Dei uma sorte danada.
Segunda-feira à tarde fui pegar minha moto que estava plastificando o tanque na oficina do Amaral, na Praça da Bandeira, Cidade Maravilhosa.
Peguei a moto às 14h, e fui direto deixa-la oficina do Felipe para fazer a carburação, já que a moto estava “absolutamente engasgadíssima”, e na pressa não percebi que o Amaral havia trocado o banco da minha moto por outro, de outra moto que estava na oficina também.
Ontem foi aquela calamidade na cidade e não deu pra pegar moto, nem banco, nem nada.
Hoje fui pegar a moto na oficina do Felipe, para voltar na oficina do Amaral para trocar o banco.
Cheguei antes do Amaral e fiquei esperando ele chegar para abrir a oficina, que ele ainda não tinha aberto depois da enchente… Na Rua Ceará eram tratores, lama, vassouras e mangueiras para todo lado.
Quando o Amaral abriu a oficina eu perguntei para ele se eu podia tirar algumas fotos… que estão abaixo… e quanto ao meu banco, depois de procurar bastante, o achamos bem longe de onde ele tinha deixado.









Belinha é a Fox Paulistinha e Oto Otto é o Boxer.
Os dois tem três meses (cada um).






A primeira vez que viajei em um avião a jato da Embraer foi em 2002, em um vôo noturno a bordo de um ERJ-145 da Rio Sul, SDU-PLU (Pampulha).
Foi um vôo muito gostoso, a noite estava muito limpa, e em um dado momento eu olhava para trás e via o Rio de Janeiro, e para a frente via as luzes de Belo Horizonte… seres felizes devem ser os pilotos de avião.
O avião é apertadinho, e eu fui no lado esquerdo, onde a fila é apenas de uma cadeira. Do outro lado são duas… e é arisco, decola sem piedade dos nossos estômagos e faz as curvas em movimentos rápidos como os de um caça… eu nunca voei de caça, se tivesse voado provavelmente não diria isso… mas a impressão foi muito boa, um aviãozinho muito gostoso… o trem de pouso é duro, coisa que reparei em todos os vôos que fiz nesse modelo, bate seco na pista, na aterrissagem… teve um que chegou a quebrar no meio em Curitiba (CWB).
Fiquei empolgado ao comprar minha passagem de Azul, com a primeira viagem que iria fazer em um dos moderníssimos EMB-195 da empresa, os “filhotes de 737″ que são as meninas dos olhos da Embraer, e valeu cada centavo, o avião é sensacional, e a decolagem e curvas radicais me fizeram me lembrar dos meus vôos de ERJ-145 de oito anos atrás.
O EMB-195 é confortável, rápido, radical, e apesar disso passa segurança.
Um puta avião, que com certeza coloca a Embraer entre as maiores.
A chegada em Viracopos (CPQ ou VCP) é muito bonita, muito verde, Campinas é muito bonita vista de cima, e o aeroporto conta com um terminal de cargas com várias velharias ancoradas, como B747-200s, B707s e DC-8s… e um mar de EMB-195s da Azul.

O outro avião da Embraer que eu já voei foi um Brasília, no início dos anos 90, em outro vôo noturno, de Navegantes (NVT) para o SDU, muito diferente dos jatinhos citados acima, o turbohélice é barulhento dentro da cabine, e por voar mais devagar, permite que os passageiros curtam muito mais as rajadas de vento, turbulencias e tal… outro fator que contribuiu com a diversão da viagem foi a chuva, que sempre torna as coisas mais conturbadas… uma impressão engraçada dos aviões a hélice é a de que ele se recusa em descer… me lembro que na descida da rampa para o SDU, o avião inclinou o bico para baixo que parecia que ia dar um mergulho de cabeça na baía. Hehe, uma mocinha veio conversando comigo no avião, dizendo que eu era a cara do Brad Pitt… sério. Hoje me acham parecido com o Philip Seymour Hoffman… o mundo dá voltas.
Andar a pé tem dessas coisas.
A gente pode parar pra ver e tirar uma foto.
E como agora em pleno século XXI todo mundo tem um celular com câmera, ficou mais fácil ainda registrar esse muro grafitado na rua das Laranjeiras.

O que será que o Cesinha tanto explica pra Ana Maria Braga?

Muuuuito chatinha a corrida do Bahrein, o que me leva a imagenar quantas etapas dessa chatice eles vão esperar até voltarem com as emocionantes paradas para reabastecimento…
E o pior é que fizeram uma enorme propaganda dizendo que essa temporada vai ser a mais competitiva de todos os tempos, por que agora é coração na ponta da chuteira, e haja coração… até agora…
Fiquei assistindo à corrida pelo live timing do f1.com e quando o intervalo de um piloto para outro diminuia um pouco eu olhava para a TV… eu esperava também comentar a corrida no twitter, mas tava dando baleia, e o pouco que ele funcionou foi o suficiente para eu dar unfollow no Cleber Machado…
Quanto à corrida, teve Fernando Alonso passando o Massinha na largada e fim.
O que mais aconteceu de “emocionante” foi a perda de rendimento do Vettel na metade final da corrida e é isso aí.
Nenhuma pane seca, nenhum pneu estourando, e isso foi só a primeira corrida da temporada, aquela em que as equipes ainda não se adaptaram ao novo regulamento e por isso erram mais, proporcionando mais surpresas aos espectadores.
Valeu pela volta da Lotus, pela nova Renault, que mais parece uma ATS de tão amarela, e pelo lindo desfile de carros antigos… e quanto ao Senninha, tomara que não siga o caminho do Piquezinho e continue calminho lá na HRT, sem querer dar o passo maior que a perna, indo precocemente para alguma equipe de ponta que ele não dê conta do carro.
Eu ainda acho que com aquele sorriso o Bruno Senna deveria sim era ir fazer propaganda de Listerine, pois todo mundo vai cobrar que ele seja o novo Ayrton, só que o tio dele era CDF pra caramba, e ele usar um capacete imitando o capacete do Ayrton Senna eu achei ponto contra… de qualquer forma torço muito por ele… e pelo Vettel e pelo fabuloso multicampeão Michael Schumacher… que aliás comeu poeira do Nico Rosberg, que não perde por esperar.
Os puristas vão se rasgar todos, mas o futuro chegou.
A versão simplificada do Yam, o popular “General” foi agraciado pela inclusão digital.
Depois de muitas cervejas o Excel mostra-se muito útil na hora de totalizar as pontuações… o problema é quando ela derrama no teclado… mas vida de babaca é uma coisa complexa mesmo.
A nova versão do ópio do povo.
Agora de analógico só sobraram os dadinhos.
Mão na roda.

Antigamente era assim… Romântico… o mundo moderno não tem mais espaço para essa bagunça.

