Mairus Webber

Presunto

Posts do assunto ‘Evolução’

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Os meus três rótulos históricos da Brahma…
Sábado, 20 de Dezembro de 2008 - 16:25
Mairus Webber - 1,965 visitas, 2 comentários

O primeiro é o mais velho, de 1971, se não me engano, depois veio o dourado do meio, que está bem destruído… é que eu nunca bebi Brahma mesmo… e o de baixo é o mais recente da minha pobre coleção, que na minha opinião já começa a ficar firulado demais, e daí para frente foi ficando cada vez mais cheio de penduricalhos…
O preto é talvez o rótulo mais bonito que eu já vi.

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Presunto fecha contrato com Merdorati
Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008 - 17:39
Mairus Webber - 709 visitas, Um comentário

Depois de encerrar a desastrosa parceria com o Technorati, famoso ranqueador universal de blogs, que assinala valores da casa dos cinco dígitos em blogs de respeito como o Brainstorm#9 ou o CrisDias, o Presunto, maior blog do universo, após uma árdua escalada até “16″ e depois sofrer humilhante descendente até a singular classificação de “1″, resolveu mudar de organismo ranqueador.

Antes que a dignidade deste respeitável e sério veículo chegasse a total nulidade, sua administração tratou de cortar qualquer relação com a Technorati, cujos critérios obscuros fogem totalmente aos nossos interesses.
Para compensar a perda e não deixar os leitores carentes de estatísticas, a Presunto Corporation associou-se a uma entidade muito mais adequada à ordem de grandeza de sua popularidade, a Merdorati.
Um novo widget fornecido pelo órgão foi incorporado à sidebar do blog, por onde seus rarefeitos leitores poderão acompanhar em tempo real o grau de desgosto, insatisfação, desprezo e reprovação que está causando nos leitores naquele exato momento, uma ferramenta verdadeiramente preciosa.
Esta é uma ocasião solene, que marca uma parceria que promete grande longevidade, entre estas duas entidades, que tão bem se complementam que parece que foram feitas uma para a outra.
Se tiver interesse em colocar o Widget do Merdorati no seu blog, deixe um comentário, que darei as coordenadas com todo o prazer.
Entre você também para a comunidade Merdorati.
Hans, seu sonho virou realidade.

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Laura: Um ano e meio com corpinho de dois
Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008 - 11:01
Mairus Webber - 258 visitas, 2 comentários

E para comemorar a data, algumas fotos recentes da maior popstar do Presunto…

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Em 1974 vem aí o novo DC-10 da Varig
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008 - 10:34
Mairus Webber - 882 visitas, 7 comentários

O futuro chegou, com o moderníssimo DC-10-30 da Varig.
Anúncio de página inteira veiculado na 4 Rodas de fevereiro de 1974.
Este minimalismo deixa saudades…

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Bom dia Maria!!!
Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008 - 9:16
Handofsky - 413 visitas, 7 comentários

Para quem a notícia ainda não alcançou, comunico:
Nasceu no dia 6/11/2008 minha filha, Maria. Linda, linda e linda.
Hoje de manhã, ela estava assim:

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Os aviões da Japan Airlines (Jal)
Terça-feira, 11 de Novembro de 2008 - 14:26
Mairus Webber - 1,820 visitas, 3 comentários

A Jal opera desde 1951, e desde então a plumagem de seus aviões vêm evoluindo de acordo com as tendências.
Se por um lado usam poucas cores, são pouco ousadas, quase caretas, por outro são limpas e elegantes, sempre se aproveitando com eficiência dos conceitos visuais vigentes… essa última parte pode ser boa ou má, dependendo do ponto de vista.

No início a empresa usou um Douglas DC-3, que só voôu por três dias e com as cores da Philippine Airlines, depois, cinco Martin 202, cujas pinturas também não tinham grandes identificadores da companhia japonesa.
Os primeiros aviões que podem ser considerados pintados nas cores da Jal, são os Douglas DC-4, DC-6 e DC-7 que voaram ao longo dos anos 50, e que já contavam com a primeira logo da empresa, além das listras pretas e vermelhas, que decoraram seus aviões até o final dos anos 80.

Na primeira pintura, como em todas as posteriores, a cor base do avião era o branco, e arranjos complexos com faixas pretas e vermelhas cortavam a fuselagem na altura das janelas, acima delas o nome da companhia e à frente a logo da empresa.
No leme a bandeira do Japão, destacada por cinco faixas pretas horizontais, e acima delas, o nome do avião, informação que era comum receber destaque naquela época, as vezes até mais do que a própria companhia aérea.

Com o passar do tempo novos aviões foram incorporados à frota e a identidade visual foi evoluindo de forma sutil.
Os novos DC-8, Convair 880, Boeing 727, já voavam com uma pintura ligeiramente modificada, estreando a logo do pelicano, que permaneceu até 2002 nos lemes dos aviões, só que neste primeiro momento elas ocorriam mais timidamente, na parte posterior da fuselagem, sobre as faixas horizontais, logo a frente da linha das janelas.

A próxima alteração ocorreria nos anos 60, quando a companhia já operava com Boeing 747, 767 e McDonnel Douglas DC-10, com uma substancial modernização e simplificação da pintura dos aviões, que ganharam uma faixa rubro-negra (não resisti) ao longo de toda a fuselagem, na linha das janelas, enquanto que a cauda ficou toda branca com a logo vermelha do pelicano, em uma solução bela e de acordo com o que estava sendo feito à época.

Em 1989 as faixas na linha das janelas estavam saindo de moda e a tendência era de os aviões serem todos pintados de branco, como os da Lufthansa, PanAm, TransBrasil, Vasp, Air France… e a Jal lançou a sua nova pintura seguindo esta linha, com uma solução que pode ser chamada de Mondrianesca, com a fuselagem toda branca e uma faixa grossa cinza clara que vinha do nariz, passava por baixo das janelas até encontrar a logo “JAL” em uma fonte serifada, de “A” sem tracinho (que mania), ainda na parte da frente do avião, e onde a faixa cinza terminava em um quadrado vermelho, remetendo talvez à bandeira do Japão…

…imagino que eles devem ter tentado primeiro com um círculo em vez de um quadrado, mas com certeza os ângulos retos deram um ar mais elegante, enquanto a cauda permanecia inalterada, com a mesma logo do pelicano, o que no meu ver causava uma certa quebra entre as linguagens da cauda e da fuselagem… senti falta de algum elemento na cauda do avião que conversasse com a faixa cinza e vermelha da proa… parece que seguraram o avião pelo leme e o mergulharam na tinta, deixando a fuselagem nova e o leme com a tinta velha. Nessa época a companhia já operava também com Boeing 737 e 777.

E por fim, a última reforma visual da Jal, lindíssima, e mais uma vez seguindo as tendências globais.
Jogaram tudo fora, abandonaram a logo do pelicano e a fonte serifada.
O avião continua todo branco, e as cores vermelha e cinza foram mantidas, compondo a nova logo da companhia, que é o “JAL” escrito em fonte grotesca =) , com o “A” sem o tracinho =/ , cortado por um… parênteses vermelho e cinza =( … incrível como esses caras conseguem adotar sempre a solução mais batida e sempre obterem um resultado bonito… resultado que se deve também à solução que deram para o leme, com uma bolona vermelha sangrada, que é o disco solar da bandeira do Japão, very beautiful.

O caminho que percorreu a identidade visual da companhia, desde os anos 50 até os dias de hoje, acompanhou tão de perto os modismos do design que sua evolução serve de referência do que esteve em voga para cada época, e isso tem um lado bom, que é o emprego feliz e bem sucedido das tendências formais vigentes, e outro lado não tão bom, que é o da limitação da criatividade pelas barreiras impostas pelos modismos de cada época.
De qualquer forma eu acho os aviões da Japan Airlines lindíssimos, em todas as épocas.

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A fabulosa Kombi
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008 - 11:40
Mairus Webber - 5,489 visitas, 13 comentários

Esta imagem dos anos 50, tenta disfarçar as formas que a renderam o apelido de “Pão de Forma” por todo o mundo

A Kombi é Bauhaus.
Uma magnífica aplicação da sua máxima mais famosa “a forma segue a função”.
Sem dúvida, um dos carros mais belos que eu já vi.
O nome do utilitário deriva do alemão Kombinationsfahrzeug, que significa “Carro Combinado”, no sentido de que pode ser facilmente convertido de cargueiro para transportador de passageiros.
O utilitário, que roda desde 1950, sempre teve aqui no Brasil o modelo mais atrasado.
Apos a reestilização da Kombi brasileira de 1997, quando o carro enfim ganhou janelas traseiras maiores e portas corrediças, a nossa Kombi passou a ser basicamente o mesmo carro que rodou na Europa entre os anos de 1972 e 1979, e foi a última no mundo a abandonar o velho motor boxer da VolksWagen, que a equipou até 2005, quando enfim recebeu motor refrigerado a água.
Se estiver interessado em obter informações sobre a Kombi, tem várias interessantes na Wikipedia, e uma história detalhada, com belas imagens de fotos e anúncios da época neste link.
Aqui você pode fazer o download da Kombi planificada para imprimir, recortar e montar a sua própria frota.
E para aqueles que ainda tem alguma dúvida sobre a eficiência do longevo utilitário, prestem atenção em quais são os carros que mais produzem fumaça preta pelas ruas da cidade e vão reparar que são modernas vans Mercedes Benz, Peugeot, Renault e Citroën.
Enquanto essas vans novas, modernas, confortáveis e silenciosas já estão por aí batendo pino, as velhas kombis barulhentas e apertadas, seguem agüentando o tranco.
Abaixo algumas brochures antigas que eu encontrei entre as minhas iguarias.

Update: Uma informação importante que ficou faltando é que aqui no Brasil nós chamamos todas as Kombis de “Kombis”, mas na verdade, na Europa, “Kombi” era apenas o modelo que podia ser convertido de carga para passageiros, o que pode ser comprovado com as ilustrações abaixo, onde as duas primeiras, feitas exclusivamente para o transporte de passageiros, não são “Kombis”, mas “Volkswagen Station Wagons”.







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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008