A espécie humana, ao contrario das formigas, não pensa coletivamente. Indivíduos agindo com excesso de competitividade, capazes de transformar a própria bolha, de condições perfeitas e extremamente rara no universo, em um lixão.
Só que essa bolha, serviu de ambiente para uma molécula. Uma molécula capaz de se reproduzir, se dividir, se multiplicar. A história dessa molécula todos conhecemos hoje. Em cada animal, planta, fungo, bactéria, vírus existe uma parte desse código, transmitida de geração a geração. Eu gosto de imaginar esta soma como uma árvore, com o DNA primevo lá embaixo e vários galhos se ramificando a partir daí. Vários desses galhos terminam mais cedo, vários outros continuam a se ramificar. assim cada extremidade desta enorme árvore pode ser encarada como uma espécie diferente, com sua própria história e parentescos.
A nossa espécie, apenas uma das extremidades desta árvore, foi a única (até agora) capaz de observar o ambiente ao seu redor e decifrar sua própria história evolutiva. Ir além e decifrar a própria estrutura do universo e das partículas que o compõe. Capaz enfim de entender a raridade das condições do planeta que a abriga.
(continua…)
Então vejam o acontece na primeira divisão!
Fascinante…
O ambiente estava favorável.
Muitos daqueles insetos voadores em volta da luminária.
Os simpáticos mini-dinossauros faziam a festa.


Os morcegos bebendo o açúcar dos beija-flores.
A primeira o Dude que tirou, a segunda fui eu.
Maneiríssimas.


Deixar aqui a minha micro-homenagem ao Stephen Hawking.
Flutuando em gravidade zero.
Fiquei emocionadão quando eu vi.
Legal pra caramba.
E pra completar ainda foi dentro de um 727.
Palmas pra ele.
Olhos ardidos, falta de ar, melecas pretas.
Sinais de que estamos mesmo sentindo as mudanças climáticas globais.
Um mês sem chuva…
E as vans continuam fazendo sua fumaça cinzenta.
E em fevereiro tem carnaval.


Em meio a um festival de flashes disparados e câmaras de celulares apontadas para o eclipse, fui eu também aqui perto de casa, pro mirante da Equitativa, a fim de tirar a minhas próprias fotos ruins da efeméride.
Armei meu tripé super power enhanced plus, rosqueei nele a minha cybershota e fiz vários disparos enquanto ouvia as explicações que eram dadas pelos outros expectadores, de como aquele planeta passa de tempos em tempos entre a terra e a lua, causando o fenômeno… Incrível. Pobre da menininha que ouvia atentamente… vai passar a explicação a diante na escolinha, segunda feira…
A qualidade das fotos da lua que estou conseguindo tirar com minha xereta digital está equivalente à qualidade das fotos que o hubble consegue de Plutão… pra se ter uma idéia de como está distante o planetóide… ou de como é inadequado o meu equipamento.