Com certeza um dos carros mais importantes e mais lindos de todos os tempos, e aqui em uma belíssima propaganda de 1984.
Destaque para o delicioso som do motor boxer no final do anúncio.
Agora somos orgulhosos proprietários de um exemplar do maior clássico sobre rodas de todos os tempos.
Fui ontem pega-lo em Niterói, e já passei minha primeira aventura trazendo ele pro Rio com chuvarada e ventania de lado na ponte… é abrir as janelas e deixar a água entrar e o vento passar para manter o carro longe do guard rail… incrível como tinham cinzeiros os carros dos anos 70… bons tempos…
Essa juventude…
Enviado pelo “sem URL” Vitor Murakami.
Fiquei tenso, mas no final me tranquilizei, afinal é uma marca, ao menos isso, pois depois daquela logo da copa de 2014 do Chico Xavier aprovada por Paulo Coelho, Xuxa e sei lá mais quem, eu estava apavorado com o que pudesse vir por aí.

Como eu disse, “é uma marca, já é um bom começo”, pois segue os guidelines mínimos que uma marca deve seguir para não agredir os olhos, no que diz respeito a composição, como correr dos ângulos agudos, das tangentes, das ambigüidades indesejáveis, essas coisas básicas que a mal-falada logo do Pan do Rio, a dos “moreceguinhos do Cesar Maia” também se preocupava, e que infelizmente a logo da copa de 2014, não.
Então é uma logo. A composição é harmônica, a forma orgânica é interessante e convida a diferentes interpretações, a versão em 3D, como a que foi apresentada boiando na praia de Botafogo (ou do Flamengo? ou era a lagoa?) é outra piada legal com a forma, que com certeza vai vender uma montanha de souvenires, inclusive para mim, é claro… a parte tipografica é agradável e confortável para os olhos, apesar de me incomodar um pouco a coisa meio árabe… nada contra os árabes, mas aqui é Rio, pô, terra da Helvética… brincadeira, a terra da helvética é minha querida Curitiba… mas me chateia um pouco como o possoal daqui gosta dessas fontes manuscritas… apesar de que a logo também é toda orgânica e dessa forma a “logo” com o “tipo” estão conversando direitinho… quanto mais eu olho para ela mais eu gosto dela… e quanto às metáforas citadas pelos criadores, estão funcionando direitinho também, sem exageros e pieguices, o bom, velho e insubstituível Pão de Açucar está sutil e cumprindo o seu papel, e a história de que o carioca sempre recebe os visitantes de braços abertos, do calor do povo, também ficou bem legal… deixa eu olhar um pouco mais… cara, vou te falar, eu gostei bastante da logo. Nossa olimpíada, para compensar a nossa Copa do Mundo, vai ter uma boa logo. Que alívio.
…é sacanagem, só pode ser.
Eu já tinha visto essa… esse… isso em algum lugar, não sei onde, rotulado de “a logo da copa do Brasil de 2014″, mas nem dei importância… “deve ser sacanagem, não é possível”, mas acabo de receber um link do Brunus por e-Mail para a mesma aglomeração desagradável de píxels no site da Folha de São Paulo, e daí comecei a ficar preocupado de verdade… será que é isso mesmo? A logo da copa do brasil vai ser esse treco? Alguém me belisque, por favor. Ainda bem que o mundo acaba em 2012.

… Spike Lee fosse o síndico do seu prédio:

Hoje de manhã estava eu estacionando minha motoca no Downtown quando meu queixo quase caiu ao me deparar com esse magnífico exemplar de uma raríssima motoca dos anos 70, uma linda RD-75, da Yamaha, de algum ano entre 75 e 79.
A pintura dos quadradinhos era cacterística da família das RDs, o amarelo sólido, a logo da “Yamaha” escrita em branco com outline, a tampa do tanque sem chave… até o adesivo “use capacete” era original da motoca… linda!
A última dessa família que eu tive o prazer de cruzar foi uma RX-80, a sua parente mais recente, também dos anos 70, e isso foi lá por 1986.
Um motorzinho dois tempos como este tem que ser muito bem cuidado para ainda estar andando 35 anos depois.
Quase chorei por estar sem minha máquina fotográfica, mas felizmente consegui uma emprestada no trabalho.
Não sei se voltarei a ver uma moto dessas.
Um bibelô.



