
Foi no Technorati que eu vi pela primeira vez essa aplicação de helvetica black italic em blocos de texto… a fonte é tão pequena, e fica tão descaracterizada por causa da pixelização, que nem dá para saber se é Helvetica ou Arial… na verdade eu acho que deve ser a segunda no caso de o computador do navegante não possuir a primeira… de qualquer forma o resultado é muito ruim, com uma deformação notável de certos caracteres… mesmo que a fonte que eu esteja vendo seja a substituta, o que eu duvido, pois tenho as duas em meu sistema e acho difícil que a Arial apareça à frente na lista do que a Helvetica, não é desculpa, pois a esmagadora maioria dos navegadores operam em cima de Windows, e poucos Windows tem Helvetica, e é lógico que isso deve ser levado em consideração na hora de se projetar um site, além do que, todas as fontes substitutas tem que funcionar direito, se não é melhor nem substituirem ninguém.
Uma coisa que pode estar acontecendo é o que eu consideraria um erro primário de webdesign, que é o de usar uma fonte para texto corrido que não seja projetada para os píxels… ironicamente nesse caso, e imagino que em nenhum outro, a Arial funcionaria melhor do que a Helvetica… anyway eu considero a aplicação de bold-italic uma solução bastante equivocada, basta dar uma olhada nos textos, rodapés, e mesmo títulos e menus… a intenção é boa, de se fugir das batidas fontes-píxel Arial, Times, Verdana, Trebuchet, e tal, mas não dá.
Mesmo para título, onde a fonte é menos descaracterizada pela maior quantidade de píxels na sua matriz, o resultado também não fica legal, pois o anti-alias do browser não se compara ao anti-alias do Photoshop.
Então, até que me provem o contrário, texto em HTML deve usar tipografia projetada para píxels e fim de papo, e texto corrido não é em bold ou italic, pois esses recursos devem ser reservados para destaques no texto e palavras em outras línguas, respectivamente.
Assim diz a Convenção de Genebra.
Podem atirar pedras.
Além do Technorati já reparei que outros sites também apresentavam seus textos da mesma forma, e ontem, para a minha surpresa, constatei que o novo Brainstorm #9, do simpático Carlos Merigo, que aliás recebeu nova e belíssima logo em Avant Garde, também conta, em sua nova identidade visual, com a mesma grotesca black italic… a moda pegou mesmo.
Moda é isso aí, as boas ficam e as ruins passam.
No futuro, quando os monitores tiverem resoluções siderúrgicas e as bandas forem muito mais largas do que são hoje, será este post que não fará mais o menor sentido, pois toda essa história de fonte para píxel será parte do passado… só que como ainda estamos no presente, e como os “es” em caixa baixa estão sendo impiedosamente transformados em bolas pretas de píxels disformes, eu não posso deixar de registrar aqui o meu protesto.
Diante da constante necessidade de renovação, da incessante busca por inovações, no intuito de sempre trazer o melhor conteúdo para o nosso leitor, acaba de ser criada uma nova seção que trata de um dos objetos mais emblemáticos de todos os tempos.
Nem todo mundo sabe, ou as opiniões muito divergem entre as mais diversas soluções para a questão “a felicidade”, “a plenitude”, ou o que todos procuram como objetivo das nossas breves e volateis existências, mas quanto à situação contrária, diametralmente inversa, ou seja, quando tudo dá errado, quando tudo acaba em fracasso, a sistetização é unânime: a Merda.
“Merda” é uma palavra tão forte, tão importante, tão superlativa, tão abrangente, que deveria ser obrigatoriamente escrita com a primeira letra em caixa alta, como ocorre com “Amor” nas poesias românticas e nas cantigas trovadorescas.
Reconhecendo a importância deste valoroso substantivo/adjetivo foi criada uma nova seção no blog: “Cocô” sempre tratará dos assuntos que envolvam excrementos, seus derivados e subprodutos, e por ser um assunto muito pouco abordado pelos meios de comunicação usuais e mesmo por outros blogs, passará a receber a devida atenção do Presunto, o maior blog do universo.
A princípio a seção foi imaginada para ser uma seção complementar à outra já existente, “Passagens Triunfais”, que já conta inclusive com um post no forno quase pronto para ser publicado, mas esta aplicação não é uma regra, pois “Cocô”, diante da âmpla abrangência do termo, nos permite possibilidades quase infinitas.
Então, bola para frente, e como dizem os atores, um “Merda” para todos.
Parece que desta vez a minha idéia não foi tão atrasada assim, pois o Super Trunfo de tipografias, que se chama Type Trumps, foi feito só em 2008, pela Face 37.
Um amigo meu que estava em Londres à época do meu post sobre Helvetica, Futura e BigBob, leu e tratou de ir na própria loja dos caras comprar a iguaria e me presentear, me tornando um feliz proprietario do segmentado brinquedo.
Senti falta da minha fonte favorita no baralho, a Futura, que poderia facilmente entrar no lugar de Arial e Comic Sans, mas entendo que a presença delas de deva a melhoria da jogabilidade, fazendo o mesmo papel do Toyota Celica ST no de GT Gtan Turismo, ou do Submarino alemão U-29 no de navios de guerra… anyway, um bibelô.
E Felipe Vaz, obrigado pelo link nos comentários do post, pois foi graças a ele que o Cristiano chegou até a loja que vende o baralho.
E em breve, o Super Trunfo de tipografias, versão Presunto, em um computador perto de você.

Precisando hoje de manhã descobrir o telefone do Laboratório Sérgio Franco, e cansado de esperar o carregamento do maravilhoso site em flash com todos os seus incríveis recursos audiovisuais, resolvi telefonar para o velho 102 para ver se conseguia o número.
Robô: Bem-vindo ao 102, blablabla, diga se o número que procura é pessoal ou de empresa.
Eu: Empresa.
Robô: Entendi. Empresa. Agora diga se confirma.
Eu: Confirma.
Robô: Não entendi. Diga, por favor, se confirma.
Eu: Confirma.
Robô: Entendi. Agora diga por favor o nome da cidade de onde fala.
Eu: Rio de Janeiro.
Robô: Entendi. Rio de Janeiro. Agora diga se confirma.
Eu: Confirmo.
Robô: Entendi. Agora diga o nome da empresa.
Eu: Sérgio Franco.
Robô: Entendi. Sergio Franco. Agora diga se confirma.
Eu: Confirmo.
Robô: Entendi. Agora diga o Bairro desejado.
Eu: Laranjeiras.
Robô: Não Entendi. Diga somente o nome do Bairro, por exemplo, “Cacuia”.
Eu: Laranjeiras.
Robô: Não Entendi. Diga somente o nome do Bairro, por exemplo, “Cacuia”.
Eu: La-ran-jei-ras.
Robô: Não Entendi. Diga somente o nome do Bairro, por exemplo, “Cacuia”.
Eu: LARANJEIRAS.
Robô: Entendi. Laranjeiras. Agora diga se confirma.
Eu: Confirmo.
Robô: Um momento, por favor.
Daí eu fiquei uns quinze segundos ouvindo musiquinha, até que atende uma moça, de carne e osso.
Moça de carne e osso: 102, auxílio à Lista. qual a informação, por favor?
Eu: Perdão?
Moça de carne e osso: 102, auxílio à Lista. qual a informação desejada, por favor?
Eu: Mas eu já falei tudo. Agora você me diz o número, não é isso?
Moça de carne e osso: (com voz de quem já está de saco cheio) Pode repetir a informação desejada, por favor?
Eu: Não, não posso. Por que vocês me fazem então responder tudo para aquele robô?
Moça de carne e osso: (suspiros e grunhidos)
A essa altura o avaçadíssimo site em flash do Sérgio Franco já tinha terminado de baixar todos os seus recursos maravilhosos, e eu pude graciosamente desligar o telefone na cara da azeda moça 102.
YES!!! AGORA ELA APRENDEU A LIÇÃO!!!
Se quiser se estressar segunda de manhã, eu recomendo 102, Auxílio à Lista.
Boa semana a todos.

Eu sempre torço para chover no dia da corrida, pois as condições adversas sempre a tornam cheia de surpresas e emoções, com derrapadas, rodadas, trocas de posições e tal.
O GP da China de 2009, apesar de ter contado com este úmido ingrediente, não chegou a ser exatamente emocionante, com as primeiras posições sendo disputadas pelas duas “grandes” equipes de hoje em dia, a Brawn e a RedBull, enquanto que as equipes “zebra”, Ferrari, Renault, McLaren, BMW, ficavam lá para trás comendo spray, rodando e enguiçando.
Eu posso concluír que só chuva não garante uma corrida emocionante, e que o que garante emoção é a variação das condições da pista, é começar com sol, chover no meio e depois ameaçar fazer sol de novo, mas voltar a chover, por exemplo, o que leva pilotos a pararem nos boxes freneticamente para trocar pneus, sempre assumindo riscos na tentativa de prever como irão se comportar as condições climáticas, o que invariavelmente nos rende muitas gargalhadas em frente a TV.
Eu até cheguei a pensar que o alemão Vettel estava desequilibrando, pelo arrojo que já demonstrou nas pistas molhadas, mas não foi o caso de hoje, já que nas tres posições subsequentes, chegaram outros dois pilotos regulares, Webber e Button, e até aí tudo bem, mas quando olhamos para o quatro colocado, o lamentavel, o medíocre, o roda presa, o pessimo Rubens Barrichello, aí percebemos que há algo de muito estranho no campeonato de 2009.
Cara, sem sacanagem, que economia burra fez a Brawn ao ter contratado a ostra do Rubinho por ele ter topado ganhar sei lá quantas vezes menos… Rubinho, chega! Pare de envergonhar a pátria! Vai virar comentarista do Galvão, vai fazer Criança Esperança com a Xuxa e o Didi, quem sabe ele não joga tortas na sua cara e você não muda de hobby!
Não sei o que é pior, se quando ele, em dias de alinhamento de Urano com Netuno, ganha uma corrida e dá aquela sambadinha ridícula no pódium, ou se quando ele chega em décimo e sai dizendo ao repórter que a corrida foi ótima e que se divertiu muito, posando de piloto mais experiente da categoria… experiente em comer poeira, como disse o Luiz, recordista de derrotas na categoria, isso sim… e daí chega o cara e pede para a torcida fazer dança da chuva, como se fosse um ás da pista molhada… então, chove e ele não faz nada de diferente, come poeira, no caso, come spray, roda, vai na grama, atrapalha quem quer correr… o Rubinho é igual a caminhão subindo a serra em pista de mão dupla, fica uma fila atrás dele esperando a oportunidade de se livrar da mala… chega de falar do Rubinho, estou ficando estressado.
Lewis Hamilton é o bicho. O negócio dele é pisar fundo, e se tiver alguém na frente, ultrapassar. É um cara pragmático. Com ele não tem muito essa história de administrar posição, o cara é binário, ou está pisando muito, ou está em casa dormindo, e é por isso que eu o admiro pra caramba.
Hoje Lewis Hamilton ultrapassou quatro vezes ao Kimi Raikkonen, que aliás é o novo Montoya burocrata da F1, só que ainda deu mais sorte do que o colombiano por que ainda conseguiu ser campeão, em uma cagada monumental, mas conseguiu.
Do Massinha não dava pra esperar muito, pois é sabido que corrida na chuva não é o forte dele, mas, tomara que eu não esteja errado, tenho notado uma postura mais humilde, menos arrogante da parte do Brasileiro, o que tem feito aumentar a (pouca) simpatia que tenho por ele… pisa fundo massinha.
Caramba, eu comecei a escrever esse post pensando em fazer um micropost, para não encher o saco dos leitores… já está grande pra caramba… de quem falta eu falar ainda… ah, o Sutil, ia fazendo uma belíssima corrida pela Force India, foi uma pena quando ele bateu lá para o finzinho da prova, quando estava em sexto… esporte ingrato… ainda não foi desta vez, Sutil, mas não tem nada, Mônaco vem aí, daí é só torcer para chover e largar de pneus lisos, a receita do sucesso.

Eu já polarizo a pergunta para deixar claro que este post não é direcionado para usuários de Comic Sans, e se você acha um absurdo eu nem cogitar levar uma Garamond, uma Bodoni, uma Times, uma Century, uma Frutiger, uma Din (lindíssima), uma Optima… espera aí, Optima não, Optima é ridícula, parece que esqueceu a serifa em casa… Optima é fonte de fonte de engenheiro que fez o curso “Aprenda Design Dormindo”, e a adotou por considera-la a fonte mais moderna, elegante e chique do mundo… e que fica linda com Comic Sans… mas tirando a Optima, eu posso dizer que algumas dessas fontes são mesmo cabeças-de-chave e merecem todo o nosso respeito, só que tocando a real, chegam no máximo até a semi-final, quando então cruzarão com as barbadas Helvetica e Futura.
Se a tabela for bem feita, essas duas não podem se encontrar antes da grande finalíssima.

(parênteses: Acabei de ter uma idéia maravilhosa que em breve populará as páginas do Presunto, o maior blog do universo, um incrível super-trunfo de tipografias. Foi mal, mas falei primeiro, a idéia foi minha, se você encontrar algo do tipo no Internet é por que algum leitor inescrupuloso leu aqui e copiou.)
De volta à ilha deserta, quanto às outras candidatas que foram excluídas do título desse post, eu posso dizer que muitas vezes tento fugir das duas finalistas, mas as chances de eu usar uma fonte que não seja Futura ou Helvetica é eu nem testa-las, nem passar perto, pois se eu só por acaso resolver ver como fica com uma delas, a chance de eu mudar de fonte vai ser muito grande.

Já aconteceu várias vezes de eu estar preparando uma logo que está ficando linda, usando Humanist ou Franklin, e eu ir lá e testar com Futura só por curiosidade, e pronto, batata.
Fica a Futura.
Futura é uma obra de arte.
Sua caixa alta bold condensed é de uma beleza que só encontra semelhante plasticidade formal no corpo feminino ou na fuselagem de um Constellation.
Ao pensar na questão proposta no título do post, a primeira fonte que me vem na cabeça para a realização de meus trabalhos de design pós naufrágio é mesmo a Futura, por sua versão condensed, a minha preferida, a fonte mais linda do universo.

Só que do outro lado do ringue tem outra monstra, a fonte mais famosa do mundo, mais legível, mais neutra, mais… impactante, versátil… a fabulosa, inconfundível, inigualável, a eterna, Helvetica.
A Helvetica é impecável em todas as suas versões, normal, bold, italic, black, light, extended, condensed, etc, etc e etc.
Só o “a” caixa baixa da Helvetica já daria uma exposição de um andar inteiro do Mam.
As Helveticas e Futuras Condensed e bold-condensed, são as fontes mais lindas de qualquer catálogo Letraset… eu diria que a Helvetica é uma fonte mais dura, mais séria, enquanto que a futura permite aplicações mais alegres, o que a torna uma fonte talvez mais versátil, mas por outro lado, na minha humilde opinião, logicamente, nenhuma versão de Futura é tão linda quanto a condensed.
Poucas vezes eu usei a Futura Normal, enquanto que a Helvetica oferece um desenho impecavelmente agradável em toda a sua extensão de linha.
Esta comparação entre as duas fontes se assemelha à comparação entre os sanduíches do Bob’s e do McDonald’s, onde apesar de o último ter a vantagem de oferecer um melhor mix, com Big Mac, McFish, Cheddar McMelt entre outros, se o trash-fooder quiser comer o melhor sanduíche, ele vai ao Bob’s, pede um Big Bob nadando no molho e na cebola e fim de papo.
Da mesma forma, se o designer quiser a fonte mais linda do universo, ele leva Futura Condensed, mas se quiser a família de fontes mais completa, ele leva Helvética.
Com base nesse pensamento eu então posso afirmar hoje que se eu tiver que escolher uma família tipográfica para uma ilha deserta, para usa-la e só a ela até o fim dos meus dias de comedor de mariscos, eu levo Helvética, pois todas as suas dezenas de versões me oferecem um pacote de tipografias em que dificilmente uma delas não irá resolver o meu problema… engraçado que entre os sanduíches eu sem pestanejar levava o Big Bob… vai entender o cerebelo humano.
Atendendo as mensagens enviadas pelos milhões de leitores da seção de Formula 1 deste periódico (por “milhões de leitores” entenda-se “Sandro Dias“), digito agora o primeiro post de formula 1 do Presunto de 2009.
Por problemas de força maior não assisti ao primeiro grande prêmio do ano, o que me encheu de tristeza, e também por problemas de força maior, só liguei a TV hoje de manhã quando a corrida já havia sido interrompida, mais tarde eu saberia que definitivamente, mas deu para ver o compacto do que tinha acontecido, e o que viria depois.
Meu primeiro comentário sobre a corrida da Malaysia é que se eu tivesse pago uma fortuna por um ingresso para ir ao autódromo assistir à corrida eu teria ficado MUITO PUTO pela falta de consideração da Fia com o público local, afinal a corrida foi interrompida não por falta de condições na pista, mas por falta de luz, pois já estava anoitecendo por lá.
Acontece que para a corrida não ser transmitida de madrugada para a Europa como acontece para os indígenas da América Latina, escolheram este horário no fim de tarde, 17h no horário local, com o pensamento de que se a corrida tiver que terminar pelo tempo, termina no máximo às 19h, quando apesar de a luz já estar acabando, ainda dá para ver os patrocínios dos macacões dos pilotos no pódium.
Então, se a corrida tivesse sido em qualquer outro lugar, haveria uma relargada e a corrida iria até o fim, mas como os europeus não gostam de acordar de madrugada e os charlies, que não surfam mesmo, que dêem graças a deus, se é que eles tem isso, pela Fia ser caridosa e trazer um pedacinho do primeiro mundo para aquela terra de selvageria.
Lewis Hamilton: Cara, que papelão ridículo fez o Lewis Hamilton, mostrando-se sério e competente candidato a herdar o título de Dick Vigarista que ficou sem dono após a saída da categoria do alemão voador, Michael Schumacher, só que eu já vi o Schumacher se atravessar no qualifying de Mônaco para impedir que outros tirassem a sua pole, já o vi espalhar diversas vezes pra cima de deus e o mundo, fazendo-os irem ter com a grama e com a brita… mas o que Lewis Hamilton e a sua equipe McLaren fizeram, ou tentaram fazer com o Trulli no final do GP de Melbourne eu nunca vi ninguém fazer, aquilo foi altamente sujo e antidesportivo.
Lewis Hamilton, o campeão do mundo, melhor piloto da atualidade não precisava disso, e vai ter que rebolar para conseguir reconquistar a simpatia do público.
Eu me sinto completamente traído pelo afro-descendente, pois fui seu defensor, admirador e torcedor assumido na temporada passada.
Agora sou Vettel desde criança.
Que maravilhosa surpresa a Brawn GP conseguir montar um carro tão competitivo, mostrando que a F1 é mesmo uma caixinha de surpresas, pois tudo o que a Honda foi de decepção nos últimos dois anos, a Brawn está sendo de alegria para o público… a Honda inclusive deve estar tirando a cueca pela cabeça com esse sucesso da Brawn, pois na primeira análise pode-se concluír que o que estava estragando eram aqueles japoneses incompetentes… e na competição interna da equipe, parece quie não restam mais dúvidas de que o segundo piloto da Brawn é mesmo o brasileiríssimo Rubinho Barriquinha, o homem sem estrela.
Me faça calar a boca, Rubinho, mas por favor, não faça aquela sua sambadinha no pódium por que eu morro de vergonha.
No mais, prometo me empenhar mais para conseguir assistir às corridas que faltam.
Pra terminar, a Renault 2009, o R29, é um dos carros de F1 mais lindos de todos os tempos.


