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	<title>Comentários em: Além do Floyd&#8230;</title>
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	<description>Mensurando o subjetivo</description>
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		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2318</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 12:21:30 +0000</pubDate>
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		<description>Em 1978, David Gilmour lançou seu 1° album solo, intitulado DAVID GILMOUR.
A primeira faixa, a instrumental “Mihalis” começa com um acorde de guitarra em D/Cmaj, faz toda uma sequencia progressiva, recomeça de novo e entra um solo sem pedal, na terceira ou quarta fase, Gilmour liga a distorção clássica e arrebenta num solo sideral.
Depois vem There’s no Way out of here, Cry From the Street e So Far Away…
Vira o disco; outro acorde em Dmaj; Short and Sweet, - Talvez a melhor faixa desse disco.
É toda com o baixo modal em Dmaj.
Depois vem outra instrumental toda solada, show de guitarra;
No Way, It’ Deafinitely, instrumental também e finaliza com I Can’t Breath Anymore.
Depois do Floyd, em 1984 lançou seu segundo album solo intitulado ABOUT FACE.
Começa com Until We Sleep, com uma batida bem pesada e um vocal sampleado.
Em Cruise, Gilmour fala sobre a paranóia dos rumores da guerra fria sobre a Europa na década de 80.( Cruise é o nome de um Míssil Intercontinental Americano)
About Face é uma espécie de Pink Floyd meio pop, bem anos 80.
Mas é bom.
Let’s Get Metaphysical é instrumental, show de guitarra sensacional.
Out of The Blue também é sobre guerra fria.
Como se vê, Waters e Gilmour paralelos sobre o mesmo tema.
Poderiam estar juntos.
Waters deu mole.
Resolveu dar uma de careta.

Ainda em 1984, Gilmour gravou “No More Lonely Nights” com Paul McCartney.
Nesse meio tempo, em 1985 Gilmour gravou a faixa título “Brother Where You Bound” com o Supertramp.
Faz um solo irado nessa música.
Em 1986 gravou a faixa “Pink And Velvet” do album “Count Three and Pray” do Berlin.
Em 1987, A Momentary Lapse Of Reason…
Em 1988, turné do Floyd pelos EUA e Europa.
Em 1989 gravou duas faixas em “The Sensual World” de Kate Bush, com quem Gilmour já havia produzido um outro álbum em 1978, intitulado “The Kick Inside”.
Continua depois…</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows XP<p>
Em 1978, David Gilmour lançou seu 1° album solo, intitulado DAVID GILMOUR.<br />
A primeira faixa, a instrumental “Mihalis” começa com um acorde de guitarra em D/Cmaj, faz toda uma sequencia progressiva, recomeça de novo e entra um solo sem pedal, na terceira ou quarta fase, Gilmour liga a distorção clássica e arrebenta num solo sideral.<br />
Depois vem There’s no Way out of here, Cry From the Street e So Far Away…<br />
Vira o disco; outro acorde em Dmaj; Short and Sweet, &#8211; Talvez a melhor faixa desse disco.<br />
É toda com o baixo modal em Dmaj.<br />
Depois vem outra instrumental toda solada, show de guitarra;<br />
No Way, It’ Deafinitely, instrumental também e finaliza com I Can’t Breath Anymore.<br />
Depois do Floyd, em 1984 lançou seu segundo album solo intitulado ABOUT FACE.<br />
Começa com Until We Sleep, com uma batida bem pesada e um vocal sampleado.<br />
Em Cruise, Gilmour fala sobre a paranóia dos rumores da guerra fria sobre a Europa na década de 80.( Cruise é o nome de um Míssil Intercontinental Americano)<br />
About Face é uma espécie de Pink Floyd meio pop, bem anos 80.<br />
Mas é bom.<br />
Let’s Get Metaphysical é instrumental, show de guitarra sensacional.<br />
Out of The Blue também é sobre guerra fria.<br />
Como se vê, Waters e Gilmour paralelos sobre o mesmo tema.<br />
Poderiam estar juntos.<br />
Waters deu mole.<br />
Resolveu dar uma de careta.</p>
<p>Ainda em 1984, Gilmour gravou “No More Lonely Nights” com Paul McCartney.<br />
Nesse meio tempo, em 1985 Gilmour gravou a faixa título “Brother Where You Bound” com o Supertramp.<br />
Faz um solo irado nessa música.<br />
Em 1986 gravou a faixa “Pink And Velvet” do album “Count Three and Pray” do Berlin.<br />
Em 1987, A Momentary Lapse Of Reason…<br />
Em 1988, turné do Floyd pelos EUA e Europa.<br />
Em 1989 gravou duas faixas em “The Sensual World” de Kate Bush, com quem Gilmour já havia produzido um outro álbum em 1978, intitulado “The Kick Inside”.<br />
Continua depois…</p>
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		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2315</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 07:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Não podemos esquecer do Syd Barrett!
Depois do Floyd, Syd gravou Madcap Laughs e Barrett, com a ajuda de David Glmour e Rick Wright, assim ele iria garantir uma grana com direitos autorais.
Deve ter sido superdifícil gravar esses discos, porque segundo Norman Smith, já foi sinistro produzir The Piper at the gates of dawn, porque Syd nunca cantava a mesma letra, imagina Madcap Laughs, que doidera?!
Mas esses discos são imprescindíveis para qualquer colecionador de Floyd e ex Floyds.
Syd poderia ter segurado somente um pouco mais a doidera e continuado com o Pink Floyd…
Os discos de Richard Wright também são muito bons.
Wet Dream tem a guitarra de Snowy White, que tocava com o Floyd na turne do Animals e do The Wall, e que também tocou nas últimas turnés do Roger Waters inclusive no Brasil, na praça da Apoteose em 2002 e 2007.
É um supergutarrista e dá todo um toque especial no disco do Wright.
Já no Broken China de 96, o guitarrista convidado é Tim Remwick, que tocava com Eric Clapton e o proprio Floyd na turné do Division Bell.
Wright covidou Sinead O’Connor pra cantar algumas faixas nesse disco, que fala sobre a luta contra a depressão de sua esposa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows XP<p>
Não podemos esquecer do Syd Barrett!<br />
Depois do Floyd, Syd gravou Madcap Laughs e Barrett, com a ajuda de David Glmour e Rick Wright, assim ele iria garantir uma grana com direitos autorais.<br />
Deve ter sido superdifícil gravar esses discos, porque segundo Norman Smith, já foi sinistro produzir The Piper at the gates of dawn, porque Syd nunca cantava a mesma letra, imagina Madcap Laughs, que doidera?!<br />
Mas esses discos são imprescindíveis para qualquer colecionador de Floyd e ex Floyds.<br />
Syd poderia ter segurado somente um pouco mais a doidera e continuado com o Pink Floyd…<br />
Os discos de Richard Wright também são muito bons.<br />
Wet Dream tem a guitarra de Snowy White, que tocava com o Floyd na turne do Animals e do The Wall, e que também tocou nas últimas turnés do Roger Waters inclusive no Brasil, na praça da Apoteose em 2002 e 2007.<br />
É um supergutarrista e dá todo um toque especial no disco do Wright.<br />
Já no Broken China de 96, o guitarrista convidado é Tim Remwick, que tocava com Eric Clapton e o proprio Floyd na turné do Division Bell.<br />
Wright covidou Sinead O’Connor pra cantar algumas faixas nesse disco, que fala sobre a luta contra a depressão de sua esposa.</p>
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		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2314</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 04:54:35 +0000</pubDate>
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		<description>O fantasma de Barrett seguiu o Floyd a vida toda.
Não deve ter sido nem um pouco fácil continuar sem Syd quando ele saiu fora.
Em Brain Damage, penúltima faixa do Dark Side Of The Moon, lá está Syd de volta.
And if the band you’re in starts playing in different tunes
I’ll see you on the dark side of the moon…
Em 1975, voltou no disco inteiro.
E voltou mesmo! Syd apareceu lá no estúdio quando estavam gravando Wish You Were Here.
Parece que adivinhou que estavam fazendo um disco sobre ele.
Rick Wright contou que não o reconheceram quando viram Barrett gordão e careca.
Ele e Waters Começaram a chorar.
Depois, o the Wall, tá na cara que é um mix autobiografico de Waters/Barrett.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows XP<p>
O fantasma de Barrett seguiu o Floyd a vida toda.<br />
Não deve ter sido nem um pouco fácil continuar sem Syd quando ele saiu fora.<br />
Em Brain Damage, penúltima faixa do Dark Side Of The Moon, lá está Syd de volta.<br />
And if the band you’re in starts playing in different tunes<br />
I’ll see you on the dark side of the moon…<br />
Em 1975, voltou no disco inteiro.<br />
E voltou mesmo! Syd apareceu lá no estúdio quando estavam gravando Wish You Were Here.<br />
Parece que adivinhou que estavam fazendo um disco sobre ele.<br />
Rick Wright contou que não o reconheceram quando viram Barrett gordão e careca.<br />
Ele e Waters Começaram a chorar.<br />
Depois, o the Wall, tá na cara que é um mix autobiografico de Waters/Barrett.</p>
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		<title>Por: Mairus Webber</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2310</link>
		<dc:creator>Mairus Webber</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 15:31:26 +0000</pubDate>
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		<description>Lindo post.
E como merecido, nenhuma palavra sobre Nick Mason.
Depois que eu o vi na TV dando entreviosta falando mal do Syud Barrett, ele caiu no meu conceito para sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Google Chrome 0.4.154.29   Windows XP<p>
Lindo post.<br />
E como merecido, nenhuma palavra sobre Nick Mason.<br />
Depois que eu o vi na TV dando entreviosta falando mal do Syud Barrett, ele caiu no meu conceito para sempre.</p>
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	<item>
		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2305</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 05:35:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ninguém acreditava mais que a formação original do Floyd pudesse fazer um show novamente.
Por isso, a apresentação no Live 8 foi histórica!
Eles tocaram muito bem, e pareceu que o Roger Waters era o mais empolgado da galera.
Os outros pareciam meio constrangidos e sem graça, mas no fundo também gostaram de tocar juntos.
Pena que foi a última vez realmente que isso aconteceu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows XP<p>
Ninguém acreditava mais que a formação original do Floyd pudesse fazer um show novamente.<br />
Por isso, a apresentação no Live 8 foi histórica!<br />
Eles tocaram muito bem, e pareceu que o Roger Waters era o mais empolgado da galera.<br />
Os outros pareciam meio constrangidos e sem graça, mas no fundo também gostaram de tocar juntos.<br />
Pena que foi a última vez realmente que isso aconteceu.</p>
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		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2299</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 22:58:31 +0000</pubDate>
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		<description>Durante o Floyd, 1970, Waters lançou &quot;Music From The Body&quot; com Ron Geesin.
Um lado do disco é todo sons do corpo humano, e tem até barulho de peido na parada.
O outro lado, tem músicas &quot;normais&quot;.

Depois do Floyd, Waters chamou Eric Clapton pra gravar &quot;The Pros &amp; Cons Of Hitch Hiking&quot;, que ele compôs em 1978, mesma época que compôs o The Wall, mas a galera achou uma onda muito pessoal do Waters e preferiu investir no The Wall...
Pros &amp; Cons foi considerado uma espécie de &quot;Final Wall&quot;.
É um disco legal, e a guitarra de Clapton é espetacular.
Mas há quem deteste.
Nessa época também saiu um tal de &quot;When The Windo Blows&quot;, sobre a guerra fria, mas só vi esse disco em discografia.
Depois veio o Radio Kaos em 87, também sobre a guerra fria.
A galera não gostou da &quot;voz de robozinho&quot; que tem no disco e muito menos da voz do Waters.
Tem umas músicas legais, como Who Needs Information, The Powers That Be, Home...
E em 92 veio o Amused To Death.
Dessa vez ele convidou Jeff Beck pra tocar guitarra.
É um bom trabalho.
Teve uns CDs que saíram da turné de 2000/2002, e em 2006 ele lançou &quot;Ça Ira&quot;
Uma Opera sobre a revolução Francesa.
Por incrível que pareça, tem algo de Floyd.
Nick Mason lançou &quot;Profiles&quot; com Rick Fenn em 1985, com a participação especial de Gilmour em &quot; A Lie For A Lie&quot;.
Rick Wright tem dois solos; Wet Dream de 1979 e Broken China de 1996.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows 2000<p>
Durante o Floyd, 1970, Waters lançou &#8220;Music From The Body&#8221; com Ron Geesin.<br />
Um lado do disco é todo sons do corpo humano, e tem até barulho de peido na parada.<br />
O outro lado, tem músicas &#8220;normais&#8221;.</p>
<p>Depois do Floyd, Waters chamou Eric Clapton pra gravar &#8220;The Pros &amp; Cons Of Hitch Hiking&#8221;, que ele compôs em 1978, mesma época que compôs o The Wall, mas a galera achou uma onda muito pessoal do Waters e preferiu investir no The Wall&#8230;<br />
Pros &amp; Cons foi considerado uma espécie de &#8220;Final Wall&#8221;.<br />
É um disco legal, e a guitarra de Clapton é espetacular.<br />
Mas há quem deteste.<br />
Nessa época também saiu um tal de &#8220;When The Windo Blows&#8221;, sobre a guerra fria, mas só vi esse disco em discografia.<br />
Depois veio o Radio Kaos em 87, também sobre a guerra fria.<br />
A galera não gostou da &#8220;voz de robozinho&#8221; que tem no disco e muito menos da voz do Waters.<br />
Tem umas músicas legais, como Who Needs Information, The Powers That Be, Home&#8230;<br />
E em 92 veio o Amused To Death.<br />
Dessa vez ele convidou Jeff Beck pra tocar guitarra.<br />
É um bom trabalho.<br />
Teve uns CDs que saíram da turné de 2000/2002, e em 2006 ele lançou &#8220;Ça Ira&#8221;<br />
Uma Opera sobre a revolução Francesa.<br />
Por incrível que pareça, tem algo de Floyd.<br />
Nick Mason lançou &#8220;Profiles&#8221; com Rick Fenn em 1985, com a participação especial de Gilmour em &#8221; A Lie For A Lie&#8221;.<br />
Rick Wright tem dois solos; Wet Dream de 1979 e Broken China de 1996.</p>
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	<item>
		<title>Por: johnny</title>
		<link>http://mairus.com/blog/2008/12/06/alem-do-floyd/comment-page-1/#comment-2293</link>
		<dc:creator>johnny</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 20:46:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://mairus.com/blog/?p=1663#comment-2293</guid>
		<description>Em 1977, David Gilmour encontrou o domínio perfeito dos equipamentos e sintonizar o timbre de sua guitarra que foi a assinatura que marcou uma era em sua carreira de músico.
Até o final da década de 80, aquele timbre caracterizou todos os seus solos.
No Division Bell, já estava um pouco diferente, e em seu último álbum, ele ficou mais rápido no gatilho e faz uns solos bem nervosos.
O timbre da guitarra também está um pouco diferente.
Deve ser porque ele também andou tocando com uma Gibson.</description>
		<content:encoded><![CDATA[Internet Explorer 6.0   Windows XP<p>
Em 1977, David Gilmour encontrou o domínio perfeito dos equipamentos e sintonizar o timbre de sua guitarra que foi a assinatura que marcou uma era em sua carreira de músico.<br />
Até o final da década de 80, aquele timbre caracterizou todos os seus solos.<br />
No Division Bell, já estava um pouco diferente, e em seu último álbum, ele ficou mais rápido no gatilho e faz uns solos bem nervosos.<br />
O timbre da guitarra também está um pouco diferente.<br />
Deve ser porque ele também andou tocando com uma Gibson.</p>
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