Outro dia fui a uma reunião com clientes no chicão Talho Capixaba, no Leblon.
Sentei na mesinha, puxei meu notebook, botei para procurar redes wifi… – Oba, uma rede de nome ‘Talho Capixaba’! Vou acessar meu e-mail enquanto saboreio esse café incrementado de um milhão de dólares”.
Chamei o garçon e naturalmente perguntei a senha da wifi… “não é pr’os clientes não senhor, é só interna”.
Pô – pensei – Fala sério, se os caras querem fazer uma rede pra ninguém usar, que não a batizem de “Talho Capixaba”, caramba, que façam como o Hans, que nomeou a wifi dele de “Hans Gracie”… ninguém nunca tentou invadir…
Que pena que a Alemanha não foi para a final dessa Copa do Mundo de 2010.
Eu confesso que torci muito por eles, e que sofri quase o mesmo quando perderam nas semi-finais para a Espanha o quanto eu sofri na derrota do Brasil para a Holanda nas quartas-de-final… é bem verdade que o sentimento de tristeza pela derrota do Brasil foi anestesiado pelas atitudes vergonhosas do nosso técnico Dunga, que retirou-se de campo assim que o juiz apitou, sem cumprimentar o técnico da Holanda e sem ir receber e consolar os seus combatentes derrotados no caminho do gramado para os chuveiros… engraçado que nos jogos anteriores o Dunga cumprimentou os técnicos adversários, quando os tinha vencido, ou naquele pífio empate de comadres contra Portugal… o Brasil só chutou cachorro morto nessa copa mesmo, assim como a Argentina, e como a Espanha, o DreamTeam do um a zero, até o jogo em que eliminou aquela irreconhecível Alemanha.
Depois que caiu a ficha da eliminação brasileira eu até gostei que o Brasil tenha sido eliminado, como diz o rei, “bom pro futebol”.
Mas a Alemanha não, com seu técnico comedor de meleca, Joachim Loew, a Alemanha jogou bonito, com objetividade, orientada ao coletivo, como um organismo, sem individualismos ou firulas, buscando sempre o caminho mais curto para o Gol… isso é que é pragmatismo, um futebol bauhausiano. A forma segue a função.
Infelizmente o time não era imbatível, e mais uma vez o time que mais encantou os espectadores não vai ser o campeão do mundo, assim como o Brasil de 82, a Holanda de 74, Portugal de 66, a Hungria de 54… caramba, em todas essas copas citadas a Alemanha foi finalista… e das quatro foi campeã em duas… será um castigo dos deuses do futebol?
De qualquer forma essa copa do mundo foi maravilhosa, com emoção e lágrimas em jogos inesquecíveis, justificando a grandiosidade que o evento carrega.
Ainda não foi desta vez que o melhor futebol foi premiado com o caneco.
Esperemos agora pela Copa “Chico Xavier” de 2014, onde se tudo correr bem o Brasil vai enfim poder, como o meu Flamengo, ostentar o título de HexaCampeão… e nessa final sou Holanda desde criancinha.







Todas as fotos são do site da Fifa.
…é sacanagem, só pode ser.
Eu já tinha visto essa… esse… isso em algum lugar, não sei onde, rotulado de “a logo da copa do Brasil de 2014″, mas nem dei importância… “deve ser sacanagem, não é possível”, mas acabo de receber um link do Brunus por e-Mail para a mesma aglomeração desagradável de píxels no site da Folha de São Paulo, e daí comecei a ficar preocupado de verdade… será que é isso mesmo? A logo da copa do brasil vai ser esse treco? Alguém me belisque, por favor. Ainda bem que o mundo acaba em 2012.

A homenagem do Presunto ao velho Dennis Hopper, que se foi ontem.
Ele aparece abaixo em três momentos: no primeiro, comentando com o Capitão Willard (Martin Sheen) sobre a genialidade do Coronel Kurtz (Marlon Brando), no melhor filme de todos os tempos, Apocalypse Now; depois ameaçando a pobre e indefesa Sandra Bullock em Speed; e no último fumando um dos 3.456 baseados que foram fumados (de verdade) com o “Capitão América” Peter Fonda, em Easy Rider.



Escutei muito esse cara em 85, 86… Holy Diver, The Last in Line e Sacared Heart, na minha época pré-Pink Floyd.
Não chega a ser um “top of mind” do rock and roll, mas me diverti pra caramba quando ouvi Holy Diver pelo rádio do carro no GTA Vice City.
Suas capas eram meio mais ou menos, e com um pezinho no brega… não chegavam aos pés das capas feitas pelo Derek Riggs, para o Iron Maiden… isso dava até um post… capas velhas do Iron Maiden…
Vai minha homenagem ao velho Dio.
Obrigado.
O anti-Robin Hood Edir Macedo continua mais forte do que nunca.
Hoje aqui perto de casa era um festival de grupos de pessoas perdidas perambulando com placas do tipo “Van 57 – Marechal Hermes”, e meninas com camisetas “Obreiro(a)”, seja lá o que queira isso dizer.
Tem babaca pra tudo.
O prefeito pediu desculpas e disse que tais eventos não mais se repetirão na cidade… tão mal agradecido com os pastores das igrejas evangélicas que orientavam os fiéis a votarem nele…
Um pensamento que me “consola” é que esses que lotaram a Praia de Botafogo hoje não são mais trouxas do que os pedophile lovers católicos.
“Trouxas”.
Achei a palavra.


Da CBF pode-se esperar tudo, ainda mais quando se trata de um assunto tão desmoralizante para o órgão como foi o motim movido em 1987 pelos clubes interessados em salvar o campeonato brasileiro do absoluto ridículo.
A turma do Ricardo Teixeira resolveu o que já era de se esperar, que foi a entrega da taça das bolinhas, que é o prêmio da entidade ao primeiro pentacampeão brasileiro, ao São Paulo Futebol Clube.
Agora resta uma enorme saia justa ao tricolor paulista, pois vai receber em sua sede, no Morumbi um troféu que reconhece pertencer ao Flamengo, ou ao menos reconheceu em 1987, quando enquanto membro do Clube dos 13, acatou a decisão de boicotar a bizarra decisão de realizar um quadrangular final contra os vencedores da segunda divisão, que naquela época se chamava “módulo amarelo”.
O São Paulo F. C. é um time grande, que ostenta uma coleção invejável de títulos, que tem uma história respeitável, e que de forma nenhuma vai aceitar compactuar com tal injustiça.
Pensando bem, eu tenho certeza absoluta de que o tricolor paulista do Morumbi, assim que receber a reformada taça das bolinhas, irá dar a ela o destino que ela merece, entregando-a ao verdadeiro dono, o Clube de Regatas do Flamengo.
Seria demais esperar uma cerimônia solene para marcar a efetivação da justiça, mas a dignidade de um grande clube vai falar mais alto do que a ganância e a politicagem, e no dia seguinte da entrega do troféu ao segundo pentacampeão brasileiro, o São Paulo F. C., essa taça, por mais tristeza que possa causar a aquela torcida, estará dentro de uma caixa, recheada de fandangos de isopor, dentro de um avião da ponte aérea, com destino ao aeroporto Santos Dummont, para ir ocupar o lugar onde deveria estar desde 1992, que é uma das milhares de prateleiras da sala dos troféus do mais querido do Brasil, o rubro-negro da Gávea.
Parabéns, mengão, primeiro pentacampeão brasileiro.