

E não é que o nosso querido Nelsinho Piquet acabou ajudando de forma decisiva a Renault a conquistar a primeira vitória na temporada 2008… e da maneira mais estapafúrdia, pois a sua porrada naquele muro desencadeou um festival de paradas nos boxes, e como o seu companheiro de escuderia, Fernando Alonso já tinha sido o primeiro a parar, por ter largado levíssimo, acabou ganhando a vitória de presente… pena que eu não creio que isso vá ser levado em consideração na hora da renovaçao do contrato… agora, falando sério, se o Nelsinho Piquet conseguir renovar com a Renault para 2009, vai ser sinal de que seu pai, o troféu limão tricampeão, Nelson Piquezão tem mesmo muita influência no metiê, pois a temporada do coitadinho vem sendo um desastre.
Sebastian Vettel fez novamente uma corrida regular, largando em sexto e chegando em quinto, o que foi novamente um bom resultado para uma Toro Rosso, só que na minha opinião o maior destaque da prova foi a segunda colocação do Nico Rosberg e sua Williams, depois de cumprir punição de dez segundos parado nos boxes e tudo, além das suas duas paradas regulamentares… uma corrida sensacional do finlandes.
E o nosso Rubinho é muito loser.
Depois de enguiçar com a sua Honda logo na saída do seu pit-stop, o solicito brasileiro ficou no carro para praticar seus dotes de manobrista, ajudando os fiscais a retirarem seu carro do meio da pista, e aproveitou para passar com a roda dianteira por cima do pé do pobre trabalhador… depois, para o delírio da plateia, retirou a sua luva e a arremessou para o alto com toda a força que deus lhe deu, com a intenção de presentear algum fã com o referido souvenir, só que a luva pegou um efeito curioso em sua trajetória, que a acabou colocando em uma parábola direta para o valão… perdida para sempre.
Depois disso, inevitável cara de bunda, tchauzinho com sorriso amarelo e dez no viado.
Impagável, o Rubinho.

O Presunto vive!
E segue a velha série do super-super-trunfo de aviões do mundo todo.
Interessante notar que as cartas J2 e J3, contendo os Boeing 787 e Airbus 350, respectivamente, tinham os anos de 2007 e 2008 como previsão de lançamento, o que pelo jeito não aconteceu…
I1 - Boeing 747-400;
I2 - Boeing 747-200;
I3 - Boeing 777-300ER;
I4 - Boeing 777-200ER;
J1 - Airbus A380;
J2 - Boeing 787;
J3 - Airbus A350;
J4 - Embraer ERJ170.
Clique aqui para ver as séries G e H.









Grande sinuqueiro, vigarista, jogador de poker, cowboy, bombeiro… foi para o céu dos olhos azuis de Hollywood encontrar-se com o também bombeiro, piloto das 24 horas de Le Mans, fugitivo do inferno, Steve McQueen… vai pela sombra.
Minha mulher, Roberta, teve que sofrer uma cirurgia de emergência, e precisou tomar algumas bolsas de sangue, que se não determinaram, contribuiram fortemente com o sucesso da intervenção.
Segundo o pessoal do banco de sangue do Copa d’Or, os estoques de sangue andam baixos por lá, e como de praxe, nos foi solicitado o arrebanhamento de doadores para ao menos compensar o sangue utilizado… nada mais justo.
Este post fornece informações importantes para quem estiver interessado em contribuir.
• Intervalos mínimos entre doações: 2 meses para homens e 3 meses para mulheres;
• Doações máximas por ano: 3 para homens e 2 para mulheres;
• Estar com boa saúde;
• Ter entre 18 e 65 anos;
• Pesar mais de 50kg.
• Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs);
• Usuário de drogas ilícitas venosas;
Múltiplos parceiros sexuais;
Hepatite, malária, epilepsia, câncer, doença cardíaca grave, doença de chagas, gravidez e cirurgia há 6 meses.
• Alergias;
• Herpes em atividade;
• Qualquer infecção, inclusive gripe.
Importante: No dia da doação ou do teste não se deve ingerir alimentos gordurosos, especialmente manteiga, margarina ou frituras. Não se deve doar em jejum.
O sangue passa por uma análise rigorosa antes de ser considerado segura para a transfusão.
nesta seleção dos sangues doados são realizados os seguintes testes:
• Classificação dos grupos sangüíneos ABO e Rh;
• Aids;
• HTLV I e II;
• Sífilis;
• Hepatite C;
• Hepatite B;
• Doença de Chagas;
• Anemia Falciforme.
De segunda a sexta-feira, das 8h às 16h e sábados, das 8h às 11h.
Hematologistas Associados S/C Ltda.
Rua Conde de Irajá, 183, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ
(21) 2537-7440 - www.hematologistas.com.br


Na última sexta-feira, 19 de setembro, quase onze meses depois do meu desastroso mergulho na piscina do meu pai, tivemos outro período de hospedagem forçada no nosso já conhecido Copa d’Or, só que desta vez quem chegou na horizontal foi minha mulher, Roberta.
Sexta-feira, fim de tarde, eu estava no cata-corno da 1001, vindo de Cabo Frio para o Rio, e logo depois de passar do trevo de Manilha, toca meu celular, o Guigo me perguntando onde eu estava, se eu iria demorar, que a Roberta estava passando mal… na entrada da ponte, em Niterói, eu telefonei para casa e ele me disse que ela estava dormindo no quarto – melhorou – pensei.
Peguei o SanTaxi na rodoviária e fui para casa.
Entrei, e na sala estavam Guigo, Penha e Laura.
– Fala, Guigo, olá, Penha – e fui agarrar a Laura… beijos, beijos, e pensei – vamos ver a mamãe no quarto? – mas não deu tempo de transformar em palavras, Guigo disse – Minha mãe esta no Copa d’Or.
Larguei a mala e peguei o capacete.
Liguei para o celular do meu pai, que a socorreu, e ele me disse que ela estava sendo medicada, e tal… toca pro Copa d’Or.
Copa d’Or, entrei na emergência, encontrei meu pai e a Ticha, fui lá para dentro e encontrei a Roberta na maca, que se queixava muito de dores na barriga… já tomava soro e analgesicos, mas segundo ela não estavam segurando a onda das dores terríveis que ela sentia.
Os primeiros palpites dos médicos eram de apendicite, mas os sintomas não batiam exatamente com a mazela, outro palpite era de que fossem simples gases, ou como diz a minha avó Mafalda, “um peido atravessado”.
Estavam preparando-a para fazer uma ultrasonografia, e ao tentar passar da maca para a cadeira de rodas, teve um “teto preto”, e quase desmaiou. Deitou-se de novo… hmmm… desmaiando por causa de gases… alguma coisa não bate.
As horas iam passando e a dor ia aumentando cada vez mais… eu, que não tinha comido nada o dia inteiro, fui comer um churrasquinho com queijo no galeto em frente ao hospital (recomendo).
Voltei, e ela já tinha ido para a ultra, na maca mesmo.
Em algum momento eu telefonei para a mãe da Roberta, Heloisa, e pedi que ela fosse para a minha casa ficar com a Laura e o Guigo, liberando a babá, Penha.
A Heloisa, por sua vez, ligou para o Rafael, irmão mais velho da Roberta, que em alguns minutos chegaria ao hospital.
Antes do retorno da Roberta dos exames para sua baia, nos biombos da emergência, meu pai já tinha me comunicado o resultado da tomografia, que era faca… não sabiam direito o que era, mas já sabiam que era faca.
O diagnóstico de gravidez tubária veio com o resultado do exame de sangue.
O médico participou a Roberta do diagnóstico, enquanto ela piorava a olhos vistos.
Nisso chegou o Rafael e eu saí para ficar lá fora com a mulher dele, Luciana, enquanto ele entrava na emergência para ver a sua irmã enferma.
A médica da Roberta, Dra. Helena e sua equipe, já estavam a caminho para fazer a cirurgia.
Ficar lá fora foi bom pois eu pude ficar fumando um cigarro atrás do outro, e me confortava saber que ela estava com o Rafael, com quem ela se sente segura, e que foi nota dez, do início ao fim.
Dali a alguns minutos chegou a Dra. Helena e seu sequito.
Passou-se mais um tempo e à exata 0h de sábado, Rafael veio me chamar na calçada em frente ao hospital para que eu desse um beijo de boa sorte na Roberta antes de ela entrar no elevador para ir para a cirurgia de emergência.
A maca dela já estava com os pés bem mais altos que a cabeça, pois segundo eu fui saber só depois, ela havia já desmaiado duas vezes.
Estava branca como o meu suvaco.
Dei beijinho, – vai tranqüila, meu amor, estarei pensando em você o tempo todo e não vou te deixar sozinha de jeito nenhum – ou alguma coisa desse tipo… fechou-se a porta do elevador.
Fomos lá para fora, onde meu pai me deu uma notícia que me deixou muitissimo desconfortável, que era de que não iria ter quarto para a Roberta passar a noite, e que ela teria de ficar no CTI, onde não são permitidos acompanhantes, informação que me foi confirmada pela moça da internação, na entrada principal do hospital.
Uma espera angustiante se passou depois daquilo, e mais uma vez o mestre de cerimônias Rafael seguia animando a platéia, contando piadas e histórias, demonstrando uma eficiência incrível em fingir que não estava preocupado.
Nós ficamos sentados na sala de espera do centro cirúrgico, consolados por uma máquina de café, mas não conseguíamos ficar muito tempo no mesmo lugar naquele hospital vazio e silencioso… em uma das caminhadas que eu dei por lá, pude ver ao longe, através de uma porta de vidro, um televisor que passava vídeos de atropelamentos… bom para relaxar aos nervosos “esperantes” pelas notícias do centro cirúrgico.
Duas horas se passaram até que meu pai telefonou para o celular da Dra. Helena e ela havia acabado de terminar de costurar a minha amada.
A operação foi um sucesso.
A Dra. Helena nos disse mais ou menos como foi a cirurgia, que a Roberta, quando teve a barriga aberta, já havia perdido três litros de sangue, que estavam dentro do útero, e entre suas tripas, que foram todas devidamente retiradas, limpas com soro e paninho, assim como o útero, depois colocadas novamente no lugar… profissão maravilhosa essa de médico… disse também que a Roberta tinha tomado algumas transfusões de sangue durante a cirurgia, sangue este que eles só conseguiram no meio sa cirurgia, pois o banco de sangue do Copa d’Or, segundo me disseram, estava meio capenga, o que foi a razão de sermos convidados a arrebanhar doadores para o banco de sangue do hospital, o que será em breve detalhado em um post neste blog, e em um daqueles e-mails com cara de spam, que eu enviarei em breve para meus amigos.
Logo ela estaria no CTI, onde nós poderiamos visita-la brevemente e depois ou ir embora, ou ficar sentados na sala de espera em frente ao elevador do andar da CTI… mais um tempo se passou e eu entrei na escura CTI para ver a Roberta, que, completamente grogue da anestesia, se queixava de enjôo, frio e dores… falava em medo de morrer… ainda bem doidona da anestesia… sensação horrível aquela.
Fiquei lá e expliquei que não poderia passar a noite lá dentro com ela, pois as regras do hospital não permitiam.
Depois daquilo, fui lá para fora para que o Rafael pudesse ir ficar um pouco com ela.
Rafael me disse para ir embora, pois ele iria ficar lá a noite inteira com ela, que era exatamente o que eu também tinha em mente.
Lá para as 3h30 o Rafael saiu de lá de dentro para pegar as coisas da Roberta, que haviam ficado no hall do andar da CTI, e ainda me viu por lá.
Me convenceu enfim a ir para casa dormir um pouco para que pudesse rende-lo de manhã, que se ficassemos juntos lá, iriamos estar mortos no dia seguinte, quando a Roberta continuaria precisando da gente… Rafael já estava cheio de intimidades com as enfermeiras do CTI, e me tranquilizou ver que ele tinha conseguido, aparentemente, autorização, mesmo que não oficial, para ficar lá dentro com ela.
Fui embora, cheguei em casa as 4h, dormi até as 6h, quando tomei uma xícara de café e voltei para o Copa d’Or.
Cheguei lá lá pelas 7h30, e o Rafael me disse que tinha passado a noite no quarto, junto dela, e como passa boi, passa boiada, fui lá para dentro, arranjei uma cadeira e fiquei lá assistindo à telinha com os sinais vitais.
A linha de cima eram os batimentos cardíacos, a do meio era a respiração e a de baixo era a do nível de oxigênio no sangue… a cada suspiro, ou a qualquer movimento que ela fazia, o negócio apitava e eu me desesperava… com o tempo fui me tranqüilizando… as horas se passavam e eu já sabia quando a maquininha ia começar e terminar de apitar.
De tão morto que eu estava, acabei conseguindo dormir um pouco sentado naquela cadeira, ao lado da cama, e fui acordado pelo meu pai… sei lá que hora que era aquilo… o bom da história foi que me deixaram ficar lá, o chefão do CTI, Dr. William, passou lá e me deu bom dia, e depois daquilo eu passei a me sentir tendo direito oficial a ficar lá do lado da cama da Roberta… excelente.
A coisa não mudou muito até lá pelo meio dia nos ser dada a notícia de que a Roberta seria transferida para o Centro de Terapia Semi-Intensiva, onde teria algo como um sofá para eu esticar a minha carcaça… a transferência só foi acontecer lá pelas quatro da tarde.
No quarto novo, além de um sofá, ainda tinha uma poltrona reclinavel, onde eu graciosamente depositei meus restos viventes.
A primeira noite em que eu dormi no hospital foi bastante conturbada, pois era um entra-e-sai de médicos, enfermeiros, e os caras não tem pena não, já entram acendendo todas as luzes e é isso aí… doente internado em hospital é que nem carro na oficina… não deu para dormir grande coisa não.
No domingo acertei com o Rafael, o valoroso Rafael, de ele vir ficar com a Roberta enquanto eu passaria o dia com a nenem, em casa, para tentar minimizar a confusão na cabecinha da nenenzinha de todo mundo sumir de repente e tal…
De noitinha, quando voltei para render o Rafael, a Roberta estava de pé, havia acabado de levantar-se pela primeira vez, amparada pelas enferimeiras, para ir ao banheiro, um progresso incrível, pelo que eu festejei muito… mais tarde veio a Dra. Helena, e disse que as dores que a Roberta estava sentindo eram normais, assim como eram normais as tonteiras, pois a presão dela estava muito baixa… hemoglobina… tipo isso.
Naquela noite nos assustamos um pouco quando entrou um pessoal trazendo uma bolsa de sangue para ser posto em circulação nas veias da Roberta… segundo a moça foi a Dra. Helena que telefonou logo depois de ter saído de lá e solicitou a nova transfusão, por conta do baixo nível de hemoglobina, o que a faria sentir-se melhor no dia seguinte.
Toma-lhe sangue.
E no outro dia, realmente a Roberta acordou bem melhor, mais resistente, com fome… coincidiu com a liberação pela doutora de poder comer alguma coisa… levaram o soro dela embora… a segunda-feira amanheceu tranqüila e promissora.
Dei um alô lá no meu trabalho, e o pessoal todo de lá foi dez, me danto tranquilidade para cuidar do meu pessoal, mesmo com a empresa estando na correria da reta final de três campanhas eleitorais – obrigado pela compreensão, pessoal.
Apesar de ter sido a primeira noite que eu consegui dormir um pouco, o tal sofazinho é bem desconfortável, e a Roberta não parava de tirar aquele dedal-medidor-de-pulsação do dedo, e a cada vez que ela tirava a pulsação caia para zero, a máquina pensava que a Roberta tinha morrido e começava a apitar feito uma desesperada… quinze minutos depois de a máquina começar a apitar vinha algum enfermeiro ver o que estava acontecendo… aliás, se quiser que alguma colisa aconteça naquele hopspital, é melhor levantar a bunda da poltrona e ir lá mesmo na central da enfermagem resolver… várias das vezes que eu fui lá chamar alguma enfermeira, as telas dos computadores que monitoram as CTIs, as quais elas deveriam monitorar atentamente, estavam no screen-saver… uma vez a enfermeira, ao mer ver, foi lá e deu uma mexidinha rápida no mouse, ao que voltaram a aparecer todos os sinais vitais dos pacientes da SCTI, entre eles os da Roberta Leite Barbosa e sua linha reta para a oxigenação no sangue… e tome apito.
Já haviam retirado o soro da Roberta, o que a estava deixando faminta, mas as enfermeiras só poderiam trazer comida para ela depois que a nutricionista liberasse, e a nutricionista só poderia liberar quando a médica de plantão autorizasse, e esta deveria aguardar solicitação da Dra. Helena, a médica da Roberta, ou seja, para evitar que a Roberta morresse de fome, Mairus ia para o café da manhã com sua jaqueta de couro, em cujos bolsos trazia sanduíches de queijo com presunto e geléia, para alimentar a pobre enferma.
Segunda consegui que o Rafael saísse do trabalho mais cedo para que eu pudesse ir para meu MBA, e na volta foi que eu comi o último sanduíche de churrasquinho com queijo no galeto (realmente excelente)… Voltei para o quatro e fiquei assistindo a um filme de avião com a Jodie Foster que passava na tela quente, tentando impedir que a enfermeira contasse o final, tarefa que foi bastante difícil…
Terça-feira e logo de manhã a notícia mais esperada: alta.
Peguei a motoca, fui até em casa trocar pelo carro, voltei, acertei o prejuízo dos meus pernoites no hospital, não cobertos pelo plano de saúde da Roberta, e voltamos felizes para casa, de onde escrevo estas linhas.
O interessante dessa história toda foi a inversão dos papéis entre eu e a Roberta, o que nos permitiu viver a experiência pelos dois pontos de vista, o do paciente e o do acompanhante… é lógico que a segunda alternativa foi a que eu gostei mais, apesar de que da primeira eu não passei pela terrível angustia de esperar as notícias do centro cirúrgico… histórias… experiências… foi em quartos de hospitais que eu e a Roberta passamos por três das maiores emoções das nossas vidas, e nos últimos dois anos… e todas elas com final feliz… que as próximas sejam em algo tipo um cruzeiro pelo Mediterrâneo… de Copa d’Or já estamos bem servidos.

Hans outro dia apareceu com esse livro.
“The Pocket Encyclopedia of World Aircraft in Colour - Airliners Since 1946″, de Kenneth Munson, e ilustrações do competente John W. Wood, edição de 1975 da London Blanford Press.
Comprou em um sebo em Copacabana.
Por uma injustiça imperdoável da infinitude e da aleatoriedade que regem as coisas este livro foi parar nas mãos do Hans, um reles rookie na taxonomia aeronáutica, que não sabe sequer diferenciar um DC-9 de um Fokker F-28, em vez de seguir o curso óbvio das coisas e tornar-se minha propriedade… paciência.
Peguei o livro emprestado, que tem belíssimas ilustrações de inumeros aviões comerciais dos velhos tempos vestidos de companhias aereas da epoca, e de uniformes antigos de companhias que ainda existem, escaneei-o página por página, e agora publico aqui no Presunto, o maior blog do universo, todos os aviões do livro.
Uma verdadeira jóia.
Obrigado, Hans, já pode pegar seu livro de volta.
Agora, o que inrteressa: os aviõezinhos…
E tem gente que ainda diz por aí que o Presunto faliu…
















































































Trilha sonora de um filme que ninguém viu ou lembra…