Hoje de manhã estava eu estacionando minha motoca no Downtown quando meu queixo quase caiu ao me deparar com esse magnífico exemplar de uma raríssima motoca dos anos 70, uma linda RD-75, da Yamaha, de algum ano entre 75 e 79.
A pintura dos quadradinhos era cacterística da família das RDs, o amarelo sólido, a logo da “Yamaha” escrita em branco com outline, a tampa do tanque sem chave… até o adesivo “use capacete” era original da motoca… linda!
A última dessa família que eu tive o prazer de cruzar foi uma RX-80, a sua parente mais recente, também dos anos 70, e isso foi lá por 1986.
Um motorzinho dois tempos como este tem que ser muito bem cuidado para ainda estar andando 35 anos depois.
Quase chorei por estar sem minha máquina fotográfica, mas felizmente consegui uma emprestada no trabalho.
Não sei se voltarei a ver uma moto dessas.
Um bibelô.




Fui jogar tenis ontem e ao guardar a motoca na garagem me deparei com esse nem tão bem conservado exemplar de Mercedes-Benz 250, que segundo minhas pesquisas é modelo 1975… tratei de registrar o momento.
O modelo pertence à família W114/W115, que foi fabricado entre os anos de 1967 e 1976.
O W114 era carro de barão nos anos 70, e exemplares bem conservados valem um bom dinheiro nos dias de hoje.
Um belíssimo sedan.
O automóvel é muito comum em filmes da época, geralmente pertencendo a algum alemão malvado que escapou de Nurenberg.

É o carro que aparece no início da nova versão do clássico “A Noite dos Mortos Vivos” de 1990.
Graças a ele que meu carro preferido no GTA é o “Admiral”, só que este trata de um modelo mais recente de Mercedes, algo em torno do início dos anos 90.

As fotos menores no meio do texto mostram exemplares do modelo, digamos, em dias melhores, e as fotos abaixo são as que eu tirei.



