Meu pai me mandou isso por spam.
É um filme feito de uma Ferrari pelas ruas de Paris, onde o cara enfia a bota.
Legal pra caramba, com destaque para o ronco do carro, as trocas de marcha… um dia vou ter uma carro que ronque desse jeito… o pneu cantando nas curvas e os pombos fujindo da ferrari enlouquecida… legais também os carros que eles ultrapassam, citroens, peugeots e renaults, que tinham linhas esquisitíssimas (e interessantes) à aquela época… isso merece até um post…
O fim meio pela-saco é compreensível para lincar com a atmosfera trés romantique da cidade…
O texto original do e-mail mais abaixo dá explicações mais detalhadas:

A corrida de Mônaco é das minhas preferidas, por ser a mais apertada de todas, onde a gente vê os carros de perto, e sente aquele cheirinho delicioso de pneu queimado fresquinho misturado com a maresia do mediterrâneo com os bronzeadores daquelas mocinhas em todos aqueles barquinhos… ah, que lugar maravilhoso… Mônaco é a minha cara, não nasci lá por um mero detalhe.
As Brawn massacraram de novo e Rubinho Barrichello vem se firmando como o maior segundo piloto da história da Formula um, deixando Ricardo “Patrás” e Gerhard Berger no chinelo.
Se o Rubinho for para a Force India no lugar do Fisichella (outro que é duro de defender) vai com certeza comer poeira do Adrian Sutil, que ficou com a honrosa última colocação na corrida de domingo.
Felipe Massinha é que estava querendo mostrar serviço, pressionando Sebastian Vettel do jeito que dava, até que errou na chicane e ao devolver a posição para o alemão acabou perdendo para o espertinho Nico Rosberg, depois continuou “pushando”, e acabou tomando um aviso dos boxes para parar de cortar a chicane, daí sossegou.
Depois eu reparei que todo mundo estava cortando aquela chicane.
Vettel foi o “caminhão na serra” do dia, devia estar com problemas no seu “RideBurro”, pois segurou um monte de gente atrás dele, e depois acabou abandonando… parecia até que tinha levado “algum” da Brawn.
Galvão inclusive falou uma frase maravilhosa, que me fez rir por several minutes, que foi mais ou menos essa pérola: “Massa tinha que ter voltado à frente do Button, pois voltando atrás fica limitado a velocidade do inglês, que é alta”… tudo bem Galvão, a gente entendeu.
E o nosso Nelsinho Piquet deve ter ficado orgulhoso em não ter sido desta vez o culpado pelo seu próprio abandono, já que Sebastien Buemi se encarregou da tarefa, dando uma bela encaçapada na traseira do brasileiro, que deve ter ficado meio tonto, pois saiu do carro dizendo coisas sem sentido como “não deviam deixar esses pilotos novos e inexperientes correrem na categoria”, seguido de um “ele quase machucou meu pescocinho”… vira homem, Piquezinho… na verdade eu acho que o Nelsinho foi prejudicado pela pressão de entrar logo em uma equipe de ponta como a Renault, pois se tivesse começado por uma STR, ou uma Force India, a coisa poderia ser diferente… o tiro do Piquezão acaba saíndo pela culatra.
Tomara que o Bruno Senna comece mesmo por uma equipe bem bunda, para ir pegando o sotaque da categoria aos poucos…
É isso.
F1 é a maior diversão.

Lindos, lindos, lindos, lindos!!!
Que trabalho maravilhoso de design!
Que linda aplicação de helvética!
Que escolha feliz de cores!
Garanto a vocês que os donos da empresa deixaram os designers trabalhar em paz, sem ficar dando um monte de palpites idiotas, do tipo “mas a estrela da logo da barriga tem que ser da mesma cor que a estrela do leme que se não vai descaracterizar a marca”, “dos dois lados do leme a estrela tem que ficar no alto”, “nhe, nhe, nhe!!!”.
Eu me emociono com um belo trabalho como este.
Meus olhos lacrimejam de alegria ao ter composições tão agradáveis projetadas em suas retinas.
Até a aplicação do tubarão do Sea World ficou uma gracinha!
E muito legal também como eles valorizaram a barriga do avião, que é das partes mais vistas por quem está em terra.
Irretocável.
Palmas.
Cristiano me enviou este link por e-mail, e em vez de encaminhar para todo mundo preferi botar no blog logo de uma vez.
Bom pra caramba!
A primeira impressão que se tem quando se vê uma peça de design é muito importante, adaptando a expressão usada pelo meu professor de varejo Roberto Kanter, “não existe uma segunda chance para se causar uma primeira impressão”, e quando eu vi pela primeira vez os aviões da My Travel, simpatizei muito com elas, não sei se pela originalidade e ousadia de se propor uma solução diferente, ou se simplesmente por que eu gosto de ovais.
De qualquer forma a minha primeira impressão foi boa.
Achei a plumagem moderna sem ser clichê, achei forte mas não excessiva… na verdade eu achei linda.
Daí fui tentar entender a logo, e foi quando comecei a desconfiar que estava sendo enganado… a loguinho é meio safadinha, com aquela fonte angulosa aplicada na oval, sem nenhuma conversa entre as duas, e aquele “y” com aquela bolinha vermelha, será que é uma pessoa de braços abertos? Ou quem sabe o alienigena do Contatos Imediatos do Terceiro Grau…
Daí, quando eu impliquei com a logo, passei a desconfiar mais da plumagem, aplicando os ensinamentos do Eppinghaus, meu professor de Meios e Métodos de Representação na Esdi, que dizia que mesmo que o seu trabalho esteja lindo e maravilhoso, se ele tiver uma imperfeição, será ela a primeira coisa a ser notada, e todo o trabalho estará comprometido.
Eu ainda gosto dos aviões da My Travel, mas não tanto quanto eu gostei da primeira vez que os vi.

Uma bela corrida de F1, já com uma linda porrada na largada, e uma largada boa dos brasileiros, com Rubinho assumindo a ponta e Massinha superando Vettel com sua Ferrrari, que vêm se recuperando, aos trancos e barrancos, é verdade, mas vêm se recuperando.
Não sei o que acontece com a Ferrari, será que é sabotagem aquilo? Por que é muita incompetência junta… Primeiro deixaram o Kimi Raikkonen parado no Q1, achando que o tempo dele dava para classificar, e no final não deu e ele teve que largar lá para trás, e depois aquele lamentável final de corrida do Massinha, levando o carro “na banguela” para conseguir terminar… parecia a histórinha do coelho e da tartaruga… até eu, que nem sou muito chegado no zaquinha, estava torcendo para ele conseguir fazer seus primeiros pontos na temporada…
Galvão e sua turma ficaram lamentando o “erro” da estratégia adotada pela Brawn para o Rubinho, de fazer três paradas enquanto seu companheiro de equipe Jenson Button fazia só duas… tadinhos, só não vê quem não quer que não houve erro de estratégia algum.
O Rubinho é o segundo piloto da Brawn, e desempenhou seu papel com maestria, ponto.
E aquela porrada na largada, hein? Nada como uma bela cacetada envolvendo um monte de carros logo na largada para começar bem o Domingo esportivo (que não terminaria tão bem assim)… pelo que eu entendi o Alonso fechou o Nico Rosberg, que jogou o Truli lá para as capoeiras, que voltou igual a um tapir enlouquecido para o meio da pista, rebocando quem estivesse pela frente… quatro carros fora antes de completarem a primeira volta, carro de segurança na pista, e a chatíssima bandeira amarela.
Depois ainda teve uma bela disputa de posições entre o Alonso e o Mark Webber no retão, que foi bonita de assistir.
Uma bela corrida.

Esta foi minha última contribuição para meu prédio.
Cansei de as minhas pizzas voltarem.
Fiquei na dúvida se era “isto” ou “isso”… eu nunca sei essa bosta.
Mas a referência ao Magritte ficou chique pra caramba!
