Uau!
Agradecimentos especiais ao Cristiano Dias.
Tem mais de onde veio.
A homenagem do Presunto ao velho Dennis Hopper, que se foi ontem.
Ele aparece abaixo em três momentos: no primeiro, comentando com o Capitão Willard (Martin Sheen) sobre a genialidade do Coronel Kurtz (Marlon Brando), no melhor filme de todos os tempos, Apocalypse Now; depois ameaçando a pobre e indefesa Sandra Bullock em Speed; e no último fumando um dos 3.456 baseados que foram fumados (de verdade) com o “Capitão América” Peter Fonda, em Easy Rider.



Quando eu vi pela primeira vez uma propaganda de banco usando essa técnica “tilt-shift“, eu achei uma gracinha o efeito de maquete, apesar de ser propaganda de banco (eu tenho uma bronca danada de banco), mas demorei (menos que os 30 segundos) até descobrir que não se tratava mesmo de uma maquete, e fiquei fascinado com a ilusão causada em meu cerebelo.
Hoje São Google Reader me presenteou com este filmezinho, “The Sandpit“, que mostra cenas de NY, que além do tilt-shift, são reproduzidas em alta velocidade, criando um efeito muito bacana, vale a pena gastar esses cinco minutos e meio.
Desde a primeira vez que tive contato com o efeito, eu achei que tratava-se de uma câmera com uma profundidade de campo microscópica, que existe mesmo, segundo a wikipedia foi inventada em 1973, mas olhando com atenção ao filme conclui que o efeito, ao menos em algumas tomadas, é obtido com a simples aplicação de blur nas partes superior e inferior da imagem, deixando apenas a parte do centro no foco, pois ao longo do filme, nunca a parte superior fica em foco, mesmo que o objeto esteja no mesmo plano que o da parte central da imagem, que está no foco… repare na foto do guindaste. A cabine está no foco, mas o braço, apesar de estar no mesmo plano que a cabine, está desfocado… se o efeito fosse dado por a profundidade de campo ser de uma lâmina, o braço do guindaste estaria no mesmo foco que a cabine, pois âmbos estão no mesmo plano… faz sentido? Segundo as explicações do autor, tudo que eu falei até agora não passa de baboseira, mas meus argumentos fazem algum sentido sim… não sei dos pormenores dessa lente da Nikon, mas que uma simples aplicação de Photoshop é capaz de gerar um tilt-shift bem convicente, isso é.
De qualquer forma, no final pouco importa se o desfocado é fake ou não, pois o nosso cerebelo é enganado do mesmo jeito, e o efeito mágico que faz as imagens parecerem um monte de brinquedinhos continua sendo incrível.

The Sandpit from Sam O'Hare on Vimeo.
Meu pai me mandou isso por spam.
É um filme feito de uma Ferrari pelas ruas de Paris, onde o cara enfia a bota.
Legal pra caramba, com destaque para o ronco do carro, as trocas de marcha… um dia vou ter uma carro que ronque desse jeito… o pneu cantando nas curvas e os pombos fujindo da ferrari enlouquecida… legais também os carros que eles ultrapassam, citroens, peugeots e renaults, que tinham linhas esquisitíssimas (e interessantes) à aquela época… isso merece até um post…
O fim meio pela-saco é compreensível para lincar com a atmosfera trés romantique da cidade…
O texto original do e-mail mais abaixo dá explicações mais detalhadas:

Eu sei que o filme é de 2002, mas eu é que não ia pagar para ir ao cinema assistir a um filme com Mel Gibson, nem tampouco adquirir o DVD do título, ainda mais depois de ouvir tudo o que me disseram sobre o filme, comentários em sua maioria bastante desanimadores.
Assisti ao filme ontem, depois do lamentável Fantástico Show da Vida, na Globo, que nunca me decepciona, piorando a cada edição… talvez tenha sido o trauma de ter acabado de assistir a um lixo como aquele foi que me fez adorar “Signs“.
Eu havia assistido, na tarde do mesmo dia, ao terço final do maravilhoso “Gladiador“, também com Joaquin Phoenix no papel do malvado Commodus (filmaço!), e fiquei feliz em ver o ator em um papel mais amigável, o que também contribuiu para que eu gostasse do filme.
“Signs” é como uma mistura de “Independence Day” com “Guerra dos Mundos” e “Noite dos Mortos Vivos“… no trivia do IMDB consta mesmo que o autor se inspirou no clássico do George Romero, além de outro que eu nem tinha me dado conta, que é na verdade o pai dos “filmes-de-pregar-tábuas-nas-janelas”, “The Birds” do Hitchcock, e eu, enquanto fanzoca do George Romero e do gênero, fiquei apavorado com “Signs”, tendo assistido à metade final do filme usando um chapéu de papel-alumínio na cabeça.
O filme pega meio pesado com a pavorosa história da mulher do ex-padre Graham Hess, que puxa um barbante de uma certa paranóia religiosa, mas também não posso ser preconceituoso e não vou detonar o filme por causa disso.
Concluíndo, se você gosta de ETs e de zumbis, vai gostar de “Signs”… ou já gostou, né, pois o filme já tem sete anos e eu devo ser o último habitante da Via Láctea a te-lo assistido… não importa, esse blog é para isso mesmo.
Depois do Papelão nas Estrelas, nossos leitores merecem material mais elaborado. Aqui uma boa coleção de videos. Aguns eu já tinha visto outros ainda não. Esse aqui eu achei particularmente bem feito e bem bolado. Mãos ao alto, passe oito minutos de sua vida para ver: “George Lucas in love…”
Diversão garantida!!! pelo menos para os produtores/atores/diretores deste instant classic!!!