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Desde que vim morar no Flamengo, as vezes aproveito a bicicletada matinal e passo no templo sagrado da fotografia aeronáutica doméstica, também conhecido como cabeceira do SDU, e tiro algumas fotos dos aviões que estejam passando por lá… é bem verdade que o melhor horário é à tarde, quando o sol fica atrás de mim, já que os seguranças não deixam mais os pobres spotters ultrapassarem a cancela, o que limita bastante a diversão, e à tarde eu não tenho podido me dedicar ao robe, então vou de manhã mesmo… dias encobertos também ajudam muito. Tem dois 737-700, um da WebJet (sem comentários para a logo da cauda) e outro da Gol, um A319 da Tam… incrível como são parecidas as suas plumagens, trocando só a cor… várias fotos de um EMB-195 da Azul, que desfilou para mim quando o vento virou… essa eu gostei do Brasil pixelizado da cauda… um ERJ-145 da Força Aérea e uma colorida foto das caudas dos aviões estacionados no pátio do SDU. Em 2010 vai ter muito mais!!!









Flagrantes do mais poético e charmoso bairro do Rio de Janeiro… alguns revelam características inconfundíveis dos nossos colonizadores.


Mais uma instalação da Cedae.
Me perdôe, filhinha, é que nessa época a vida do papai andava muito atribulada…





E agora as fotos da modelo são trimestrais.








Cansei de insistir em uma moto que não é para a minha classe social.
A Yamaha Virago 535 é uma moto deliciosa, macia, linda, com uma potência que eu nunca tinha experimentado em baixo giro, que segundo meu irmão Dude é graças ao fato de o motor ser em “V”, que anda pra caramba, mas… é cara pra burro.
Eu moro em Santa Teresa, bairro do Rio de Janeiro em que os buracos do asfalto são tombados pela prefeitura, e a Virago definitivamente não é feita para isso.
Depois que eu tive que trocar o para-lamas traseiro, os dois pneus e ainda pagar o IPVA, eu pedi arrego.
A Virago vai deixar saudades, mas a moto em que eu passeio nos meus sonhos é da família das CBs.
Nunca me esqueci da minha CB 400 1982 que eu vendi para o cupim de ferro do Jean, e não pestanejei quando já tinha fechado que ia trocar de moto me deparei com esse lindo exemplar de CB 450 Custom 1984, a irmã mais nova e mais potente da família das CBs dos anos 80.
A motoca é o bicho! Macia pra caramba, toda durinha, toda retinha, grande pra carmaba, street, naked… e de luxo, pois o painel tem até marcador de gasolina!
O antigo dono mandou cromar as tampas do motor, que eram pretas, e mandou uns protetores de laterais de motor cromados paraibíssimos feiões que vão ser eliminados ASAP, bem como o mata-cachorro, só estou dependendo de uma chave 5 e uma 13…
Abaixo mais algumas fotos da motoca.



…e tirar belas fotos-clichês também… o difícil é conseguir a mesma fotometragem em todas… eu não consegui, mesmo por que é uma cena volátil, efêmera, que não permite ficar fazendo trezentos ajustes, mas mesmo assim ficaram bem legais.
Olhando bem dá para perceber que a fotometragem não ficou assim tão diferente em todas elas não, o que aconteceu foi que a primeira foto do post foi a última a ser tirada, algumas dezenas de segundos mais tarde do que as outras, que são mais azuis, e que foram tiradas em seqüência, como fica evidente pela posição da núvem em cima das torres, que é quase a mesma nas tres últimas e bem diferente na primeira.
Quanto talento desperdiçado.



