

Segundo as leis do Marketing, para o seu produto se descomoditizar e assim fidelizar seu público consumidor, deve procurar oferecer um diferencial, caracterizando, segundo Philip Kotler, o “produto ampliado”.
Quando este diferencial é copiado pelos concorrentes, deixa de ser um diferencial e seu produto passa a virar commodities novamente, voltando à situação de “produto esperado”.
Foi o que fez o leite de caixinha “Da Matta”, que adotou a “tampinha-plástica-que-fecha-fácil”, não sei se inovando para oferecer o tal diferencial, ou se copiando a concorrência para não ficar para trás.
Muito bem, adequou as suas embalagens à novidade, para além de agregar o valor de qualidade (como necessário), agregar também o valor de informação (com o necessário), através da disponibilização de um storyboard com as instruções de uso para a inovadora tampinha.
Só que tem outra lei do Marketing que diz que quando o produto atinge a maturidade, pode ter diminuido o seu custo de produção, através da eliminação de atributos que não sejam percebidos pelo consumidor como geradores de valor, aumentando assim a margem de contribuição, e consequentemente o lucro.
Foi o que fez o leite “Da Matta”.
Após, possívelmente através de pesquisa de opinião, chegar à conclusão de que o seu atributo diferenciador não era percebido pelo consumidor como um “realizador de sonhos”, passou a baratear a produção das embalagens de leite, eliminando o tal “fecho-plástico-que-fecha-fácil”, só que sem se preocupar em eliminar as instruções de uso do referido atributo da embalagem do produto, o que acabou gerando o assinalado hiato na comunicação.
Talvez os referidos fornecedores de leite em embalagens tetra-pak estejam ainda avaliando se as vendas vão se manter estáveis com a retirada do fecho fácil, para depois contratar um pobre coitado de um artista afeminado morto de fome que usa roupas bobas, também conhecido como designer, para refazer a embalagem do produto… e assim caminha a humanidade.


Se eu fosse viver de fazer previsões sobre quais serão os browsers preferidos pela população no futuro próximo, eu iria estar em maus lençois, pois há um ano atrás eu estava apostando todas as minhas fichas no Firefox, porém não é o que mostram as estatísticas que o Google Analytics faz sobre os visitantes do meu site.
Segundo meu humilde Google Analytics, no período de 9/7/2007 a 9/10/2007 o IE liderava com 57% dos usuários contra 38,15% do Firefox.
O líder IE era dividido entre as duas versões mais populares, a 6, que liderava massacrantemente, com 73,18% da fatia do IE, ou seja, 41,7126% do total, demonstrando que o pessoal do Windows XP pirata ainda era uma fatia significativa dos visitantes, mas que com a chegada do Windows Vista deveria desmoronar vertiginosamente nos meses que se seguiriam… essa era a minha segunda previsão, e naquela época o IE7 contava com apenas 14,5977% do total de usuários, que era 25,61% do total do IE.
E para o mesmo período de 2008, a fatia do Firefox, em vez de seguir as minhas previsões e aumentar, diminuiu drasticamente para 25,10%, engolida pelo IE, que teve o estrondoso aumento para 71,89%, numeros esses que derrubaram a minha primeira previsão… e a segunda previsão não chegou a ser um fiasco total, mas em vez de o IE6 cair vertiginosamente como eu previa (e torcia), ele ainda continua com 46,32% da fatia do IE, que representa 33,299448% do total dos visitantes, e o aumento do IE7, que reflete o crescimento do Windows Vista, sistema do qual é o browser nativo, conta com a maior parte das visitas da fatia do IE, ou seja, 53,28%, ou seja, 38,302992% do total de visitantes… a parte triste da história é que os desenvolvedores web ainda tem que continuar testando seus sites no desgraçado IE6.
Na verdade até eu contribui para o fracasso da minha previsão para o Firefox, pois eu já abandonei o browser há algumas semanas, trocando-o pelo Google Chrome, pois não aguentava mais esperar por dezenas de segundos ele carregar… o estopim para eu trocar definitivamente foi quando eu descobri que o Firefox demora mais para abrir no meu micro do que o pesadíssimo CorelDraw… Photoshop dá de dez a zero… e o novo browser do Google já aparece em quarto no ranking de visitantes do meu site, com 0,86% dos visitantes, atras ainda do Safari, que marca 1,47%, tendo também sofrido queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando tinha uma fatia de 3,79% das visitas.
Agora resta saber o quanto desse percentual do Google Chrome representa as minhas próprias visitas ao site, feitas do computador do (ex) trabalho.
Bom, já que eu sou bom com as previsões, aqui vai mais uma: Google Chrome vai arrebentar com o IE logo, logo!
Pede pra errar, hein?
Esse post comemora um evento importante no Presunto.
Esta é a primeira série de posts que chega ao fim.
Muitas começaram, como a dos dinheiros do Brasil e a do Super Trunfo, mas esta série, a da evolução da ocupação urbana na cidade é a primeira a terminar, e em grande estilo, mostrando a evolução da área do Porto do Rio.
O post anterior mostrava as imagens da evolução da ocupação da Praça XV.
O material foi obtido honestamente neste endereço, que por sinal, no meu Google Chrome, não está “coisando” não… mas não se preocupe por que suas retinas não irão perder nada, acredite… o que configura mais um motivo para eu exibi-lo aqui, neste fabuloso veículo de diversão, entretenimento e de exibição das coisas belas da vida.





Rapaz, como eu me amarro nessas minhas revistas Quatro Rodas antigas e mofadas… que carros… vejam esse anúncio de Landau de página dupla…

Depois de um ano de idade, conforme o previsto, os posts comemorativos do avanço da idade da Laura passam a ser bimestrais.
Fotos.




