Mairus Webber

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Posts do assunto ‘Informática’

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2012
Comprei um notebook Dell que dá pau e já fazem dois meses que eles não conseguem consertar e se recusam a trocar
Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012 - 13:35
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O computador trava, o suporte já interveio três vezes sem sucesso e a Dell se recusa a trocar a minha máquina por causa da “política interna da empresa”
 

Dell

Quando eu resolvi comprar um notebook Dell foi pensando na credibilidade da marca – vou comprar uma máquina de grife para não me aborrecer – pensei, e hoje, dois meses depois, posso dizer que nunca mais vou comprar nem um mousepad que seja, da negligente e burocrática Dell.
 

Esperei o longo prazo entre a compra onLine e a entrega do produto numa boa, afinal eles vão montar a minha máquina e testa-la, vai valer a pena pois vai chegar um poderoso notebook i5 de um terabyte de HD, que vai tornar a minha vida muito mais eficiente.
 

A máquina chegou, comecei a usa-la, e não demorei a perceber que ela travava sistematicamente. Da primeira vez eu estava dando um resize em um arquivo de imagem muito grande e pesado, e achei que tinha pegado pesado com a máquina, já que ela só tinha 4 gigabytes de ram, e deixei passar, mas uma semana depois liguei a máquina para acessar o internet e já ao ligar o Google Chrome ela travou feio e deu boot sozinha com checkdisk (!!!). Não havia mais dúvida para mim que a máquina estava com defeito.
 

Com algo como duas semanas de uso eu liguei para a Dell e o gentil atendente me disse que pela minha descrição a falha era do Windows, e me orientou a formatar o HD e retornar a máquina para as configurações de fábrica. Eu fiz, e voltei a usar a máquina cheio de esperança de que o problema estivesse resolvido, mas não, ela não demorou a travar novamente. Tudo indicava que o problema era mesmo de hardware.
 

Telefonei novamente para o suporte da Dell e pedi que me trocassem a máquina, pois precisava muito começar a trabalhar com ela logo de uma vez, ao que o atendente me respondeu que a Dell não trocava máquinas depois de o prazo de uma semana ter se passado, independente de qual o problema que ela apresente. Essa informação me deixou muito chateado, pois não refletia a segurança e tranquilidade que me foi passada pelo primeiro atendente que havia falado comigo a algo como uma semana atrás. Eu teria que me dar por satisfeito com a visita de um técnico da Dell à minha residência, mas essa visita não poderia ser agendada naquele momento, em vez disso eu teria de esperar por cinco dias úteis para que a Dell me telefonasse para agendar o meu atendimento domiciliar, onde seria trocada a placa-mãe do meu computador. Se eu precisava da máquina o mais rápido possível para trabalhar, isso obviamente não era problema da Dell.
 

A esse momento a minha avaliação do atendimento da Dell já tendia a zero.
 

Esperei o contato da Dell, afinal nada mais me restava fazer, e marquei para quinta passada a visita do técnico. Nesse meio tempo, em uma das travadas do computador, o meu mouse Microsoft Wireless USB de cento e poucos reais pifou, o que comuniquei a Dell, que prontamente me deu a solução: “provável coincidência”.
 

A visita foi muito simples. O técnico chegou na minha casa, puxou da bolsa um pente de memória ram para trocar pelo da minha máquina. Eu perguntei pela placa-mãe que o atendente me disse que ele iria trocar, e o técnico disse que tinha sido orientado a trocar apenas a memória ram. “Mas nem um HD novo você trouxe?” eu perguntei… ele trocou a memória, testou a máquina por meia hora e foi-se embora. Uma hora depois disso a máquina já estava travando novamente. Liguei de novo para a Dell que desta vez já marcou imediatamente uma nova visita, para segunda-feira.
 

Segunda-feira, 11h, e chega o mesmo técnico da Dell, o simpático Alexandre, desta vez com uma placa-mãe nova para substituír a que estava em minha máquina. Ele fez, e já no primeiro teste o micro travou de novo. E de novo. E perguntei pelo meu mouse, e o diagnóstico “coincidência” continuava predominante, e se foi, me orientando a aguardar novo contato da Dell.
 

Hoje escrevo esse post, esperando mais cinco dias úteis que a Dell me deu para o “time superior” analisar o meu problema e mandar novas peças para o Alexandre trocar na minha máquina, que continua a dois meses como peso de papel na minha mesa.
 

Era muito, mas muito mais fácil ter trocado a minha máquina logo no primeiro momento. Eu estava feliz, trabalhando com o meu lindo notebook i5, meus clientes satisfeitos com os prazos cumpridos, e a Dell com um cliente feliz. Nada disso vale para a Dell. A burocracia e a negligência falam mais alto. Adeus, Dell.

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Funk do Corel
Sexta-feira, 25 de Março de 2011 - 8:56
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Essa juventude…

Enviado pelo “sem URL” Vitor Murakami.

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Quando o seu mouse se aposenta, você ganha um peãozinho superdivertido…
Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010 - 14:09
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É a Microsoft sempre trazendo alegria para você.

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É duro convencer o cliente de que a resolução de 800×600 não existe mais
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010 - 14:15
Mairus Webber - 316 visitas, Nenhum comentário

Sempre que eu vou pegar um trabalho que envolva codificação em HTML, a primeira coisa que eu pergunto é qual o browser que o cliente usa.
Se a resposta é IE6, eu educadamente solicito que o cliente atualize seu navegador para IE8, e caso o cliente se recuse, eu elegantemente declino do trabalho, pois é tanta dor de cabeça fazer um site que funcione em IE6 que simplesmente não vale a pena.
IE6 está morto e enterrado.
E o pior é que o cliente geralmente é um expert em internet, do alto do seu IE6 e do seu HotMail… ah, e do seu monitor de 17 polegadas configurado para a resolução de 1024×768… para o texto não ficar muito miudinho.
O caso é que vêm sendo dura essa mudança da orientação dos sites de 800 pixels de largura para 1024.
Os usuários comuns já se acostumaram com aquelas margens laterais (como as deste site) que ocorrem em sites feitos para 800 de largura quando visualizados em monitores de 1024×768… “é legal que dá para ver o background”, é mole?
Recentemente tive uma proposta de design web recusada por “ter as letras muito grandes”.
Depois de investigar, descobri que o caso era exatamente o descrito acima, o cliente usa um monitor de 17′ com resolução de 1024×768, então fica tudo enorme, daí eu explico tudo, que não faz sentido produzir um site em 2010 otimizado para uma resolução que não se usa mais, que metade dos usuários do planeta já usam resoluções maiores do que 1024×768, que o monitor dele próprio está subutilizado, pois suporta resoluções maiores, e que essas “letras enormes” que ele vê em sua tela não servem de base para se chegar a conclusão alguma… ele compreende tudo, concorda, e no final conclui “mas as letras estão mesmo muito grandes”, e o resultado é um layout recusado, mais um site para 800px de largura no Internet e mais um designer convencido de que mais uma vez teve seu latim, seus perdigotos e seu conhecimento atirados ao vento.
Minha esperança é que com a disseminação dos monitores de LCD, os usuários sejam obrigados a usar a resolução ótima para cada monitor, já que em monitores de LCD, se o cabra usar uma resolução diferente da para que o monitor foi concebido, a imagem fica uma titica.
Será a vingança do designer incompreendido… “tá pequena a letra? diminui a resolução para ver como fica, HAHAHAHAHAHAHAHAHA, OTÁRIO!!!”, e tomara que aconteça a tempo de suas frustrações não o transformarem em um ser odioso, um vilão que só pense em empalar e esquartejar todos os clientes do planeta.
A imagem que ilustra o post foi retirada do meu humilde Google Analytics.

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2009
A morte do meu iPod
Sábado, 8 de Agosto de 2009 - 15:53
Mairus Webber - 814 visitas, 18 comentários

Meu iPod morreu.
Eu já tinha conhecimento de que os iPods morrem ao atingirem os dois anos de idade, por sua bateria ser inacessível e insubstituível, mas o que eu não sabia que era uma coisa tão repentina, tão sem aviso, como um replicante que chegou à hora de sua morte, e só tem tempo para chorar um pouquinho, falar sobre as lágrimas na chuva (lindo o final daquele filme), soltar o pombinho e tchau… com o iPod, nem isso.
Meu iPod estava funcionando perfeitamente, a sua bateria continuava carregando e durando o mesmo de sempre, o que até me fazia pensar que meu modelo era especial, mas eu desliguei para almoçar, e quando fui ligar de novo para voltar ao trabalho, não ligou mais e fim de papo.
A bateria do meu notebook, por exemplo, assim como a dos meus telefones celulares e da minha Mavica velha, foi tendo diminuido o seu tempo de carga a cada dia, até chegar uma hora que só funcionava quando ligado na tomada… é mesmo, com o iPod, nem ligado na USB ele liga mais, como se tivesse um timer dentro dele que chegou ao fim, como acontecia com os Nexux 6 de Blade Runner.
Não gostei não… ficou com o maior cheiro de “nós da Apple resolvemos que está na hora de você comprar um novo iPod muito mais moderno e com novas maravilhosas funcionalidades”.
Os fashion-nerds que me perdoem, mas meu próximo MP3 Player não vai ser da maçãzinha não, ele vai entrar no meu computador e ser alimentado pelo sistema de arquivos do meu Windows, sem ter que vir com um iTunes de dez toneladas pendurado, que a cada inicialização quer mudar toda a árvore de diretórios do meu PC… e sem falar que a cada vez que a bateria acabava por inteiro eu tinha que formatar o iPod e copiar todas as músicas para dentro dele de novo, o que da primeira vez foi altamente traumatizante, pois eu havia feito “a grande e definitiva playlist”, e achava que nunca mais precisaria modifica-la… tive que fazer isso umas quatro vezes, sai fora.
Adeus, iPod, adeus iTunes.
Steve Jobs que vá complicar a vida lá das nêgas dele.

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2009
Na Bios 15 o cliente sempre sai satisfeito
Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009 - 17:31
Mairus Webber - 2,043 visitas, 2 comentários

Já ouviu falar na Bios 15?
Claro que não, nem eu, e só sei que a loja tem esse nome por que está escrito na nota fiscal… acho que nem o cabra que me atendeu sabe o nome da empresa em que trabalha.
Bios 15 é uma das baias de uma daquelas feirinhas de informática que oferecem produtos e serviços no Edifício Avenida Central, e foi lá que eu paguei anteontem a razão de R$59,99 por uma placa de som da famosa marca “Xingling” para subsitituir a onBoard do meu computador que tinha ido para a casa do cacete, e por mais estranho que possa parecer, o motivo de eu ficar tão satisfeito e feliz com a Bios 15 foi o fato de eu ter perdido a manhã inteira tentando botar aquela encrenca para funcionar, o que não aconteceu nem por um decreto.
Instalei o driver pelo cedezinho, deixei o windows tentar instalar automaticamente, troquei de driver, baixei da internet, troquei de PCI, acendi vela, mas não teve cristo que fizesse a minha placa de som emitir um mero “pi” sequer.
Apesar de todos os meus esforços a placa de som entrou muda e saiu calada do meu computador.
Caramba – pensei – agora eu tô fodido para trocar essa meleca naquela lojinha desgraçada, que se vacilar já nem vai mais existir quando eu for lá trocar a minha placa… aquele pagodeiro safado vai me enrolar até não poder mais.
Para a minha completa decepção, o desfecho da história foi melhor do que a minha perspectiva mais otimista conseguia vislumbrar, pois eu cheguei na baia do sujeito e disse que a “placa não tinha funcionado nem por um decreto”, fiz isso, fiz aquilo, mas não teve jeito de aquilo funcionar… e já prevendo que ia ser difícil me livrar daquele mico preto, disse “será que eu deixei de fazer alguma coisa na instalação? será que você tem alguma outra placa de outra marca? ou então talvez possa me dizer o que eu fiz de err…” ele me interrompeu e disse singelamente “vou te devolver teu dinheiro, isso aqui é só instalar o driver, e se não funcionou é por que está quebrada mesmo, toma aqui”.
Cara, eu nem precisei mostrar a nota fiscal, e o cabra nem olhou a placa que eu devolvi.
Me devolveu o dinheiro sorrindo e tchau.
Impressionante, se fosse em uma daquelas butiques de informática todas empombadas, cheias dos planos de fidelidade e que só vendem produtos cheios de pedigree o malandro ia querer levar a placa para análise, para me devolver em um mês, após resposta da equipe de especialistas do fabricante, como já fizeram comigo uma vez, quando comprei um teclado da Microsoft com defeito… por isso é que de agora em diante, quando eu tiver que comprar quinquilharias informáticas, vou dar uma chance a Bios 15.
Abaixo o recibo que nunca precisei usar para receber meu dinheiro de volta.

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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008