Mairus Webber

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Posts do assunto ‘Cocô’

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2010
Falando sério agora, a logo da copa do Brasil não vai ser essa, né…
Terça-feira, 1 de Junho de 2010 - 18:48
Mairus Webber - 196 visitas, 4 comentários

…é sacanagem, só pode ser.
Eu já tinha visto essa… esse… isso em algum lugar, não sei onde, rotulado de “a logo da copa do Brasil de 2014″, mas nem dei importância… “deve ser sacanagem, não é possível”, mas acabo de receber um link do Brunus por e-Mail para a mesma aglomeração desagradável de píxels no site da Folha de São Paulo, e daí comecei a ficar preocupado de verdade… será que é isso mesmo? A logo da copa do brasil vai ser esse treco? Alguém me belisque, por favor. Ainda bem que o mundo acaba em 2012.

Update: Meu deus! Acabo de visitar um site “Portal da Copa 2014“, e lá diz que a logo é essa mesmo, e foi escolhida pelos “Notáveis” Ricardo Teixeira, Jerome Valcke (quem é esse?), Oscar Niemeyer, Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Hans Donner!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Com licença, estou indo me embebedar.
Update 2: Já sei o que aconteceu: a régua paralela esbarrou no copinho de café e derramou tudo em cima da arte final bem na hora em que o Paulo Coelho, a Gisele Bunchen, o Ricardo Teixeira, a Ivete Sangalo e o Hans Donner estavam passando atrás do designer desastrado, que disseram em uníssono: “Lindo”!
Postado no assunto Atualidades, Brazil, Cidadão Revoltado, Cocô, Design, Futebol, Meu sobrinho que fez, Socorro!, Vida de Babaca é Atribulada | 4 comentários »
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2010
Como seria o mundo se…
Domingo, 30 de Maio de 2010 - 18:30
Bruno Leite - 121 visitas, 2 comentários

… Spike Lee fosse o síndico do seu prédio:

Postado no assunto #Fail, Cocô, Design, Utilidade Pública | 2 comentários »
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2009
O Peidão do Teleporto
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009 - 10:18
Mairus Webber - 496 visitas, 5 comentários

Estava eu chegando no meu emprego de Paste-up na Gazeta Mercantil, no Teleporto, lá pelo ano de 1996 ou 97.
Como eu trabalhava no fechamento do jornal diário, meu horário era diferente, entrando às 13h e saindo às 21h, logo nunca pegava fila para os elevadores do prédio.
Entrei no saguão do Teleporto, na Cidade Nova, preparado para mais um dia de trabalho, chamei o elevador e esperei por breves segundos… din, dan, don, as portas se abriram e eu entrei no elevador vazio.
Levei uma fração de segundo para perceber que o lugar fedia muito, mas muito.
Algum passageiro que o havia usado antes de mim caprichou em uma flatulência de odor inignorável.
Antes de eu processar as possibilidades e tomar a decisão óbvia de abandonar aquele carro e esperar pelo próximo, as portas se fecharam e o elevador partiu rumo ao sexto andar, onde eu trabalhava, enquanto não me restava alternativa se não respirar aquele odor horroroso de gás de alho decomposto…
Mas o pior ainda estava por vir.
No mezanino do teleporto funciona o restaurante, que naquela hora tinha alta rotatividade de funcionários do local… não deu outra.
O elevador parou um andar acima, onde duas belas mocinhas entraram conversando e sorrindo em sua alegria juvenil… mas assim que entraram e a porta se fechou, os sorrisos desapareceram de seus semblantes foram substituidos por expressões de estranheza, de quase pavor… enquanto viravam-se para mim com um olhar de franca reprovação… quando elas adentraram o recinto eu já sabia tudo o que iria acontecer… tentei ficar imóvel na tentativa de que minha presença não fosse percebida, mas de nada mais adiantaria qualquer atitude que eu tomasse.
Em uma fração de segundo, enquanto eu era fuzilado pelo olhar de nojo pelas duas lindas jovens, me passou pela cabeça uma vontade desesperada de tentar explicar a situação, que eu nada tinha a ver com aquele triste cenário, mas aos poucos meu desespero foi sendo substituído pela resignação.
Nada do que eu tentasse fazer para desvincular a minha presença ali daquele horroroso odor que dominava o ambiente surtiria efeito.
Minha única reação foi um involuntário e envergonhado olhar de tristeza de como quem diz “desculpem-me, é que minha barriga anda péssima”.
Nem eu mais acreditava que eu não tinha cometido aquilo.
Quando eu desci no sexto andar já sentia a minha barriga revirando, como se todo o meu organismo já compartilhasse da opinião daquelas duas moças.
Com certeza, a partir daquele momento e para todo o sempre, eu tinha deixado de ser mais um desconhecido na multidão e passado a ser o nojento, o porcalhão, o desprezivel Peidão do Teleporto.
Cheque-mate.

Postado no assunto Cocô, Passagens Triunfais | 5 comentários »
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2009
Nova seção do blog: “Cocô”
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009 - 11:45
Mairus Webber - 271 visitas, Nenhum comentário

Diante da constante necessidade de renovação, da incessante busca por inovações, no intuito de sempre trazer o melhor conteúdo para o nosso leitor, acaba de ser criada uma nova seção que trata de um dos objetos mais emblemáticos de todos os tempos.
Nem todo mundo sabe, ou as opiniões muito divergem entre as mais diversas soluções para a questão “a felicidade”, “a plenitude”, ou o que todos procuram como objetivo das nossas breves e volateis existências, mas quanto à situação contrária, diametralmente inversa, ou seja, quando tudo dá errado, quando tudo acaba em fracasso, a sistetização é unânime: a Merda.
“Merda” é uma palavra tão forte, tão importante, tão superlativa, tão abrangente, que deveria ser obrigatoriamente escrita com a primeira letra em caixa alta, como ocorre com “Amor” nas poesias românticas e nas cantigas trovadorescas.
Reconhecendo a importância deste valoroso substantivo/adjetivo foi criada uma nova seção no blog: “Cocô” sempre tratará dos assuntos que envolvam excrementos, seus derivados e subprodutos, e por ser um assunto muito pouco abordado pelos meios de comunicação usuais e mesmo por outros blogs, passará a receber a devida atenção do Presunto, o maior blog do universo.
A princípio a seção foi imaginada para ser uma seção complementar à outra já existente, “Passagens Triunfais”, que já conta inclusive com um post no forno quase pronto para ser publicado, mas esta aplicação não é uma regra, pois “Cocô”, diante da âmpla abrangência do termo, nos permite possibilidades quase infinitas.
Então, bola para frente, e como dizem os atores, um “Merda” para todos.

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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008