Até que o twitter serve mesmo para alguma coisa… Em segundíssima mão, aqui no Presunto, as novas notas de Real lançadas pelo Banco Central… estão tão bonitas que aposto que o trabalho foi terceirizado, viu… e pelo jeito não vai mesmo ter mais nota de um real… ridículo! me lembra até aquela época em que tinha nota de 300.000.000 de cruzados novíssimos… mas não se preocupem, brasileiros metódicos, nota de um real nova em breve aqui no Presunto, o blog que se preocupa com a sua estabilidade mental.

Flagrantes do mais poético e charmoso bairro do Rio de Janeiro… alguns revelam características inconfundíveis dos nossos colonizadores.


Mais uma instalação da Cedae.
A resposta é óbvia, mas a verdade é que Arial é sim uma fonte digna, o problema é que ela foi feita para píxel, o que a confere limitações com que uma fonte absolutamente analógica como a Helvética, não precisa se preocupar.
Este post do I Love Typography conta um pouquinho da história das duas, que descendem da dinossaura Akzidenz-Grotesk, de 1896, a mãe das fontes grotescas.
Enquanto a Helvetica foi desenhada em 1957 sob o nome de “Neue Haas Grotesque”, para em 1960 ser revisada e rebatizada para Helvetica, a Arial foi projetada em 1982, já com a cabeça nos píxels, mas seu desenho tem várias soluções formais da “Grotesque 215″, como mostra o post “How to spot Arial“, do Mark Simonson Studio.
Podemos concluír então que a Arial tem o seu valor sim, e que a culpa de ela ser tão execrada e ridicularizada é de pseudo-designers leitores de orelha de manual de CorelDraw insistem em usa-la em impressos, talvez por ser a fonte default do Windows, ou por nem saberem o que é uma tipografia.
A Arial subiu bastante no meu conceito depois de escrever este post, e a Helvetica continua sendo uma obra de arte maravilhosa e insuperavel.
Este divertido teste testa (obviamente) se você sabe diferenciar as duas fontes. Eu confesso que errei uma, ficando com 19/20, marca de que não me envergonho, pois era uma logo realmente difícil, só com caixas altas, e tal… experimente. No início o cabra fica morrendo de medo da humilhação de errar, mas o fato é que é bem fácil distinguir as duas.
Just fake it.

Qualquer dúvida, deixe um comentário que eu explico com prazer… mas a idéia é que não haja nenhuma.












Tem aparecido gente aqui no blog perguntando por notícias de Gualba Pessanha, o Plim Plim, que tinha um programa na TVE no final dos anos 70, onde ensinava as crianças a fazerem origamis e desenhos… eu era espectador assíduo e cheguei a ter um de meus desenhos apresentado pelo próprio Plim Plim em seu programa.
Diante dessa procura das pessoas pelo “mágico do papel” aqui no blog, parti para uma busca mais séria por informações do paradeiro do artista, e descobri, no blog Petiscoblog um post que dá algumas informações recentes sobre ele.
Segundo o blog, o mágico do Papel está em um hospital em Campos dos Goytacazes, onde se recupera de um AVC, e continua fazendo lá seus origamis, tendo feito 300 pássaros de origami para enfeitar uma árvore de natal no hospital.
Tem também comunidade no Orkut em sua homenagem.
Gostaria muito de poder visita-lo, mas admito ser tarefa difícil, dada a distância que me separa de Campos… e depois, eu conheço ele, mas ele não me conhece… mas seria muito legal fazer chegar às suas mãos uma manifestação daqueles que quando crianças foram espectadores dos seus programas na TVE, já que ele está completamente esquecido, não tendo quase material nenhum sobre ele no Internet.
Homenageio-o então através desse humilde post e desejo melhoras.
Gostaria também de agradecer as participações de Rafael e Roberto, que comentaram sobre o assunto aqui no blog.
Vida longa ao Plim-plim.
…tiradas anteontem do Tiramisuba do Botafogo Praia Shopping… é que eu adoro fotos noturnas.


