Mairus Webber

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A Net ainda consegue me surpreender com o seu patético atendimento
Domingo, 29 de Março de 2009 - 21:17
Mairus Webber - 1,027 visitas, 10 comentários

Sexta-feira resolvi botar mais um ponto de Net na minha casa, além de fazer um upgrade no meu pacote para um que tenha os telecines.
Muito bem, telefonei para 4004-7777, e fui para a seção de compras, e lá acertei tudo e agendei uma visita de um cabra da Net para sábado de manhã, entre as 8h e 11h, para instalar os transcoders correspondentes à minha nova configuração de TV a cabo.
Ainda tomei o cuidado de avisar que o meu interfone está quebrado, que era para quando o cara chegasse, chamar um porteiro para abrir a porta para ele, pois já aconteceu de o cara vir aqui com o interfone quebrado (o interfone aqui vive quebrado), tocar uma vez, entrar no carro e ir embora, daí sabe o que acontece? O cliente furão tem que pagar R$ 50,00 pela vinda do cara a toa.
Paguei 50 pratas muito puto dentro da roupa.
E no sábado, advinhe.
Claro que ninguém apareceu, mas é um direito deles, pois apesar de eu ficar esperando no horário combinado, a Net não me paga 50 pratas por ter furado comigo, mas já estou conformado com isso também, não me causa surpresa, afinal sou consumidor, sou brasileiro, sou otário, eles são oligopólio, os concorrentes são farinha do mesmo saco, se eu não estiver satisfeito, tenho todo o direito de não assistir televisão… mesmo assim são horas no telefone para cancelar a Net.
Já tentei, e é um épico.
Mas até aí, tudo dentro do previsto, eles marcaram e não vieram, 10h57 eu telefonei para a Net, a moça me pediu o meu telefone, e me disse que o cara da área técnica “estaria me ligando” para dar alguma satisfação.
Como já era de se esperar, lógico que ninguém me telefonou.
Paciência, segunda eu ligo de novo e tento mais uma vez… um dia eu consigo, afinal comprar é sempre mais fácil do que cancelar, ou solicitar conserto.
Estava hoje curtindo o domingo quando a minha Net caiu… Puf!
Liguei para a net e daí veio a minha surpresa.
O robô simpático já me atendeu perguntando se eu queria tratar de algo referente a visita agendada para quarta-feira entre 8h e 11h.
Ué?!?!?
Como assim “quarta-feira, das 8h às 11h”?
E ninguém me conta nada?
Será que eu estou incomodando?
Se a minha Net não tivesse caído eu nunca ia descobrir que os caras vão vir aqui na quarta, e sabe o que iria acontecer?
O babaca aqui ia ter que pagar as malditas 50 pratas por não estar em casa no horário que eles marcaram e não me avisaram.
Mas a menina que me atendeu não sabia de nada disso, e quando eu falei que estava sem net, sabe o que ela fez?
Que dúvida!
– Me dê o seu telefone, Sr. Mairus, que um representante da área técnica vai estar te telefonando para saber se o seu sinal já foi reestabelecido.
Um prêmio para quem adivinhar se alguém me ligou.

Update: Só para concluír a história, telefonamos de novo na terça para confirmar a visita de quarta, mas o robô já dizia que a visita seria sábado, entre 13h e 17h.
Roberta falou com o ser humano, que a explicava que eles nos telefonariam para confirmar o agendamento um ou dois dias antes, logo era para ignorar a mensagem do robô-mestre-de-cerimônias.
Só que ao longo da ligação, não sei o que houve, mas o agendamento não mais poderia ser feito para sábado, pois eles teriam primeiro que dar entrada na alteração que nós solicitamos no software deles lá, e o cara da Net não poderia vir a nossa casa instalar os equipamentos antes de 16 de abril.
Incrível, mas é a pura verdade.
Optamos então pela solução mais prática, que foi cancelar tudo e ficar mesmo com o que temos, sem advanced, sem telecine, sem ponto extra, até que algum de nós tenha uma tarde inteira disponível para providenciar o cancelamento definitivo do serviço, afinal, na Sibéria não tem nada disso, ainda bem.
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Esculhambar com o Kiss é mole, difícil é admitir que eles fizeram muita coisa boa
Sexta-feira, 27 de Março de 2009 - 10:43
Mairus Webber - 4,206 visitas, 8 comentários

Foi publicada no dia 25/3/2009, no Globo OnLine, uma matéria engraçadíssima, escrita por Jamari França, que listava um monte de quinquilharias esdrúxulas que são vendidas na loja do site da banda, ítens que vão desde isqueiros, chaveiros e bottons até babadores para nenens, patinhos de borracha infernais do Gene Simmons e até um caixão de defunto que serve, enquanto o dono ainda está vivo, para gelar cerveja.

Eu me diverti muito lendo a matéria, mas ela pinta o Kiss como os maiores mercenários da história do rock.
Até concordo que eles usam e abusam dos produtos promocionais a venda no site, mas tudo bem, afinal, compra quem quer… eu por exemplo, quando era adolescente e fã da banda, faria de tudo para conseguir um patinho de borracha demoníaco com o semblante maligno do Gene Simmons.
O problema é que as pessoas querem levar o comportamento do Kiss a sério, enquanto que os caras são grandissíssimos gozadores… e aquilo é divertido pra caramba, se eu não tivesse gastado uma fortuna para ir com a Roberta no show da melhor banda de todos os tempos, o Radiohead, eu iria cogitar seriamente uma ida no show do Kiss.
Uma pena mesmo eu estar mal de grana e o ingresso ser tão caro, pois eu adoraria assistir a um show do Kiss, com a cara pintada, em sua formação original, com direito a Gene Simmons babando sangue e cuspindo fogo, Paul Stanley quebrando a guitarra, Ace Frehley explodindo a sua por controle remoto e Peter Criss, mais comedido, fazendo um daqueles solos de bateria de dez minutos, e o melhor, se eles tiverem boa vontade, escutando rock and roll da melhor qualidade… sim, pois apesar do que a maioria pensa, Kiss não é só pirotecnia, Rock and Roll All Nite, I Love It Loud e Lick It Up.
Kiss tem uma penca de músicas muito boas de serem ouvidas, sobretudo dos seus primeiro seis discos de estúdio e seus dois irretocáveis primeiros discos ao vivo.
E é com prazer que eu apresento uma breve listinha com alguns pontos relevantes desse material supracitado, que serve para acabar com qualquer preconceito que um bom apreciador de rock and roll possa ter com os reis do merchandising.
É uma contribuição que eu, enquanto autoridade nesse período da banda, me vejo obrigado a dar para os roqueiros desse Brasil.
Kiss (1974) – Disco bom pra caramba, com um rock rasgado da melhor qualidade. Tem faixas simples e alegres como Kissin’ Time e a ótima Let Me Know, as clássicas Cold Gin e Deuce e as épicas e excelentes 100.000 Years e Black Diamond, além da conhecida de qualquer jogador de GTA San Andreas, Strutter.
Hotter Than Hell (1974) – Talvez o meu disco preferido da banda, apresenta um pacote de músicas esquisitas e um tanto depressivas e guitarras sujas e chiadas. Got To Choose abre o disco dando o tom do que vem por aí, na excelente Goin’ Blind, Gene Simmons canta a angústia de um sujeito de 93 anos que namora uma moça de 16, A clássica é Let Me Go, Rock And Roll, é uma das músicas mais alegres e empolgantes da banda, sobretudo na versão extendida com longas conversas de guitarra entre Ace Frehley e Paul Stanley no disco Alive!, primeiro ao vivo da banda, de 1975… Watching You e Strange Ways e Parasite são bons exemplos de músicas tortuosas do álbum, e ainda tem a alegre Mainline, cantada pela bela e rouca voz do baterista Peter Criss.
Dressed To Kill (1975) – O disco abre com a alegre Room Service, merecem destaque as excelentes Ladies In Waiting e C’mon And Love Me, e é desse disco a talvez mais famosa música do Kiss, a “Rock Esperto”, Rock And Roll All Nite.
Este é o último dos primeiros três discos, que forneceram as músicas para o primeiro disco ao vivo que viria em seguida, o imperdível Alive!.
Destroyer (1976) – É considerado por muitos o melhor disco do Kiss, mas eu sinceramente não entendo muito bem essa opinião, talvez seja pelo tom mais elaborado dado pelo famoso produtor Bob Ezrin. O disco abre com a maravilhosa Detroit Rock City, que emenda na boa King Of The Night Time World, depois vem outra excelente, God Of Thunder, só que depois disso para mim o disco acabou, com boa vontade eu viro o lado B para ouvir Peter Criss Cantar Beth ao piano, se estiver em um dia apaixonado, e é só.
Rock And Roll Over (1976) – Na minha opinião, muito melhor que Destroyer, o disco volta ao Rock Rasgado e crú, não tão sujo como Hotter Than Hell mas alegre como Kiss e Dressed To Kill, e apresenta músicas pouco elaboradas e fáceis de serem ouvidas. Destaques para Take Me, Ladies Room, Baby Driver, a excelente Mr. Speed, See You In Your Dreams e Makin’ Love (quase tudo), o disco passa mesmo voando.
A lindíssima balada Hard Luck Woman, acabo de descobrir na Wikipedia, foi composta por Paul Stanley e oferecida ao Rod Stewart, que recusou-se a grava-la, indo parar então no disco do próprio Kiss, na voz do baladeiro oficial, Peter Criss. Excelente disco, talvez o melhor da banda, e também o que tem a capa mais bonita… se você quer ter apenas um disco do Kiss, é possível que esse disco seja Rock And Roll Over.
Love Gun (1977) – É o sexto disco do Kiss, e o último da segunda trilogia, de onde são retiradas as músicas que são apresentadas ao vivo no ótimo Alive II.
A crítica também fala muito bem desse disco, que conta com ótimas faixas, como a título, Love Gun, I Stole Your Love, Christine Sixteen, e a primeira música cantada pelo guitarrista solo Ace Frehley, Shock Me.
Depois de Love Gun, como já foi dito, veio Alive II, que tem um Q de “The Wall” do Kiss, pois depois dele cada membro gravou um disco solo, dando uma idéia de fim de festa, e a coisa deu mesmo uma enfraquecida… mas o dinheiro parece que falou mais alto.
Dynasty (1979) – Nesse disco a banda começou a soltar a franga, entrando firme na onda disco (!!!). O álbum tem as boas I Was Made For Loving You, Sure Know Something e a cover dos Stones, 2,000 Man. Dynasty marca o início de uma fase negra na trajetória da banda, que só voltaria ao rock and roll mais tarde, em 1982, com Creatures Of The Night, mas isso é papo para outro dia…
Se Dynasty já incomodou os fãs por se distanciar do bom e velho rock and roll, com o lançamento de Unmasked (1980), os metaleiros enfiaram o dedo naquele lugar e rasgaram de uma vez, pois o disco, parafraseando Chico Buarque em Bye, Bye, Brasil, “o som é que nem os Bee Gees”, mas apesar disso, é bom pra caramba, com destaque para a fofinha Shandi, e com as outras Is That You, Naked City, Tomorrow e Talk To Me, o disco desce fácil, fácil… só não é rock and roll.
Bem, é isso.
É por conta de tudo isso que escrevi acima que eu tenho um carinho todo especial pela banda “farofa” mais significativa do planeta.
Quem sabe eu não despiroco e ainda compro um ingresso para o show deles na apoteose… duro é pagar 350 pratas.

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Mestre Yoda já foi tratado com mais dignidade
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 - 16:31
Mairus Webber - 573 visitas, 4 comentários

Roberta foi terça-feira ao Rio Sul, e ao fazer um lanche no McDonalds, ganhou de brinde este grotesco objeto, que retrata o Mestre Jedi Yoda pilotando uma nave de natureza ignorada, com sua cabeça em flagrante desproporção com o veículo espacial por ele pilotado, isso fora o fato de que sem um capacete nem uma criatura poderosa como ele sobreviveria no hostil ambiente espacial… apesar de que quando Han Solo desceu da Millenium Falcon na língua daquele monstro espacial para matar Mynocks no campo de asteróides, ele e a princesa Léia usavam mini-máscaras respiradoras dignas de Star Trek velha geração… existe também a possibilidade de a nave ser um caça atmosférico, mas isso não justifica a sua enorme cabeçorra.

De qualquer forma o souvenir com que a hamburgueria ianque brindou minha doce esposa sob nenhum aspecto traduz a autoridade e a hierarquia política de um personagem tão importante e representativo para a revolução Jedi.
Eu diria que Yoda deve estar revirando-se na tumba diante de tal desrespeito, mas como todos sabem, quando ele morreu, nada sobrou para ser enterrado, pois seu corpo volatizou-se, assim como a paciência do espectador diante de uma das cenas mais chatas de todo o “Retorno de Jedi”… e ainda viriam os Ewoks.
PS. Quem me lê falar assim de Star Wars deve pensar que não gosto da série, mas ao contrário, sou fã de carteirinha, sobretudo de um dos filmes mais irretocáveis de todos os tempos: “O Império Contra Ataca”, que se não fossem as partes chatas de Dagobah, seria perfeito.
Chega disso.

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A trágica história do design dos ônibus da Cometa
Quarta-feira, 11 de Março de 2009 - 14:50
Mairus Webber - 1,844 visitas, 7 comentários

A máxima que diz que uma imagem fala mais do que mil palavras se aplica bem a esse post, mas permitam-me proferir um breve comentário só para frisar a gravidade da situação.
A Viação Cometa foi fundada em 1937, em São Paulo, e desde a fundação manteve a tradicional identidade visual azul e bege.
Seus ônibus nos modelos “Dinossauro” e “Flecha Azul” eram verdadeiros clássicos da Via Dutra, com a pintura tradicionalíssima, com o nome da companhia escrito em cima das janelas naquela tipografia brasileirísisma, que lembra aqueles grafismos de para-choques de caminhão, e os próprios ônibus eram lindíssimos, altos, imponentes, passando uma impressão de serem superconfortáveis, robustos como vagões de trem.
Só que em 2001 a empresa foi comprada por outro grupo que resolveu dar uma mexida radical na identidade visual da empresa, aproveitando-se das novas trecnologias de impressão, vestiu os ônibus da companhia com uma cobertura fotográfica, que segundo a Wikipedia, mostra um registro real do Cometa Hale Bopp, em sua passagem pela terra em 1997, o que aumenta ainda mais a tristeza da história, pois além de enfeiarem, destruírem um design que era clássico e original, ainda conseguiram a proeza de usarem para isso uma linda foto do último grande cometa que passou por aqui.
O resultado foi realmente catastrófico.
É como diz um velho (e otimista) amigo meu: “o tempo estraga tudo”.
Abaixo algumas fotos da evolução dos ônibus da companhia, e por último a cataclísmica aparição do Hale Bopp.

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É virtualmente impossível estacionar sua motocicleta dentro da lei na cidade do Rio de Janeiro
Quinta-feira, 5 de Março de 2009 - 9:56
Mairus Webber - 1,169 visitas, 8 comentários

Outro dia fui ao Centro da Cidade de moto, pensando em estacionar na treze de março, em frente do Teatro Municipal, onde tem sempre um monte de motos paradas na larga calçada e que, segundo o guardador da prefeitura que trabalha por lá me disse, pode parar tranqüilo que não tem erro.
Só que quando eu cheguei lá o guardador era outro, e me disse que não pode parar na calçada, e nem nas vagas de carro, mesmo pagando o talão, e que eu deveria estacionar minha moto em um dos estacionamentos exclusivos, da Santa Luzia ou da Rua México… fui eu para a Santa Luzia, e lá havia um estacionamento para motos lotadíssimo, com vários motoboys montados em suas motos esperando na fila as vagas desocuparem.
Fui para a Rua México, nunca vi tantas motos na minha vida, impossível parar ali… toquei para a Rua da Candelária, onde em frente a FGV tem outro estacionamento de motos… lá eu consegui parar em uma vaga, que era tão apertada, mas tão apertada, que depois que eu desliguei a moto, levei uns dez minutos até conseguir sair dela.
Eu nunca ia imaginar que um dia sentiria claustrofobia montado na minha moto, e aconteceu.
Para sair de cima da moto eu tive que ficar em pé na pedaleira do carona e dar um passo largo para a calçada, correndo o risco de provocar um efeito dominó nas 567 motos estacionadas ao lado da minha.
– A partir de hoje, quando tiver que vir no centro de dia vou deixar a moto no Largo do Machado e vir de Metrô para cá para não passar esse perrengue de novo – pensei.
Detalhe: eu já tentei deixar a minha moto nos estacionamentos rotativos do Passeio Público e da Praça XV, mas eles não aceitam motos por lá.
Ontem eu tinha de ir ao centro, e parti para o meu plano de deixar a moto na minha vaga, no Largo do Machado, ao lado da banca de jornais, em frente à papelaria, na mesma calçada da Adega Portugália, quase na esquina com a Bento Lisboa.
Lá, bem em frente da minha vaga quase cativa, tinha um simpático Guarda Municipal e como eu sei que volta e meia tem rolado os chamados choques de ordem da prefeitura, que provocam lágrimas emocionadas nos retardados eleitores do Eduardo Paes, tratei de perguntar para o GM se podia parar ao lado da banca.
– Poder, pode – ele disse – mas não demora muito por que se passar a PM eles multam e rebocam.
– Então eu vou parar a moto em uma dessas vagas de carro a 90º da praça e pagar o talão. – tentei solucionar.
– Ah, isso não pode mesmo, dá reboque mesmo – respondeu o gentil GM, e foi quando eu constatei que “permitido” e “proibido” não são excludentes, pois existe um meio termo entre eles… segundo o GM existem três situações: a “pode”, a “não pode” e a “não pode mesmo”.
Ame-o ou deixe-o.
Aí eu, quase em xeque-mate, desabafei para ele – seu guarda, é impossível parar moto no centro, por isso eu estou parando aqui para ir de metrô para lá, mas o senhor está me dizendo que eu não posso parar nem na vaga de carro, nem na calçada, onde eu posso parar então?
Ele sorriu para mim e disse, franzindo o nariz – para ao lado da banca.
Hahahahaha, ai, ai.
Parei ao lado da banca, e no caminho para o Metro me aproximei de um guardador da prefeitura e perguntei se podia parar a moto na vaga dos carros, pagando pelo talão, e tal… – Ah, mas não pode de jeito nenhum, dá reboque, moto é na calçada.
E me dirigi ao metrô pensando no post que escreveria mais tarde.

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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008