi para eles, mas não existe qualquer previsão de disponibilizarem o serviço para o condomínio onde eu moro… Velox a mesma coisa.
Não deve valer a pena a relação custo x benefício… ah, a propaganda que ridiculariza a minha família, esta chega sim… talvez para eu sempre me lembrar do zero à esquerda que represento para eles.
Me vejo todos os dias na tela da TV fazendo cara de otário e tentando assistir a TV do vizinho com o meu binóculo.
Quer saber?
Caguei para eles.
Eu tenho WB Internet.
WB Internet é a opção para quem mora aqui e precisa de banda larga.
É uma empresa de Internet a rádio que odefece o serviço para o meu condomínio.
Ora, eu já fui, aliás, ainda sou cliente do Coronel Tchutchenko, pois possuo o plano básico da Net para TV por assinatura, aquele que a cada semestre tem um canal a menos, pois meu plano nunca me deu direito ao canal que foi cortado, ele só aparecia na minha grade por que eles me davam de lambuja (explicação que me deram quando perguntei por que meus canais estavam sumindo), e sei dos problemas de atendimento da Net, que vive saindo do ar, que se você atrasa o pagamento eles cortam o seu sinal, mas se eles te deixam sem sinal, você tem que rebolar por horas com a central de atendimento até que eles te devolvam os R$2,28 referentes ao tempo que ficou sem TV, se você marca uma visita e o técnico não aparece, é normal, mas se o técnico vem e você não está, você paga cinquenta e tantos reais de multa… em suma, eu sei que a Net é uma empresa que caga na cabeça do consumidor, mas o grau de desleixo da Net em nada se compara com o da WB Internet.
Depois de ser cliente por alguns anos da empresa, já não me surpreendo mais com algumas características do serviço que eles oferecem.
Para começar, a única maneira que existe para se comunicar com eles no caso de a Internet cair é por e-mail, pois o telefone do suporte só dá ocupado… e convenhamos que enviar e-mail quando a Internet cai torna-se uma tarefa bastante complicada… mas também não faz muita diferença, pois não são respondidos mesmo.
Eu que já tenho a manha de cliente antigo, quando enfrento esse tipo de problema, telefono para lá e sempre escolho a opção “Vendas”, daí quando a moça atende, e é claro que ela atente, eu falo, “Suporte, por favor”, daí ela transfere.
Outra característica interessante da WB Internet é a precificação dos planos.
O meu plano é o mais chulé de todos, de 256kb/s, pois é o que oferece o preço por kb/s mais barato, indo no sentido totalmente oposto ao da laranja bob’s.
O preço do meu plano de 256kb/s é R$50,00, e eles oferecem outros dois, um de 384kb/s, por arredondados cem e outro de 512kb/s, por duzentos… isso é que é estratégia, tipo “Você quer ter mais? Então pague MUITO mais.”
Eu já disse que quando a internet cai o suporte fica quase impossível de ser acessado? Já, né… mas sabe o que acontece quando a internet cai durante o final de semana?
Simples.
Segunda-feira eles consertam.
Felizes e sorridentes.
Afinal para que você vai querer Internet durante o fim de semana?
Fim de semana é para ir para a praia encher a cara de cachaça.
Outro dia a internet caiu no primeiro dia de um feriado prolongado… saldo: quatro dias sem Internet.
É claro que eles enforcaram o feriadão, tinha alguma dúvida?
Pra que eu vou pagar para ficar gente de plantão no fim de semana se no próximo dia útil os meus pobres clientes vão continuar comigo?
Eles não tem opção mesmo…
É assim que a WB Internet trata os seus clientes.
Eu já sou um devoto de São Random, e agora sou devoto também da Santa Concorrência.
Leitor, se você se aborrece com o atendimento da Net, e sempre que liga para lá se decepciona por que o Coronel Tchutchenko nunca pode te atender, levante as mãos para os céus, pois poderia ser muito pior.
Você poderia ser cliente da WB Internet.
PS.: Este post foi todo escrito no Notepad, em um domingo inteiro sem Internet, e no telefone da WB Internet, era assim: atende a musiquinha, “Obrigado por ligar para a WB Internet, blá, blá, blá…” depois vem uma mensagem “você é o próximo a ser atendido”, que se repete por três vezes ao longo de uns cinco minutos, depois vem a incrível mensagem, com tudo emendado “sinto muito, mas o telefone 2222 não atende no momento. Deixe seu recado após o bip, e após a mensagem, desligue o telefone ou digite tralha; sinto muito, mas a caixa postal de mensagens dos usuários está lotada.”, depois disso a ligação cai.
Fiquei esperando para ver se a robô cantava “Daisy” no final, mas não rolou.
Tente você mesmo.
Lique para 3724-3409 e conheça um novo sentido para a expressão “péssimo atendimento”.

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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008