Aqui em meu novo domicílio, andar térreo no Flamengo, desenvolvi o ódio pelos pernilongos desgraçados sugadores de sangue de criancinhas de três anos e de designers que trabalham descalços… minhas raquetes elétricas trabalham pra valer, e hoje eu posso dizer, parafraseando o Colonel Kilgore, dos meus personagens preferidos do melhor filme do mundo, que eu amo o cheiro de mosquitos queimados pela manhã.
A maior parte dos insetos desta exposição foram exterminados pelo arame da justiça das minhas raquetes elétricas, e alguns posteriormente esmagados a fim de se obter um resultado mais dramático.
Fotografar esses bichinhos não é fácil, tem que ter muita luz, vinda de vários ângulos, o que é difícil, pois a própria lente da máquina a 1cm do falecido já impede a entrada da maior parte dela, inclusive do próprio flash da máquina… muitas vezes me aproveitei de telefones e iPods como base para as fotos graças aos seus backlights.
Vettel campeão. Muito legal. Estava mesmo torcendo por ele, pelo que eu já o vi fazendo por aí, sem dúvida uma superpromessa para a F1 dos próximos anos.
Na verdade eu torci por três coisas nesse GP: pelo Vettel, pelo seu talento, pela Red Bull, pelo ineditismo, e contra o Fernando Alonso e sua Ferrari, incluíndo sim o segundo piloto mais metido da F1, Felipe Massa.
Nada contra o Mark Webber, eu teria ficado totalmente satisfeito com o australiano campeão, mas depois da prova não me restou dúvida de quem mereceu mais o caneco.
O Mark Webber para mim foi quem mais decepcionou, pois não fez nada na última prova do ano, com um carro muito melhor do que o da Ferrari não tentou NADA contra o Fernando Alonso, de quem ficou comodamente atrás a corrida inteirinha… não entendi, afinal era a última prova, uai… acabou, acabou, ora, era hora de ir com tudo… é bem verdade que o circuito, apesar de lindinho, não colabora muito com a emoção não, com muitas curvas de média pra alta… deve ser delicioso dirigir um gol 1000 nele, mas ultrapassagens entre F1s, não tá rolando não.
O Fernando Alonso ainda tentou um pouco mais, mas sem nem sequer ameaçar a posição do Petrov… devia estar difícil mesmo… Lewis Hamilton simpático e elegante como sempre, e um pilotaço… quem eu queria ter visto mais na corrida é meu ídolo, Michael “Dick Vigarista” Schumacher, que acabou ficando de fora logo na primeira volta.
Foi uma bela corrida, dentro das limitações que a categoria oferece atualmente…
Ano que vem a corrida-final-de-campeonato vai ser no excelente Interlagos, um dos poucos circuitos onde ainda se ultrapassa… o negócio é torcer para a decisão do título ficar para a última corrida… se depender do equilíbrio entre os pilotos estaremos muito bem servidos, resta a Fia dar um jeito no tédio da falta de ultrapassagens… ainda mais agora que não tem mais reabastecimento.
Até ano que vem, F1, vou tentar voltar a não perder mais corridas… e dar mais atenção ao meu blog querido, tão largado ultimamente…

É a Microsoft sempre trazendo alegria para você.


E agora apresentadas com o fabuloso, moderníssimo e inovador recurso LightBox.
Clique na imagem para ve-la ampliada.
Acima o que foi talvez o último avião da Varig que me levou para o alto em suas entranhas, e abaixo a Ilha Redonda vista por sua janela.
Acima as caudas de um 737-700 da Gol e um A319 da Tam ancorados em Congonhas, e abaixo a taxiway do SDU vista através do vidro do novo aquário de espera do embarque.
Acima um dos últimos F100 da Ocean Air que ainda não foi repintado de Avianca, e abaixo uma composição com guarita da Infraero deitada e plataformas de petróleo, tirada da cabeceira do SDU.
Acima uma foto clássica de decolagem de um 737 da WebJet, e abaixo, detalhes fetichescos do EMB190 da Azul que me levou até Viracopos.
Acima outra foto pornográfica do EMB190 da Azul e abaixo detalhe da graduação do profundor (espero que o piloto nunca precise conferir o ângulo por ali).
Acima o momento do toque na pista do SDU em um fim de tarde de luz engraçada, e abaixo um pouco antes de o meu EMB190 parar na sua vaga.
Acima e abaixo: talvez o último F100 da Ocean Air cujos fotons tenham atravessado minhas enfungadas lentes.
Acima uma bela decolagem de um belo 737-700 da Gol e abaixo o “buzú” da milicada cruzando a cabeceira.
Acima um Fokker-F27 da Avianca: “O avião não é um Fokker 100 e a Avianca não é colombiana”, e abaixo um 737-700 da Gol chegando no Rio de Janeiro.
Acima uma linda foto de um A319 da Avianca decolando do SDU e abaixo o que restou do letreiro da Varig que foi triste e lamentavelmente desativado do telhado do SDU… vou ficar menos triste se a Tam e a Gol providenciarem letreiros novos.
Acima, a retirada do letreiro da Vasp revelou a o que restou da logo antiga da empresa pintada na caixa d’água do SDU, e abaixo um Beech F90 King Air prestes a atreeissar no SDU.
Que pena que a Alemanha não foi para a final dessa Copa do Mundo de 2010.
Eu confesso que torci muito por eles, e que sofri quase o mesmo quando perderam nas semi-finais para a Espanha o quanto eu sofri na derrota do Brasil para a Holanda nas quartas-de-final… é bem verdade que o sentimento de tristeza pela derrota do Brasil foi anestesiado pelas atitudes vergonhosas do nosso técnico Dunga, que retirou-se de campo assim que o juiz apitou, sem cumprimentar o técnico da Holanda e sem ir receber e consolar os seus combatentes derrotados no caminho do gramado para os chuveiros… engraçado que nos jogos anteriores o Dunga cumprimentou os técnicos adversários, quando os tinha vencido, ou naquele pífio empate de comadres contra Portugal… o Brasil só chutou cachorro morto nessa copa mesmo, assim como a Argentina, e como a Espanha, o DreamTeam do um a zero, até o jogo em que eliminou aquela irreconhecível Alemanha.
Depois que caiu a ficha da eliminação brasileira eu até gostei que o Brasil tenha sido eliminado, como diz o rei, “bom pro futebol”.
Mas a Alemanha não, com seu técnico comedor de meleca, Joachim Loew, a Alemanha jogou bonito, com objetividade, orientada ao coletivo, como um organismo, sem individualismos ou firulas, buscando sempre o caminho mais curto para o Gol… isso é que é pragmatismo, um futebol bauhausiano. A forma segue a função.
Infelizmente o time não era imbatível, e mais uma vez o time que mais encantou os espectadores não vai ser o campeão do mundo, assim como o Brasil de 82, a Holanda de 74, Portugal de 66, a Hungria de 54… caramba, em todas essas copas citadas a Alemanha foi finalista… e das quatro foi campeã em duas… será um castigo dos deuses do futebol?
De qualquer forma essa copa do mundo foi maravilhosa, com emoção e lágrimas em jogos inesquecíveis, justificando a grandiosidade que o evento carrega.
Ainda não foi desta vez que o melhor futebol foi premiado com o caneco.
Esperemos agora pela Copa “Chico Xavier” de 2014, onde se tudo correr bem o Brasil vai enfim poder, como o meu Flamengo, ostentar o título de HexaCampeão… e nessa final sou Holanda desde criancinha.







Todas as fotos são do site da Fifa.
Absolutamente alucinante!!!
O cara soltou o aeromodelo no elevado da Paulo de Frontin e atravessou os dois túneis rebouças pilotando o brinquedo até Ipanema!!!
Sensacional!!!
Filmado pelo tubeiro Gabriel2584 e twittado pelo André “Malvado” Dahmer.
Anos de ouro do Edifício Hyde Park.
Nero Barrett e os Pricilas Atômicos, Soldado Taylor: “O gordinho é quem manda”, CPI: “Zico ou Maestro?”, Álma de Borracha, UTI Móvel, enfim um pupurrí de piadas internas para celebrar duas décadas de uma época divertida que ainda bem que não vai mais voltar.
E para celebrar a data, a publicação de seu documento mais emblemático.
