É o título de uma matéria lá no Globo OnLine…
E aí, como eu faço?
Ligo para a Net e grito “Quero pontos!!!”?
É ruim, hein?

Outro dia estava eu passeando no paraíso do consumo Nerd, o Edifício Avenida Central, no Centro da Galáxia, e resolvi comprar um NoBreak, ítem muito útil para pessoas que como eu moram em lugares “fim de mundo”, onde a luz pisca com freqüência, e já estão de saco cheio de perder o trabalho por que não salvaram e a luz piscou.
Fui em uma das minhas lojas preferidas e o vendedor me indicou este cara aí da foto, que inclusive estava na promoção… cento e tantas pratas por quinze minutos de computador ligado depois que a energia acabar, comprei.
“Agora serei uma pessoa mais feliz, quando a luz faltar eu vou dar gargalhadas enlouquecidas.”
Cheguei em casa, li o manual, instalei o bagulho, tudo lindo.
“Agora estou seguro.”
Hoje de manhã estava eu computando quando a luz apagou, e eu enfim tive a oportunidade de constatar que aqueles quinze minutos que são mencionados no manual não são bem quinze minutos, são na verdade um pouco menos… para ser mais preciso, três segundos.
Cronometrados.
E depois desses três segundos, quando apaga tudo e o seu trabalho vai pra casa do cacete, o NoBreak começa a apitar feito um desgraçado… talvez seja por isso que ele só dure três segundos, para poder guardar energia suficiente para apitar a plenos pulmões, avisando que seu trabalho foi perdido… e não adianta tirar da tomada que ele continua apitando.
Conclusão, se você consegue salvar seus trabalhos e desligar seu equipamento em menos de três segundos, este NoBreak foi feito para você… eu infelizmente demorei um pouco mais do que isso.
O título deste post fala sobre o meu NoBreak ter mostrado enfim o seu valor.
Mostrou mesmo.
Eu não o troco por um saco cheio de merda, pois apesar de o seu apito doer nos tímpanos, pelo menos ele não fede.
Ontem tive o prazer de ter nas minhas mãos grotescas e rudes o mais novo bibelô da Apple, o iPhone.
Realmente uma gracinha.
Aguçou o espírito consumista até de um comunista bolchevique do kolkhoz como eu.
Aproveitei para conferir se meu site, o Mairus Webber e seu braço, o Presunto estavam rodando direitinho… maravilha.
Tudo rodou redondinho.
Mais um browser para a extensa lista a que o Presunto e o Mairus Webber estão homologados.
Firefox, IE6, IE7, Opera, Safari, e agora, o Safari do iPhone.
Seja qual for o seu veículo, passeie tranqüilo pelos caminhos acarpetados e aromatizados do Presunto, o melhor site da Internet.
Obrigado, Cristiano.

Sábado estava eu saindo de casa e enquanto esperava a Roberta descer fiquei “trocando idéia” com um simpático negão de uniforme da Oi/Telemar que estava lá perto do carro.
O papo que rolou foi mais ou menos esse:
– Bom dia, Sr. funcionário da Oi/Telemar.
– Bom dia, Sr. morador.
– Telefone quebrado por aí?
– Não, Velox.
Ora, eu vivo tentando botar Velox aqui em casa, mas sempre me dizem que as linhas telefônicas do condomínio ainda não estão preparadas para receber o serviço, que no momento é impossível e que não há previsão para a disponibilização da banda larga da Oi/Telemar para o meu condomínio, e tal… será que alguma coisa mudou e já temos moradores com Velox? Que maravilha!
– Ah, o Velox já está chegando aqui no condomínio? Que legal…
– Não, o cliente que eu vim visitar é ali em cima, no Morro dos Prazeres.
Dali a alguns segundos chega pela trilha que dá acesso à favela a ex-empregada daqui de casa, Eliete, me cumprimentou (me adora) – Oi, Tico, tudo bem? Como vai a Laura? E a Roberta? E Seu Jairo? blábláblá, blábláblá, blábláblá… – depois de cumprido o protocolo, dirige-se ao funcionário da Oi/Telemar – É o senhor que é o moço da Internet? Por aqui por favor… Tchau, Tico.
– Tchau, Eliete.
– Tchau, Sr. morador.
– Tchau, Sr. funcionário da Oi/Telemar.
E lá foram os dois pela trilha de acesso à comunidade.
E eu fiquei lá, arrumando a nenem no carro, com um sorriso bobo nos lábios “pelo menos vai pro blog”.
Não há o que ser dito.
É clicar neste link, lembrar das noites passadas na adolescência jogando Enduro no Atari e chorar como uma mulher pensando “valeu a pena esperar todo esse tempo”.
Abaixo alguns print-screens que eu consegui fazer quando conseguia controlar meus músculos entorpecidos pela emoção.
Link gentilmente enviado pelo Cristiano.






Veja que singelas as camisetas vendidas neste site de ultradireitíssima, o ThoseShirts.com.
Eita povo bonzinho, hein?
Claro que não se pode generalizar, afinal não são todos os americanos que pensam assim… pela última eleição são… 51%?
Sinistro.
Abaixo, alguns exemplos das fofinhas estampas…
E CrisDias, obrigado pelo link.

Estava pesquisando na Wikipedia sobre os Tupolevs 134, recolhendo dados para meu super trunfo, e tive a grata surpresa em verificar que estes aviões eram bastante populares do lado de lá da cortina de ferro…
Inspirou até esta marca bulgara de cigarros, que segundo o veículo foi muito consumida em toda a União Soviética.
Bons tempos que não voltam mais.