É bom demais para ser verdade.
Como se não bastasse ter a oportunidade de assistir a um show da mais prodigiosa banda do universo, o Radiohead, o evento vai ser aberto por nada menos que a mais prodigiosa banda do universo, o Kraftwerk.
Não sei de quem é a honra maior, se do Kraftwerk, que abrirá um show do Radiohead, ou se da própria banda de Thom Yorke, que terá o tapete vermelho estendido pelos alemães que inventaram a música digital industrial construtivista.
Que noite!
Quem viver, verá.


O futuro chegou, com o moderníssimo DC-10-30 da Varig.
Anúncio de página inteira veiculado na 4 Rodas de fevereiro de 1974.
Este minimalismo deixa saudades…

Rapaz, como eu me amarro nessas minhas revistas Quatro Rodas antigas e mofadas… que carros… vejam esse anúncio de Landau de página dupla…



O que uma grande angular não faz, hein? A Brasília do anúncio parece até uma barca Rio-Niterói, dado o espaço com que conta nosso fashion garoto-propaganda para a leitura de seu rico periódico.
Repare no tom amostardado do exemplar escolhido para a divulgação… onde foram parar todas essas tintas?
Bom, como a moda é cíclica, um dia elas voltam, daí nós poderemos voltar a curtir de novo as tonalidades ultrasaturadas e sólidas no lugar das dos tão desbotados congestionamentos de hoje em dia…
É o título de uma matéria lá no Globo OnLine…
E aí, como eu faço?
Ligo para a Net e grito “Quero pontos!!!”?
É ruim, hein?

Outro dia estava eu passeando no paraíso do consumo Nerd, o Edifício Avenida Central, no Centro da Galáxia, e resolvi comprar um NoBreak, ítem muito útil para pessoas que como eu moram em lugares “fim de mundo”, onde a luz pisca com freqüência, e já estão de saco cheio de perder o trabalho por que não salvaram e a luz piscou.
Fui em uma das minhas lojas preferidas e o vendedor me indicou este cara aí da foto, que inclusive estava na promoção… cento e tantas pratas por quinze minutos de computador ligado depois que a energia acabar, comprei.
“Agora serei uma pessoa mais feliz, quando a luz faltar eu vou dar gargalhadas enlouquecidas.”
Cheguei em casa, li o manual, instalei o bagulho, tudo lindo.
“Agora estou seguro.”
Hoje de manhã estava eu computando quando a luz apagou, e eu enfim tive a oportunidade de constatar que aqueles quinze minutos que são mencionados no manual não são bem quinze minutos, são na verdade um pouco menos… para ser mais preciso, três segundos.
Cronometrados.
E depois desses três segundos, quando apaga tudo e o seu trabalho vai pra casa do cacete, o NoBreak começa a apitar feito um desgraçado… talvez seja por isso que ele só dure três segundos, para poder guardar energia suficiente para apitar a plenos pulmões, avisando que seu trabalho foi perdido… e não adianta tirar da tomada que ele continua apitando.
Conclusão, se você consegue salvar seus trabalhos e desligar seu equipamento em menos de três segundos, este NoBreak foi feito para você… eu infelizmente demorei um pouco mais do que isso.
O título deste post fala sobre o meu NoBreak ter mostrado enfim o seu valor.
Mostrou mesmo.
Eu não o troco por um saco cheio de merda, pois apesar de o seu apito doer nos tímpanos, pelo menos ele não fede.
Ontem tive o prazer de ter nas minhas mãos grotescas e rudes o mais novo bibelô da Apple, o iPhone.
Realmente uma gracinha.
Aguçou o espírito consumista até de um comunista bolchevique do kolkhoz como eu.
Aproveitei para conferir se meu site, o Mairus Webber e seu braço, o Presunto estavam rodando direitinho… maravilha.
Tudo rodou redondinho.
Mais um browser para a extensa lista a que o Presunto e o Mairus Webber estão homologados.
Firefox, IE6, IE7, Opera, Safari, e agora, o Safari do iPhone.
Seja qual for o seu veículo, passeie tranqüilo pelos caminhos acarpetados e aromatizados do Presunto, o melhor site da Internet.
Obrigado, Cristiano.
