Estas notas vigoraram entre 1990 e 1993, quando foi lançado o cruzeiro real.
Chegaram a cogitar o lançamento de uma nota de Cr$ 1.000.000,00, mas acabaram ficando só na de 500.000 mesmo.
Como podem notar era fácil ser milionário naquela época.
Pior que o nosso cruzeiro dessa época só os Passos de Bonde, moeda de Vulcanóvia.
Veja o capitulo anterior da série “Os dinheiros do Brasil”.




















Fui jogar tenis ontem e ao guardar a motoca na garagem me deparei com esse nem tão bem conservado exemplar de Mercedes-Benz 250, que segundo minhas pesquisas é modelo 1975… tratei de registrar o momento.
O modelo pertence à família W114/W115, que foi fabricado entre os anos de 1967 e 1976.
O W114 era carro de barão nos anos 70, e exemplares bem conservados valem um bom dinheiro nos dias de hoje.
Um belíssimo sedan.
O automóvel é muito comum em filmes da época, geralmente pertencendo a algum alemão malvado que escapou de Nurenberg.

É o carro que aparece no início da nova versão do clássico “A Noite dos Mortos Vivos” de 1990.
Graças a ele que meu carro preferido no GTA é o “Admiral”, só que este trata de um modelo mais recente de Mercedes, algo em torno do início dos anos 90.

As fotos menores no meio do texto mostram exemplares do modelo, digamos, em dias melhores, e as fotos abaixo são as que eu tirei.




Via Fubiz
Sonar from Renaud Hallée on Vimeo.
Até que o twitter serve mesmo para alguma coisa… Em segundíssima mão, aqui no Presunto, as novas notas de Real lançadas pelo Banco Central… estão tão bonitas que aposto que o trabalho foi terceirizado, viu… e pelo jeito não vai mesmo ter mais nota de um real… ridículo! me lembra até aquela época em que tinha nota de 300.000.000 de cruzados novíssimos… mas não se preocupem, brasileiros metódicos, nota de um real nova em breve aqui no Presunto, o blog que se preocupa com a sua estabilidade mental.


A Northwest Airlines já foi uma das maiores companhias americanas, mas hoje foi comprada pela Delta, e vai aos poucos tendo seus aviões pintados de Delta, em uma extinção parecida com a que aconteceu com a brasileira Cruzeiro.
Desde seus primeiros aviões a NWA utiliza como símbolo a imagem da bússola apontando, obviamente para o NW.
Na bela plumagem anterior à atual da empresa os aviões eram pintados com três faixas horizontais, de cima para baixo vermelha, cinza e preta, além da barriga branca, com a aplicação do nome “Northwest” na faixa cinza, em branco, com fonte serifada, à frente do avião, alinhado com as primeiras janelas da fuselagem, e no leme, a logo da bússola, que tinha além do ponteirinho apontando para o NW, um “N” em itálico vazando para fora do círculo e criando um balanço legal.
Interessante observar que não importa para qual lado o avião estivesse voltado, a bússola da logo sempre apontava para o NW, já que era aplicada da mesma forma nos dois lados, tendo seu ponteiro as vezes apontando para a frente e as vezes para trás… já deu para entender, né…
Muito bem, veio a reformulação da identidade visual e esta melhorou muito, com a abolição da tipografia serifada e da substituição do nome “Northwest” para a sigla “nwa”, em uma fonte grotesca, bem bold, e em caixa baixa, parcialmente dentro da bússola, e conforme for o lado para que o avião está voltado, a letra que fica dentro do círculo ora é o “n”, ora é o “a”… até aí tudo bem, mas o problema é justamente com a bússola, que, não sei se por o designer ter consultado uma cartomante ou um numerólogo, agora tem seu ponteiro apontando sempre para a frente, e conseqüentemente, quando o avião está voltado para a esquerda, a bússola da logo não mais ponta para o noroeste, mas para o nordeste.
Que beleza.
Quando eu vi a imagem do avião da NWA com a pintura nova, o A319 estava virado para a direita, com a bússola portanto apontando para o ponto cardeal correto, e pensei “vou fazer um post sobre essa pintura por que está bonitona”, e fui procurar outra foto onde o avião estivesse voltado para o outro lado, para ver como havia sido resolvida a questão da bússola apontar sempre para o NW, e daí veio a decepção, a bússola fica errada… que vacilo… será que eu sou chato demais? pois para mim parece tão elementar que a bússola deveria apontar sempre para o noroeste… até para os passageiros não acharem que vão acabar em um pouso forçado no meio da amazônia, como foi com o vôo do comandante Garcez… para mim, a pintura e a logo são bem bonitas, mas rolou um #fail.
A gente nunca sabe quando vai precisar de uma…


Sempre que eu vou pegar um trabalho que envolva codificação em HTML, a primeira coisa que eu pergunto é qual o browser que o cliente usa.
Se a resposta é IE6, eu educadamente solicito que o cliente atualize seu navegador para IE8, e caso o cliente se recuse, eu elegantemente declino do trabalho, pois é tanta dor de cabeça fazer um site que funcione em IE6 que simplesmente não vale a pena.
IE6 está morto e enterrado.
E o pior é que o cliente geralmente é um expert em internet, do alto do seu IE6 e do seu HotMail… ah, e do seu monitor de 17 polegadas configurado para a resolução de 1024×768… para o texto não ficar muito miudinho.
O caso é que vêm sendo dura essa mudança da orientação dos sites de 800 pixels de largura para 1024.
Os usuários comuns já se acostumaram com aquelas margens laterais (como as deste site) que ocorrem em sites feitos para 800 de largura quando visualizados em monitores de 1024×768… “é legal que dá para ver o background”, é mole?
Recentemente tive uma proposta de design web recusada por “ter as letras muito grandes”.
Depois de investigar, descobri que o caso era exatamente o descrito acima, o cliente usa um monitor de 17′ com resolução de 1024×768, então fica tudo enorme, daí eu explico tudo, que não faz sentido produzir um site em 2010 otimizado para uma resolução que não se usa mais, que metade dos usuários do planeta já usam resoluções maiores do que 1024×768, que o monitor dele próprio está subutilizado, pois suporta resoluções maiores, e que essas “letras enormes” que ele vê em sua tela não servem de base para se chegar a conclusão alguma… ele compreende tudo, concorda, e no final conclui “mas as letras estão mesmo muito grandes”, e o resultado é um layout recusado, mais um site para 800px de largura no Internet e mais um designer convencido de que mais uma vez teve seu latim, seus perdigotos e seu conhecimento atirados ao vento.
Minha esperança é que com a disseminação dos monitores de LCD, os usuários sejam obrigados a usar a resolução ótima para cada monitor, já que em monitores de LCD, se o cabra usar uma resolução diferente da para que o monitor foi concebido, a imagem fica uma titica.
Será a vingança do designer incompreendido… “tá pequena a letra? diminui a resolução para ver como fica, HAHAHAHAHAHAHAHAHA, OTÁRIO!!!”, e tomara que aconteça a tempo de suas frustrações não o transformarem em um ser odioso, um vilão que só pense em empalar e esquartejar todos os clientes do planeta.
A imagem que ilustra o post foi retirada do meu humilde Google Analytics.