
Silverstone, antiga base aérea dos aliados nos tempos de segunda guerra mundial, hoje teve que aturar um hino alemão seguido de um austríaco ao final do GP da Inglaterra de hoje de manhã.
Vettel, o monstrinho, andou muito com a sua RedBull, e seguido do australiano Mark Webber, seu companheiro de equipe e meu chará fake, fizeram a dobradinha da equipe do búfalo vermelho, seguidos do ídolo maior nacional, RRRRRRRRRRubens Barrichello, que segue firme na segunda colocação do campeonato, agora se aproximando um pouco do Jenson Button, que chegou na mesma 6ª posição em que largou.
Legal foi quando no pódium os engravatados que foram entregar os troféus tentaram fugir dos respingos de champanhe foram impiedosamente perseguidos, alvejados e encharcados pelos dois pilotos da RedBull.
O destaque obscuro do dia foi Giancarlo Fisichella, que após largar em 16º conseguiu chegar em 10º com a sua linda Force India, à frente de duas BMWs, duas Renaults, duas McLarens, duas STRs e uma Williams.
Nelsinho Piquet também deve estar feliz por ter conseguido chegar à frente do seu companheiro de equipe Fernando Alonso, e Felipe Massa também teve excelente atuação, chegando em 4º depois de ter largado em 11º, também superando seu companheiro de equipe Kimi Raikkonen, que largou em 9º e chegou em 8º, em uma corrida bem mais burocrática.
Os três brasileiros então ganharam os duelos contra seus companheiros de equipe.
Só para terminar, o Galvão fala mesmo muita bobagem, mas é um poeta quando comparado com o Kleber Machado… a impressão que dá é que ele não se interessa muito por Formula 1 não… a Globo devia contratar o Silvio Luiz para narrar as corridas, daí sim as manhãs de domingo estariam completas.

É o ploter de adesivo vinílico a serviço do homem.
Pela logo o apelido da autoridade máxima nas quatro linhas deve ser “Gegê”.

…e o veículo tem motivos de sobra para homenagear a sua modelo favorita.








A corrida de Mônaco é das minhas preferidas, por ser a mais apertada de todas, onde a gente vê os carros de perto, e sente aquele cheirinho delicioso de pneu queimado fresquinho misturado com a maresia do mediterrâneo com os bronzeadores daquelas mocinhas em todos aqueles barquinhos… ah, que lugar maravilhoso… Mônaco é a minha cara, não nasci lá por um mero detalhe.
As Brawn massacraram de novo e Rubinho Barrichello vem se firmando como o maior segundo piloto da história da Formula um, deixando Ricardo “Patrás” e Gerhard Berger no chinelo.
Se o Rubinho for para a Force India no lugar do Fisichella (outro que é duro de defender) vai com certeza comer poeira do Adrian Sutil, que ficou com a honrosa última colocação na corrida de domingo.
Felipe Massinha é que estava querendo mostrar serviço, pressionando Sebastian Vettel do jeito que dava, até que errou na chicane e ao devolver a posição para o alemão acabou perdendo para o espertinho Nico Rosberg, depois continuou “pushando”, e acabou tomando um aviso dos boxes para parar de cortar a chicane, daí sossegou.
Depois eu reparei que todo mundo estava cortando aquela chicane.
Vettel foi o “caminhão na serra” do dia, devia estar com problemas no seu “RideBurro”, pois segurou um monte de gente atrás dele, e depois acabou abandonando… parecia até que tinha levado “algum” da Brawn.
Galvão inclusive falou uma frase maravilhosa, que me fez rir por several minutes, que foi mais ou menos essa pérola: “Massa tinha que ter voltado à frente do Button, pois voltando atrás fica limitado a velocidade do inglês, que é alta”… tudo bem Galvão, a gente entendeu.
E o nosso Nelsinho Piquet deve ter ficado orgulhoso em não ter sido desta vez o culpado pelo seu próprio abandono, já que Sebastien Buemi se encarregou da tarefa, dando uma bela encaçapada na traseira do brasileiro, que deve ter ficado meio tonto, pois saiu do carro dizendo coisas sem sentido como “não deviam deixar esses pilotos novos e inexperientes correrem na categoria”, seguido de um “ele quase machucou meu pescocinho”… vira homem, Piquezinho… na verdade eu acho que o Nelsinho foi prejudicado pela pressão de entrar logo em uma equipe de ponta como a Renault, pois se tivesse começado por uma STR, ou uma Force India, a coisa poderia ser diferente… o tiro do Piquezão acaba saíndo pela culatra.
Tomara que o Bruno Senna comece mesmo por uma equipe bem bunda, para ir pegando o sotaque da categoria aos poucos…
É isso.
F1 é a maior diversão.

A primeira impressão que se tem quando se vê uma peça de design é muito importante, adaptando a expressão usada pelo meu professor de varejo Roberto Kanter, “não existe uma segunda chance para se causar uma primeira impressão”, e quando eu vi pela primeira vez os aviões da My Travel, simpatizei muito com elas, não sei se pela originalidade e ousadia de se propor uma solução diferente, ou se simplesmente por que eu gosto de ovais.
De qualquer forma a minha primeira impressão foi boa.
Achei a plumagem moderna sem ser clichê, achei forte mas não excessiva… na verdade eu achei linda.
Daí fui tentar entender a logo, e foi quando comecei a desconfiar que estava sendo enganado… a loguinho é meio safadinha, com aquela fonte angulosa aplicada na oval, sem nenhuma conversa entre as duas, e aquele “y” com aquela bolinha vermelha, será que é uma pessoa de braços abertos? Ou quem sabe o alienigena do Contatos Imediatos do Terceiro Grau…
Daí, quando eu impliquei com a logo, passei a desconfiar mais da plumagem, aplicando os ensinamentos do Eppinghaus, meu professor de Meios e Métodos de Representação na Esdi, que dizia que mesmo que o seu trabalho esteja lindo e maravilhoso, se ele tiver uma imperfeição, será ela a primeira coisa a ser notada, e todo o trabalho estará comprometido.
Eu ainda gosto dos aviões da My Travel, mas não tanto quanto eu gostei da primeira vez que os vi.
Esta foi minha última contribuição para meu prédio.
Cansei de as minhas pizzas voltarem.
Fiquei na dúvida se era “isto” ou “isso”… eu nunca sei essa bosta.
Mas a referência ao Magritte ficou chique pra caramba!


Foi no Technorati que eu vi pela primeira vez essa aplicação de helvetica black italic em blocos de texto… a fonte é tão pequena, e fica tão descaracterizada por causa da pixelização, que nem dá para saber se é Helvetica ou Arial… na verdade eu acho que deve ser a segunda no caso de o computador do navegante não possuir a primeira… de qualquer forma o resultado é muito ruim, com uma deformação notável de certos caracteres… mesmo que a fonte que eu esteja vendo seja a substituta, o que eu duvido, pois tenho as duas em meu sistema e acho difícil que a Arial apareça à frente na lista do que a Helvetica, não é desculpa, pois a esmagadora maioria dos navegadores operam em cima de Windows, e poucos Windows tem Helvetica, e é lógico que isso deve ser levado em consideração na hora de se projetar um site, além do que, todas as fontes substitutas tem que funcionar direito, se não é melhor nem substituirem ninguém.
Uma coisa que pode estar acontecendo é o que eu consideraria um erro primário de webdesign, que é o de usar uma fonte para texto corrido que não seja projetada para os píxels… ironicamente nesse caso, e imagino que em nenhum outro, a Arial funcionaria melhor do que a Helvetica… anyway eu considero a aplicação de bold-italic uma solução bastante equivocada, basta dar uma olhada nos textos, rodapés, e mesmo títulos e menus… a intenção é boa, de se fugir das batidas fontes-píxel Arial, Times, Verdana, Trebuchet, e tal, mas não dá.
Mesmo para título, onde a fonte é menos descaracterizada pela maior quantidade de píxels na sua matriz, o resultado também não fica legal, pois o anti-alias do browser não se compara ao anti-alias do Photoshop.
Então, até que me provem o contrário, texto em HTML deve usar tipografia projetada para píxels e fim de papo, e texto corrido não é em bold ou italic, pois esses recursos devem ser reservados para destaques no texto e palavras em outras línguas, respectivamente.
Assim diz a Convenção de Genebra.
Podem atirar pedras.
Além do Technorati já reparei que outros sites também apresentavam seus textos da mesma forma, e ontem, para a minha surpresa, constatei que o novo Brainstorm #9, do simpático Carlos Merigo, que aliás recebeu nova e belíssima logo em Avant Garde, também conta, em sua nova identidade visual, com a mesma grotesca black italic… a moda pegou mesmo.
Moda é isso aí, as boas ficam e as ruins passam.
No futuro, quando os monitores tiverem resoluções siderúrgicas e as bandas forem muito mais largas do que são hoje, será este post que não fará mais o menor sentido, pois toda essa história de fonte para píxel será parte do passado… só que como ainda estamos no presente, e como os “es” em caixa baixa estão sendo impiedosamente transformados em bolas pretas de píxels disformes, eu não posso deixar de registrar aqui o meu protesto.