Foi em 19 de dezembro de 2010.
É triste ver ser destruída em segundos uma megaestrutura como esta, ainda mais parta mim, apaixonado confesso por coias velhas, abandonadas e semidestruídas.
O hospital foi inaugurado em 1978 e a ala sul nunca foi usada.
Em 2010 ela sofreu abalos estruturais, também conhecidos como “ia desabar”, daí resolveram implodir.
Andar a pé tem dessas coisas.
A gente pode parar pra ver e tirar uma foto.
E como agora em pleno século XXI todo mundo tem um celular com câmera, ficou mais fácil ainda registrar esse muro grafitado na rua das Laranjeiras.

Esse post comemora um evento importante no Presunto.
Esta é a primeira série de posts que chega ao fim.
Muitas começaram, como a dos dinheiros do Brasil e a do Super Trunfo, mas esta série, a da evolução da ocupação urbana na cidade é a primeira a terminar, e em grande estilo, mostrando a evolução da área do Porto do Rio.
O post anterior mostrava as imagens da evolução da ocupação da Praça XV.
O material foi obtido honestamente neste endereço, que por sinal, no meu Google Chrome, não está “coisando” não… mas não se preocupe por que suas retinas não irão perder nada, acredite… o que configura mais um motivo para eu exibi-lo aqui, neste fabuloso veículo de diversão, entretenimento e de exibição das coisas belas da vida.





Alguns clássicos, como o “Queda d’Água” e “Répteis”, e outros mais obscuros, como “Planetóide duplo”… não que eu não goste dos outros trabalhos, famosos ou não, só escolhi alguns entre os meus preferidos para embelezar o Presunto.












Estas fotos podem perfeitamente ser agrupadas, pois além da arquitetura imponente e opressora (e fascinante), e honesta e funcional, também são lugares em que eu não tenho tido grandes progressos ultimamente…
A primeira é do HU, o Hospital Universitário do Fundão, instituição a que devo eterna gratidão por cuidar da minha saúde desde quando eu ainda usava calças curtas, e onde eu recentemente recebi a notícia de que terei de passar por outra cirurgia, ainda por conta dos meus saltos acrobaticos de outubro último, e a segunda da minha querida Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde eu me formei na promissora e opulenta carreira do design já há 13 anos e ainda não consegui obter meu diploma por eles questionarem a veracidade do meu histórico escolar do segundo grau… a gente chega lá.


Esta é a série da Praça XV, um dos lugares mais maravilhosos do planeta Terra.
De um lado o antiqüíssimo Paço Imperial, verdadeiro chafariz de cultura, que é uma das construções mais antigas do centro do Rio, do outro o Arco do Telles, com seus barzinhos ideais para aquela conversa romantica com a maravilhosa estagiária recém contratada… ao fundo o estratégico e enlouquecido centro da cidade e a frente o ambiente náutico da estação das barcas e aerobarcos, do arsenal de Marinha, a Ilha Fiscal, a cabeceira do Santos Dumont, a menor pista do mundo operada por 737s… logo ali se pode apreciar belíssimas aproximações, e se o observador der sorte, quem sabe uma emocionante arremetida… a ancestral Tabacaria Africana e o dinossauro Albamar.
Um lugar altamente poético e inspirador.
O post anterior desta série mostrou as gravuras que ilustram a evolução da ocupação urbana do Largo da Carioca.
Imagens baixadas do site da “Evolução e Ocupação Urbana“, da Prefeitura do Rio de Janeiro.









A evolução do Centro da Galáxia através dos séculos.
Imagens baixadas do site da “Evolução e Ocupação Urbana“, da Prefeitura do Rio de Janeiro.
O post anterior desta série foi publicado há pouco menos de um mês e mostrava as famosas imagens da evolução da Lapa.






