

Foi uma corrida cheia de surpresas, aliás, desde os treinos, com a pole position do Giancarlo Fisichella… o grid foi todo bizarro, com Jarno Trulli em segundo, Nick Heidfeld em terceiro, o Homem-Derrota em quarto e Robert Kubica em quinto.
Incrível como rendeu aquela Force India do Fisichella, segurando com garbo e elegância a segunda posição até o final da prova, e com direito a momentos de botar sufoco no Kimi e os cambau… bela performance também do Sebastian Vettel, que largou em oitavo, foi comendo pelas beiradinhas e acabou ainda arrumando um bronze… acaba sendo boa essa tática da RBR de queimar logo todos os motores para conseguir boas colocações e assim expor seus pilotos e patrocinadores, mesmo que agora eles caiam de rendimento, pelo menos já conseguiram fazer bonito e deixar a sua marca… melhor do que nem isso.
Incrível aquele Luca Badoer, hein… ou segundo Galvao, “Luca BadYouAre”… não me lembro de ter visto uma corrida em que os dois carros da mesma equipe chegaram um em último e o outro em primeiro… Luca é o detentor do recorde de participações em corridas de F1 sem marcar um único ponto. Sua melhor colocação foi um sétimo lugar pela Lola Scuderia Italia, no GP de San Marino de 1993, só que naquela época só marcava ponto até o sexto.
Hoje de manhã eu torci muito mesmo foi pela Force India do Fisichella… aliás teve uma coisa que eu torci mais, foi para que o motor do carro do Rubinho explodisse na última volta, aliás não só o motor, o carro inteiro, com ele junto… e vem dizer que deu pau na embreagem… é ruim, hein? ele já peidou na largada em outra corrida este ano… com tudo automático só mesmo o Rubinho para conseguir ficar parado na largada… e eu achando que aquilo tinha chance de ser campeão… uma vez loser, sempre loser.

Mais uma boa resenha. Também torci bastante pela Force India, que me amarro desde a temporada passada com aqueles carros maneiraços. Barrica, sem comentários.
Eu acompanho a F! por aqui…
Mudou o Rubinho, ou a opinião do escriba digital que preenche estas páginas? Se lermos de novo o penúltimo post ficamos em dúvida. De qualquer forma o carro do Rubinho, solta mola, “escapa embreagem”, solta óleo e pega fogo. Ou seja, tem tudo para ser campeão.
Pois é.
No post passado eu achei que o Rubinho merecia uma chance, que talvez ele tivesse mudado, ou que talvez eu, o mundo e a infinitude estivessemos errados quanto a sua capacidade… é claro que eu estava errado.
E o Nelsinhogate? Quando teremos um comentário?
Hahahaha Nelsinho Gate é bom!
Eu nunca costumo ficar comentando sobre o lado “caras” da F1, mas deixar de falar de uma bomba dessas realmente é vacilo…
O legal desta história do Nelsinho foi o “eu não sei de nada” do Galvão quando o Reginaldo soltou a bomba. Agora, se a Renault não conseguir pelo menos explicar o epsódio, Nelsinho está marcado por resto da carreira. A relação empurrada dele com a equipe da margem para muita especulação. Lenda de autódromo ou não vai ficar.
Rapaz,
pois pra mim a notícia da semana foi “Fisichella na Ferrari”. E o melhor de tudo, o Vijay Mallya dizendo que a transferência não teve nada a ver com a dívida dele com Maranello. rsrs…
Foi em neste blog e no meu é claro que escrevi no início da temporada. Nelsinho é o maior mico da história brasileira na F1. Escrevi isso devido as condições em que seu contrato foi renovado. Nunca antes na história deste país um piloto brasileiro correu com a navalha no pescoço. Sem falar no desgaste do prestígio e da imagem do pai, um tricampeão na média. Sempre afirmei que Nelson nunca foi um ás e era chegado numa sacanagem. Tal pai, tal filho.