

O que uma grande angular não faz, hein? A Brasília do anúncio parece até uma barca Rio-Niterói, dado o espaço com que conta nosso fashion garoto-propaganda para a leitura de seu rico periódico.
Repare no tom amostardado do exemplar escolhido para a divulgação… onde foram parar todas essas tintas?
Bom, como a moda é cíclica, um dia elas voltam, daí nós poderemos voltar a curtir de novo as tonalidades ultrasaturadas e sólidas no lugar das dos tão desbotados congestionamentos de hoje em dia…
É Photoshop, pô!
Eu queria entrar numa concecionária Volkis e sair com uma dessas…
Mas na verdade eu queria uma Variant laranja… Motor roncando, buzina Beeep, e aquele fator repulsor de 4×4 de madame.
Eu posso dizer que tenho o prazer e a felicidade de apreciar um gostinho da “tecnologia” do passado ao volante de minha Brasilia 1979 “de estimação”. Não é meu carro do dia a dia (para isso tenho um 1.0 comunzinho) mas me traz alegrias a cada volta, relembrando sobretudo uma época feliz de minha infância e de um passado tão glorioso do nosso Brasil. Uma época onde a industria nacional podia ser limitada, mas projetava um carro totalmente ao gosto (e ao bolso) do brasileiro. Aliás, a Brasilia foi o primeiro projeto de grande escala produzido pela VW fora da Alemanha. Uma primazia para um carro hoje esquecido. Valeu o post!