A árvore da Lagoa, que é o presente de um banco qualquer para a família brasileira (como se algum banco se preocupasse com a família brasileira), pode ser linda de noite, mas de dia ela parece um resto de incêndio… nada menos que horrorosa, e como estamos no verão, quando os dias são mais longos que as noites, posso concluir que se o preço para a sua construção foi de zero reais e zero centavos, ela já deu prejuízo.
Agora vem ano novo e depois, dois meses escutando samba esperando o carnaval… caramba, será que ainda vou sentir saudades da árvore da Lagoa?
Agüente firme, Mairus, que em março tem Radiohead na apoteose.

tô sentindo uma certa acidez no teu comentário, tico…e o espírito jingle bell, cadê?
mas falando sério – eu também não aguento este bombardeio de samba enredo até o carnaval. ontem tive a infeliz idéia de ir na loja americana e era só sambão. sambão, calor e muvuca de loja americana! diliça!!
Meu espírito “gingobel” tende a zero… do Natal só gosto mesmo dos pernis e da cachaça… esse papo de espírito natalino é o maior caô.
Experimente ir ao shopping dia 23/12 para conhecer o verdadeiro espírito natalino.
É concurso para ver quem esbarra mais no outro e quem fura mais fila.
A humanidade não tem salvação, Clarice.
O apocalipse não tarda.
nem fala! este natal eu não dei presente pra ninguém (só pros meus pais) por isso passei ao largo do shopping. foi só ontem que eu caí no buraco negro da loja americana com suas promoções, pagodes e muvucada total.
quanto ao apocalipse, meu objetivo é pelo menos ir em grande estilo – com um pretinho básico, vinhozinho na taça e dando boas risadas.
A única coisa que eu faço no Natal é comer tender e beber cerveja mesmo, pois presente não compro para ninguém. Nunca comprei, nem nunca vou comprar. Quando eu ganho, agradeço, dois beijinhos e sugiro que no próximo natal não me dê nada, pois não vai ganhar nada novamente. =)