
Estava pesquisando sobre o melhor vocalista que o Iron Maiden já teve, Paul Di’Anno.
Ele atuou nos dois melhores discos da banda, o fabuloso maiden Iron Maiden e o também emblemático Killers, até ser expulso da banda por excessos com as drogas e substituído pelo quase lirico Bruce Dickinson, que mudou a cara do Heavy Metal nos anos 80, abrindo caminho para os vocalistas de cabelo de chapinha e seus gritinhos agudos… até hoje se faz piada com o estilo…
Mas as notícias do ex-maiden são surpreendentes e de certa forma belíssimas.
Hoje com um visual totalmente diferente do que ostentava nos tempos de Iron Maiden no início dos anos 80, Di’Anno canta em uma banda, Rockfellas, com outros três músicos brasileiros a saber: Canisso (Raimundos, baixo), Marcão (Charlie Brown Jr., guitarra) e Jean Dorabella (Sepultura, bateria), e fizeram em 2011 uma turnê que passou pelo Brasil, com shows em Porto Alegre, Caxias do Sul, Torres, Goiania, Presidente Prudente, Itapira, São Paulo, Santo André, Piracicaba, Jundiaí e João Pessoa… infelizmente não passou aqui pelo Rio de Janeiro, afinal não toca nem funk nem axé, nem pagode, mas sim covers de clássicos do rock and roll, como Kiss, Sex Pistols, The Kinks, AC/DC, The Clash, David Bowie, Lou Reed, entre muitas outras, além do próprio Iron Maiden…
Pra completar a parte chata da história, Paul Di’Anno é membro de carteirinha da Gaviões da Fiel.
Tá bom demais.
Vida longa ao roqueiro Paul Di’Anno.
Abaixo o Iron Maiden de 1982: Dave Murray, Clive Burr, Paul Di’Anno, Steve Harris, Adrian Smith e o Eddie.

Os produtos que faltam nas lojas oficiais.
Reserve já a sua.

Essa juventude…
Enviado pelo “sem URL” Vitor Murakami.
Meus neurônios não falam em outra coisa.
Garanta já o seu.
E é verdade mesmo, confira no site oficial!
Mal posso esperar pelos meus lindos MP3s oficiais de Us$ 9.
Os caras são FODA, fuck the Bono Vox!!!

Vi primeiro no BoingBoing, depois em todos os outros blogs do Internet, e como sempre, por último aqui, no Presunto.
Escutei muito esse cara em 85, 86… Holy Diver, The Last in Line e Sacared Heart, na minha época pré-Pink Floyd.
Não chega a ser um “top of mind” do rock and roll, mas me diverti pra caramba quando ouvi Holy Diver pelo rádio do carro no GTA Vice City.
Suas capas eram meio mais ou menos, e com um pezinho no brega… não chegavam aos pés das capas feitas pelo Derek Riggs, para o Iron Maiden… isso dava até um post… capas velhas do Iron Maiden…
Vai minha homenagem ao velho Dio.
Obrigado.
Via Fubiz
Sonar from Renaud Hallée on Vimeo.

Meu iPod morreu.
Eu já tinha conhecimento de que os iPods morrem ao atingirem os dois anos de idade, por sua bateria ser inacessível e insubstituível, mas o que eu não sabia que era uma coisa tão repentina, tão sem aviso, como um replicante que chegou à hora de sua morte, e só tem tempo para chorar um pouquinho, falar sobre as lágrimas na chuva (lindo o final daquele filme), soltar o pombinho e tchau… com o iPod, nem isso.
Meu iPod estava funcionando perfeitamente, a sua bateria continuava carregando e durando o mesmo de sempre, o que até me fazia pensar que meu modelo era especial, mas eu desliguei para almoçar, e quando fui ligar de novo para voltar ao trabalho, não ligou mais e fim de papo.
A bateria do meu notebook, por exemplo, assim como a dos meus telefones celulares e da minha Mavica velha, foi tendo diminuido o seu tempo de carga a cada dia, até chegar uma hora que só funcionava quando ligado na tomada… é mesmo, com o iPod, nem ligado na USB ele liga mais, como se tivesse um timer dentro dele que chegou ao fim, como acontecia com os Nexux 6 de Blade Runner.
Não gostei não… ficou com o maior cheiro de “nós da Apple resolvemos que está na hora de você comprar um novo iPod muito mais moderno e com novas maravilhosas funcionalidades”.
Os fashion-nerds que me perdoem, mas meu próximo MP3 Player não vai ser da maçãzinha não, ele vai entrar no meu computador e ser alimentado pelo sistema de arquivos do meu Windows, sem ter que vir com um iTunes de dez toneladas pendurado, que a cada inicialização quer mudar toda a árvore de diretórios do meu PC… e sem falar que a cada vez que a bateria acabava por inteiro eu tinha que formatar o iPod e copiar todas as músicas para dentro dele de novo, o que da primeira vez foi altamente traumatizante, pois eu havia feito “a grande e definitiva playlist”, e achava que nunca mais precisaria modifica-la… tive que fazer isso umas quatro vezes, sai fora.
Adeus, iPod, adeus iTunes.
Steve Jobs que vá complicar a vida lá das nêgas dele.