Não sei qual o nome da coisa. Não acho que seja grafite, certamente não é pichação. O negócio parece ser feito na parede com molde e sempre que vejo um (tem sido raro) eu paro pra ver.
Sempre achei a pichação um troço muito feio e sem-graça. Como muito bem afirmou um famoso ex-pichador oitentista, atual blogueiro e pai de família, mal dá pra entender o que tá escrito ali. Sem mencionar a imatura motivação dos “artistas”, que é uma disputa de egos pra lá de boba. Mas por sua vez, se desenhassem um desses aí embaixo no muro da minha casa, até que eu ia gostar.

O que, na minha leiga opinião, difere um desses desenhos dos grafites, fora a técnica, é que o grafite é sempre uma coisa mais surrealista, cores fortes, traços simples. Certamente que o grafite é mais artístico, talvez seja mais bonito mesmo, mas é a raridade, a surpresa que traz ao olhar o que me agrada nessas cenas urbanas. São geralmente imagens inusitadas, nas quais a expressão dos corpos é que passa alguma sensação diferente, mais do que os eventuais balões de texto (ainda que eles possam criar situações engraçadas).
Parecem quadros nas paredes das ruas.

Meus muros são atualmente azulejados e têm mais de um dono, mas quando eu arrumar um muro de alvenaria só meu, tá às ordens pessoal.

Para quem a notícia ainda não alcançou, comunico:
Nasceu no dia 6/11/2008 minha filha, Maria. Linda, linda e linda.
Hoje de manhã, ela estava assim:

Esse post comemora um evento importante no Presunto.
Esta é a primeira série de posts que chega ao fim.
Muitas começaram, como a dos dinheiros do Brasil e a do Super Trunfo, mas esta série, a da evolução da ocupação urbana na cidade é a primeira a terminar, e em grande estilo, mostrando a evolução da área do Porto do Rio.
O post anterior mostrava as imagens da evolução da ocupação da Praça XV.
O material foi obtido honestamente neste endereço, que por sinal, no meu Google Chrome, não está “coisando” não… mas não se preocupe por que suas retinas não irão perder nada, acredite… o que configura mais um motivo para eu exibi-lo aqui, neste fabuloso veículo de diversão, entretenimento e de exibição das coisas belas da vida.





Rapaz, como eu me amarro nessas minhas revistas Quatro Rodas antigas e mofadas… que carros… vejam esse anúncio de Landau de página dupla…


Hans outro dia apareceu com esse livro.
“The Pocket Encyclopedia of World Aircraft in Colour – Airliners Since 1946″, de Kenneth Munson, e ilustrações do competente John W. Wood, edição de 1975 da London Blanford Press.
Comprou em um sebo em Copacabana.
Por uma injustiça imperdoável da infinitude e da aleatoriedade que regem as coisas este livro foi parar nas mãos do Hans, um reles rookie na taxonomia aeronáutica, que não sabe sequer diferenciar um DC-9 de um Fokker F-28, em vez de seguir o curso óbvio das coisas e tornar-se minha propriedade… paciência.
Peguei o livro emprestado, que tem belíssimas ilustrações de inumeros aviões comerciais dos velhos tempos vestidos de companhias aereas da epoca, e de uniformes antigos de companhias que ainda existem, escaneei-o página por página, e agora publico aqui no Presunto, o maior blog do universo, todos os aviões do livro.
Uma verdadeira jóia.
Obrigado, Hans, já pode pegar seu livro de volta.
Agora, o que inrteressa: os aviõezinhos…
E tem gente que ainda diz por aí que o Presunto faliu…
















































































Alguns clássicos, como o “Queda d’Água” e “Répteis”, e outros mais obscuros, como “Planetóide duplo”… não que eu não goste dos outros trabalhos, famosos ou não, só escolhi alguns entre os meus preferidos para embelezar o Presunto.














O que uma grande angular não faz, hein? A Brasília do anúncio parece até uma barca Rio-Niterói, dado o espaço com que conta nosso fashion garoto-propaganda para a leitura de seu rico periódico.
Repare no tom amostardado do exemplar escolhido para a divulgação… onde foram parar todas essas tintas?
Bom, como a moda é cíclica, um dia elas voltam, daí nós poderemos voltar a curtir de novo as tonalidades ultrasaturadas e sólidas no lugar das dos tão desbotados congestionamentos de hoje em dia…