Incrível!
Fazia tempo que eu não via alguma coisa que prestasse nesse blog…
Estava eu na Wikipedia pesquisando pelos hábitos sexuais dos elasmossauros quando me deparei com essa gracinha de bico de pena… pelo visto a pré-história foi bem divertida para esses bichos. =)
Incrível a displicência do blogueiro fracassado.
Perdôe o papai, filhinha linda.




Estas notas vigoraram entre 1990 e 1993, quando foi lançado o cruzeiro real.
Chegaram a cogitar o lançamento de uma nota de Cr$ 1.000.000,00, mas acabaram ficando só na de 500.000 mesmo.
Como podem notar era fácil ser milionário naquela época.
Pior que o nosso cruzeiro dessa época só os Passos de Bonde, moeda de Vulcanóvia.
Veja o capitulo anterior da série “Os dinheiros do Brasil”.




















Os puristas vão se rasgar todos, mas o futuro chegou.
A versão simplificada do Yam, o popular “General” foi agraciado pela inclusão digital.
Depois de muitas cervejas o Excel mostra-se muito útil na hora de totalizar as pontuações… o problema é quando ela derrama no teclado… mas vida de babaca é uma coisa complexa mesmo.
A nova versão do ópio do povo.
Agora de analógico só sobraram os dadinhos.
Mão na roda.

Antigamente era assim… Romântico… o mundo moderno não tem mais espaço para essa bagunça.


Até que o twitter serve mesmo para alguma coisa… Em segundíssima mão, aqui no Presunto, as novas notas de Real lançadas pelo Banco Central… estão tão bonitas que aposto que o trabalho foi terceirizado, viu… e pelo jeito não vai mesmo ter mais nota de um real… ridículo! me lembra até aquela época em que tinha nota de 300.000.000 de cruzados novíssimos… mas não se preocupem, brasileiros metódicos, nota de um real nova em breve aqui no Presunto, o blog que se preocupa com a sua estabilidade mental.


Sempre que eu vou pegar um trabalho que envolva codificação em HTML, a primeira coisa que eu pergunto é qual o browser que o cliente usa.
Se a resposta é IE6, eu educadamente solicito que o cliente atualize seu navegador para IE8, e caso o cliente se recuse, eu elegantemente declino do trabalho, pois é tanta dor de cabeça fazer um site que funcione em IE6 que simplesmente não vale a pena.
IE6 está morto e enterrado.
E o pior é que o cliente geralmente é um expert em internet, do alto do seu IE6 e do seu HotMail… ah, e do seu monitor de 17 polegadas configurado para a resolução de 1024×768… para o texto não ficar muito miudinho.
O caso é que vêm sendo dura essa mudança da orientação dos sites de 800 pixels de largura para 1024.
Os usuários comuns já se acostumaram com aquelas margens laterais (como as deste site) que ocorrem em sites feitos para 800 de largura quando visualizados em monitores de 1024×768… “é legal que dá para ver o background”, é mole?
Recentemente tive uma proposta de design web recusada por “ter as letras muito grandes”.
Depois de investigar, descobri que o caso era exatamente o descrito acima, o cliente usa um monitor de 17′ com resolução de 1024×768, então fica tudo enorme, daí eu explico tudo, que não faz sentido produzir um site em 2010 otimizado para uma resolução que não se usa mais, que metade dos usuários do planeta já usam resoluções maiores do que 1024×768, que o monitor dele próprio está subutilizado, pois suporta resoluções maiores, e que essas “letras enormes” que ele vê em sua tela não servem de base para se chegar a conclusão alguma… ele compreende tudo, concorda, e no final conclui “mas as letras estão mesmo muito grandes”, e o resultado é um layout recusado, mais um site para 800px de largura no Internet e mais um designer convencido de que mais uma vez teve seu latim, seus perdigotos e seu conhecimento atirados ao vento.
Minha esperança é que com a disseminação dos monitores de LCD, os usuários sejam obrigados a usar a resolução ótima para cada monitor, já que em monitores de LCD, se o cabra usar uma resolução diferente da para que o monitor foi concebido, a imagem fica uma titica.
Será a vingança do designer incompreendido… “tá pequena a letra? diminui a resolução para ver como fica, HAHAHAHAHAHAHAHAHA, OTÁRIO!!!”, e tomara que aconteça a tempo de suas frustrações não o transformarem em um ser odioso, um vilão que só pense em empalar e esquartejar todos os clientes do planeta.
A imagem que ilustra o post foi retirada do meu humilde Google Analytics.