Eu voltava correndo pra casa para não perder o Elo Perdido no SBT, ou melhor, na TVS, que depois foi substituido pelo Spectreman.
A abertura do Elo Pedrido, com o botezinho naquelas corredeiras não convencia nem as ingênuas crianças da época com suas TVs desfocadas e mal sintonizadas, mas os dinossauros em stop motion eram e ainda são o máximo.
Depois algo aconteceu com o “papai” Marshall, que saiu do seriado e entrou outro cabra para ser o responsável pelos jovens Will e Holly, tio Jack Marshall, tudo muito bem explicadinho na abertura do Elo Perdido 2.
Quanto ao Spectreman, é um clássico. Até hoje eu agradeço São Random por morar bem longe de Tóquio.
Dr. Gori e Caras sempre terão um lugar em meu coração.

Eu sei que o filme é de 2002, mas eu é que não ia pagar para ir ao cinema assistir a um filme com Mel Gibson, nem tampouco adquirir o DVD do título, ainda mais depois de ouvir tudo o que me disseram sobre o filme, comentários em sua maioria bastante desanimadores.
Assisti ao filme ontem, depois do lamentável Fantástico Show da Vida, na Globo, que nunca me decepciona, piorando a cada edição… talvez tenha sido o trauma de ter acabado de assistir a um lixo como aquele foi que me fez adorar “Signs“.
Eu havia assistido, na tarde do mesmo dia, ao terço final do maravilhoso “Gladiador“, também com Joaquin Phoenix no papel do malvado Commodus (filmaço!), e fiquei feliz em ver o ator em um papel mais amigável, o que também contribuiu para que eu gostasse do filme.
“Signs” é como uma mistura de “Independence Day” com “Guerra dos Mundos” e “Noite dos Mortos Vivos“… no trivia do IMDB consta mesmo que o autor se inspirou no clássico do George Romero, além de outro que eu nem tinha me dado conta, que é na verdade o pai dos “filmes-de-pregar-tábuas-nas-janelas”, “The Birds” do Hitchcock, e eu, enquanto fanzoca do George Romero e do gênero, fiquei apavorado com “Signs”, tendo assistido à metade final do filme usando um chapéu de papel-alumínio na cabeça.
O filme pega meio pesado com a pavorosa história da mulher do ex-padre Graham Hess, que puxa um barbante de uma certa paranóia religiosa, mas também não posso ser preconceituoso e não vou detonar o filme por causa disso.
Concluíndo, se você gosta de ETs e de zumbis, vai gostar de “Signs”… ou já gostou, né, pois o filme já tem sete anos e eu devo ser o último habitante da Via Láctea a te-lo assistido… não importa, esse blog é para isso mesmo.
Claro que todos nós estamos ansiosamente esperando a ativação do LHC no CERN na Suissa. Os mais pessimistas (ou otimistas) esperam que o experimento gere um mini buraco negro que vai crescer em nanosegundos e engulir a terra. Aqui um video clip sobre o fascinante assunto.
Ganhei no dia dos Pais do meu filhote Theo este cartão…

Depois do Papelão nas Estrelas, nossos leitores merecem material mais elaborado. Aqui uma boa coleção de videos. Aguns eu já tinha visto outros ainda não. Esse aqui eu achei particularmente bem feito e bem bolado. Mãos ao alto, passe oito minutos de sua vida para ver: “George Lucas in love…”
Diversão garantida!!! pelo menos para os produtores/atores/diretores deste instant classic!!!