Chegaram hoje…
Primeiro mundo!
Dia 20 de março… portões abrem às 16h.
Quem quiser encontrar a mim e a Roberta nessa data é só ir a Apoteose curtir rock and roll de primeira linha.

Caramba, que comédia, eu vivo cantando essa musiquinha… hoje descobri que é de um anúncio de 1994… me senti um tanto… ultrapassado.
15 anos atrás… como o tempo passa rápido!
A fila anda.
O anúncio é legal.

Linda essa feliz história do irretocável pouso forçado realizado por Chesley B. “Sully” Sullenberger, piloto do Airbus 320-214 N106US da US Airways, que fazia o vôo 1549, do aeroporto de La Guardia, em Nova Iorque para Charlotte, na Carolina do Norte, EUA.
Logo após decolar, o avião atravessou um bando de pássaros, que provocaram o colapso das duas turbinas do aparelho.
Ao perceber que não conseguiria chegar a nenhum aeroporto, o valoroso piloto, mais rápido que um guepardo traçou uma rampa para aterrissar (ou aquarrissar) no Rio Hudson, manobra que executou com maestria, permitindo o resgate em segurança de todos os 155 passageiros e tripulação.
Palmas para Sully e sua equipe por conseguirem esse feito heróico, ainda mais se tratando de um modelo que tem as turbinas embaixo da asa, o que eu imagino que tenha dificultado ainda mais a manobra, pois devem ter sido elas as primeiras a tocarem o leito do rio, tanto é que se espatifaram, o que deve ter dado uma boa desequilibrada no avião.
Mas o motivo de eu escrever esse post é para, graças ao meu pífio conhecimento aeronáutico, poder fazer algumas outras observações a respeito do evento.
Uma empresa que deve estar dando pulos de alegria, e que merece mesmo os nossos cumprimentos, é a Airbus SAS, pelo simples fato de ter feito um avião que bóia.
Isso mesmo, sempre que eu ando de avião eu vejo naquele encarte um desenho de um avião boiando graciosamente no oceano enquanto as pessoas vão calmamente saíndo pelas portas de emergência para as asas esperarem pelo socorro, e sempre achei que aquilo fosse uma grande forçação de barra do fabricante (Tyler Durden também), pois eu nunca tinha tido notícia de um avião daquele tamanho ficar boiando como um patinho de borracha após um pouso forçado como o do vôo 1549.
Claro que o maior mérito é mesmo do piloto, que fez uma manobra altamente precisa, mas um bom projeto permitiu ao avião boiar por tempo suficiente para que o resgate fosse feito com segurança.

Lembrem-se que nem Jack Lemmon, na pele do Comandante Don Gallagher, conseguiu evitar a submersão de seu Boeing 747-100 após uma manobra semelhante em Aeroporto 1977… tudo bem que deve ser mais difícil pousar um jetliner no Rio Hudson do que no Triângulo das Bermudas, e se fosse tão simples um avião permanecer boiando após um pouso na água, a Boeing não permitiria que expusessem seu modelo top de linha da época a uma situação como aquela… ou permitiria?
Meu outro comentário sobre o evento é de como são frágeis essas turbinas!
Como pode um equipamento de ponta como uma turbina de um avião de grande porte, como um A320, entrar em colapso por causa de um choque com alguns Bem-te-vis?
Eu assisti certa vez vi no Discovery Channel, a um programa que mostrava os testes a que são submetidas as turbinas de aviões de grande porte, no caso, eram as usadas em Boeings 747.
O teste mostrava um canhão que atirava pássaros mortos em grande velocidade ao encontro da turbina em funcionamento, e o filme em câmera lenta mostrava uma grande covardia, onde os pobres pássaros eram destroçados, esmigalhados, sem causar nenhum dano aparente nas pás da turbina.
Ora, as turbinas do A320 são fabricadas ou pela International Aero Engines, que é uma Joint Venture composta pela americana Pratt & Whitney, a inglesa Rolls Royce, a alemã MTU, e as japonesas Kawasaki, Mitsubishi e Ishikawajima-Harima, ou pela CFM International, que é composta pelas igualmente consagradas General Electric, dos EUA, e a francesa Snecma (as do avião do episódio eram CFM), ou seja, o que há de melhor em matéria de turbinas no mercado… se é que existem outras… e ainda assim uma meia-dúzia de sanhaços joga no chão um primor da tecnologia de ponta como um moderno A320.
Sinceramente, se formos comparar os volumes em questão é como imaginar uma carreta de seis eixos capotar após passar sobre um grupo de besouros… e o teste que eu vi no Discovery Channel?
E as pás daquela turbina desberlotando aqueles bacurais como se fossem bananas em um liquidificador?
Inimaginável.
Não sei qual dos fatos envolvidos nesse evento é o mais inacreditável, se a sensacional aterrisagem no fio da navalha feita pelo piloto-herói Sully, ou o colapso das duas poderosas turbinas de um A320 causado por uma revoada de Quero-queros.

O MairusWebber, site “pai” do Presunto, este blog que vos fala, entrou em 2009 com novidades bastante significativas no que diz respeito à navegação em sua principal seção, motivo de existência do site, a “Portfólio“.
As três subseções que vigoraram até o final do ano passado, que eram “Na Tela”, “No Papel” e “Na Esdi”, viraram oito, objetivando organizar melhor o conteúdo e assim tornar mais eficiente a sua apresentação ao visitante.
As oito novas seções são “Sites“, onde são apresentados apenas trabalhos nesse campo em que minha participação tenha se limitado ao projeto gráfico e à codificação HTML e CSS; “Blogs“, que contém tudo o que foi feito para ser atualizado com ferramentas de gerenciamento de conteúdo, na esmagadora maioria, o WordPress… esta seção apresenta trabalhos que tenham sua parte dinâmica codificada por mim, sendo que as suas identidades visuais vão desde projetos gráficos 100% de minha autoria, passando por adaptações de layouts esboçados por clientes, ou a adaptação para WordPress de arquivos em PSD que continham os mais minuciosos detalhes da diagramação, casos em que restou para mim apenas o trabalho “braçal” de recortar as imagens e em seguida codificar o HTML/CSS e a posterior criação do respectivo tema de WordPress; “Logos“, onde são apresentados todos os logotipos que foram por mim desenvolvidos, a novíssima “Material Eleitoral“, que exibe trabalhos exclusivamente voltados para este mercado; “Interfaces de Sistemas“, que apresenta os protótipos de interface mais significativos que eu projetei durante o tempo em que trabalhei na falecida “Fábrica de Softwares”, Interconnection; “Peças Gráficas“, que é um desmembramento da antiga “no papel”, só que sem as logos, que também ganharam sua seção exclusiva; “Instalações Web“, que mostra brincadeiras que se aproveitam dos recursos da mídia Web, e a boa e velha “Esdi“, que mostra todos os trabalhos que eu consegui resgatar da época em que eu fiz a faculdade de Desenho Industrial na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Além de redividir o site em novas seções, uma mudança importantíssima, na verdade a mais importante de todas, foi a total reformulação da navegação interna da seção do Portfólio, substituindo aquela antiga e pouco intuitiva lista de links por uma grade de thumbnails, que permitem uma visualização muito mais eficiente do conteúdo a ser visitado… para evitar a poluição, a página principal de “Portfólio” passou a apresentar apenas cinco dos mais significativos trabalhos das cinco seções mais importantes, e no caso de o visitante ter o interesse de ver os conteúdos completos, poderá acessá-lo pelo link logo abaixo dos thumbs.
As antigas “bolinhas” que povoavam a página principal do Portfólio e que foram substituídas pelos novos thumbs, foram reaproveitadas na capa do site, substituindo os selos “HTML”, “ESDI”, “CSS” e “WordPress”, que lá moravam, só que desta vez de uma forma mais dinâmica e divertida, com a volta do velho randomizer, que me foi presenteado pelo Rodrigo Cabral, e usado nas capas do site nas versões 5 e 6.
Desta vez, em vez de só 4 ou 5 objetos que randomizam, são nada menos que 25 bolinhas, que são sorteadas no carregamento da página, mostrando detalhes de todos os trabalhos apresentados, e com links diretos para eles, tornando praticamente impossível que a capa do site seja carregada duas vezes da mesma forma.
Todas estas modificações foram feitas para que o site ganhe em solidez, praticidade e transparência na informação, atributos que tanto persigo nos trabalhos que realizo, e tornaram o MairusWebber um site completo como nunca foi (e nem poderia deixar de ser), e preparado para tornar as visitas cada vez mais confortáveis e eficientes.
MairusWebber: pronto para 2009.
Seja bem-vindo, e se por acaso precisar de algum trabalho de design, chame um Designer.
O primeiro é o mais velho, de 1971, se não me engano, depois veio o dourado do meio, que está bem destruído… é que eu nunca bebi Brahma mesmo… e o de baixo é o mais recente da minha pobre coleção, que na minha opinião já começa a ficar firulado demais, e daí para frente foi ficando cada vez mais cheio de penduricalhos…
O preto é talvez o rótulo mais bonito que eu já vi.



Depois de encerrar a desastrosa parceria com o Technorati, famoso ranqueador universal de blogs, que assinala valores da casa dos cinco dígitos em blogs de respeito como o Brainstorm#9 ou o CrisDias, o Presunto, maior blog do universo, após uma árdua escalada até “16″ e depois sofrer humilhante descendente até a singular classificação de “1″, resolveu mudar de organismo ranqueador.

Antes que a dignidade deste respeitável e sério veículo chegasse a total nulidade, sua administração tratou de cortar qualquer relação com a Technorati, cujos critérios obscuros fogem totalmente aos nossos interesses.
Para compensar a perda e não deixar os leitores carentes de estatísticas, a Presunto Corporation associou-se a uma entidade muito mais adequada à ordem de grandeza de sua popularidade, a Merdorati.
Um novo widget fornecido pelo órgão foi incorporado à sidebar do blog, por onde seus rarefeitos leitores poderão acompanhar em tempo real o grau de desgosto, insatisfação, desprezo e reprovação que está causando nos leitores naquele exato momento, uma ferramenta verdadeiramente preciosa.
Esta é uma ocasião solene, que marca uma parceria que promete grande longevidade, entre estas duas entidades, que tão bem se complementam que parece que foram feitas uma para a outra.
Se tiver interesse em colocar o Widget do Merdorati no seu blog, deixe um comentário, que darei as coordenadas com todo o prazer.
Entre você também para a comunidade Merdorati.
Hans, seu sonho virou realidade.
Agora vai.
No início deste mês de dezembro me internei de novo no meu já conhecido Copa d’Or para a instalação de novos parafusos e placas de titânio, que irão enfim acabar com essa pentelhação de não poder jogar tênis e andar de motoca… e sem muito melodrama, algumas fotos artísticas retratando minha estadia na suíte vip, com sua decoração luxuosa, TV de LCD, onde meu PS2 foi devidamente instalado, e cama customizavel, ambiente perfeito para uma temporada sob efeito de narcóticos.
É sempre surpreendente o efeito dessas substâncias no nosso organismo… mais precisamente nos nossos receptores opióides neuronais… estranhíssimo como no auge da “onda”, que foi no domingo da última rodada do brasileirão, a cama aparentava mudar de lugar constantemente, assim como o tamanho do ambiente, acho que era o efeito das diferentes origens das vozes das pessoas, que conversavam a minha volta.
A minha maior diversão enquanto esperava pela próxima dose do opiáceo era mijar no pato, chamar a enfermeira para esvazia-lo, beber mais água e repetir o cíclo… quando a moça injetava o incrível líquido na minha veia, todo o meu corpo era tomado por um aconchegante calor, que vinha acompanhado quase que imediatamente por uma sensação de relaxamento, em que eu não sabia se estava dormindo ou acordado, entrando em uma onda muito louca… Trainspotting total.
Dá para entender como esse negócio vicia… em minhas pesquisas sobre o que eu andava tomando nas veias para aliviar as dores que sentia, fiz uma descoberta interessante, que é a origem do nome “Morfina“, que vem do deus grego do sono, Morfeu.





