Esse post comemora um evento importante no Presunto.
Esta é a primeira série de posts que chega ao fim.
Muitas começaram, como a dos dinheiros do Brasil e a do Super Trunfo, mas esta série, a da evolução da ocupação urbana na cidade é a primeira a terminar, e em grande estilo, mostrando a evolução da área do Porto do Rio.
O post anterior mostrava as imagens da evolução da ocupação da Praça XV.
O material foi obtido honestamente neste endereço, que por sinal, no meu Google Chrome, não está “coisando” não… mas não se preocupe por que suas retinas não irão perder nada, acredite… o que configura mais um motivo para eu exibi-lo aqui, neste fabuloso veículo de diversão, entretenimento e de exibição das coisas belas da vida.





Alguns clássicos, como o “Queda d’Água” e “Répteis”, e outros mais obscuros, como “Planetóide duplo”… não que eu não goste dos outros trabalhos, famosos ou não, só escolhi alguns entre os meus preferidos para embelezar o Presunto.












Estas fotos podem perfeitamente ser agrupadas, pois além da arquitetura imponente e opressora (e fascinante), e honesta e funcional, também são lugares em que eu não tenho tido grandes progressos ultimamente…
A primeira é do HU, o Hospital Universitário do Fundão, instituição a que devo eterna gratidão por cuidar da minha saúde desde quando eu ainda usava calças curtas, e onde eu recentemente recebi a notícia de que terei de passar por outra cirurgia, ainda por conta dos meus saltos acrobaticos de outubro último, e a segunda da minha querida Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde eu me formei na promissora e opulenta carreira do design já há 13 anos e ainda não consegui obter meu diploma por eles questionarem a veracidade do meu histórico escolar do segundo grau… a gente chega lá.


Esta é a série da Praça XV, um dos lugares mais maravilhosos do planeta Terra.
De um lado o antiqüíssimo Paço Imperial, verdadeiro chafariz de cultura, que é uma das construções mais antigas do centro do Rio, do outro o Arco do Telles, com seus barzinhos ideais para aquela conversa romantica com a maravilhosa estagiária recém contratada… ao fundo o estratégico e enlouquecido centro da cidade e a frente o ambiente náutico da estação das barcas e aerobarcos, do arsenal de Marinha, a Ilha Fiscal, a cabeceira do Santos Dumont, a menor pista do mundo operada por 737s… logo ali se pode apreciar belíssimas aproximações, e se o observador der sorte, quem sabe uma emocionante arremetida… a ancestral Tabacaria Africana e o dinossauro Albamar.
Um lugar altamente poético e inspirador.
O post anterior desta série mostrou as gravuras que ilustram a evolução da ocupação urbana do Largo da Carioca.
Imagens baixadas do site da “Evolução e Ocupação Urbana“, da Prefeitura do Rio de Janeiro.









A evolução do Centro da Galáxia através dos séculos.
Imagens baixadas do site da “Evolução e Ocupação Urbana“, da Prefeitura do Rio de Janeiro.
O post anterior desta série foi publicado há pouco menos de um mês e mostrava as famosas imagens da evolução da Lapa.







Flanando pelo internet, encontrei o ótimo site NA, Notícias de Arquitectura, argentino. Para os amantes da arte esquecida é um ótimo site. Eles mantem ainda o blog NA/blog mais ágil.
Lá encontrei notícias sobre uma esposição que já rolou ano passado em Buenos Aires sobre os Eames, na minha humble opinion um dos melhores desenhos de móveis do século XX and beyond.
Mas lá também achei esta pérola. Trata-se de um video que reproduz trechos do Filme “L’Homme de Rio” aonde o ator Jean Paul Belmondo foge de bandidos através de uma Brasilia semi-construida. Destaque para a poeira vermelha onipresente e para a capacidade de teleporte do ator que hora está na rodoviária e com pulinho chega ao Planalto e por ai vai. Meus mal traçados neurônios me lembram nesse momento uma frase que eu posso ter escutado do próprio Oscar, algo sobre Brasilia em ruínas, que seriam belíssimas ruínas. Bem aqui os prédios estão novinhos em folha, mas tem um que de abandono na não ocupação. Deliciem-se!