Mairus Webber

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2009
A morte do meu iPod
Sábado, 8 de Agosto de 2009 - 15:53
Mairus Webber - 443 visitas, 18 comentários

Meu iPod morreu.
Eu já tinha conhecimento de que os iPods morrem ao atingirem os dois anos de idade, por sua bateria ser inacessível e insubstituível, mas o que eu não sabia que era uma coisa tão repentina, tão sem aviso, como um replicante que chegou à hora de sua morte, e só tem tempo para chorar um pouquinho, falar sobre as lágrimas na chuva (lindo o final daquele filme), soltar o pombinho e tchau… com o iPod, nem isso.
Meu iPod estava funcionando perfeitamente, a sua bateria continuava carregando e durando o mesmo de sempre, o que até me fazia pensar que meu modelo era especial, mas eu desliguei para almoçar, e quando fui ligar de novo para voltar ao trabalho, não ligou mais e fim de papo.
A bateria do meu notebook, por exemplo, assim como a dos meus telefones celulares e da minha Mavica velha, foi tendo diminuido o seu tempo de carga a cada dia, até chegar uma hora que só funcionava quando ligado na tomada… é mesmo, com o iPod, nem ligado na USB ele liga mais, como se tivesse um timer dentro dele que chegou ao fim, como acontecia com os Nexux 6 de Blade Runner.
Não gostei não… ficou com o maior cheiro de “nós da Apple resolvemos que está na hora de você comprar um novo iPod muito mais moderno e com novas maravilhosas funcionalidades”.
Os fashion-nerds que me perdoem, mas meu próximo MP3 Player não vai ser da maçãzinha não, ele vai entrar no meu computador e ser alimentado pelo sistema de arquivos do meu Windows, sem ter que vir com um iTunes de dez toneladas pendurado, que a cada inicialização quer mudar toda a árvore de diretórios do meu PC… e sem falar que a cada vez que a bateria acabava por inteiro eu tinha que formatar o iPod e copiar todas as músicas para dentro dele de novo, o que da primeira vez foi altamente traumatizante, pois eu havia feito “a grande e definitiva playlist”, e achava que nunca mais precisaria modifica-la… tive que fazer isso umas quatro vezes, sai fora.
Adeus, iPod, adeus iTunes.
Steve Jobs que vá complicar a vida lá das nêgas dele.

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2009
Esculhambar com o Kiss é mole, difícil é admitir que eles fizeram muita coisa boa
Sexta-feira, 27 de Março de 2009 - 10:43
Mairus Webber - 2,868 visitas, 8 comentários

Foi publicada no dia 25/3/2009, no Globo OnLine, uma matéria engraçadíssima, escrita por Jamari França, que listava um monte de quinquilharias esdrúxulas que são vendidas na loja do site da banda, ítens que vão desde isqueiros, chaveiros e bottons até babadores para nenens, patinhos de borracha infernais do Gene Simmons e até um caixão de defunto que serve, enquanto o dono ainda está vivo, para gelar cerveja.

Eu me diverti muito lendo a matéria, mas ela pinta o Kiss como os maiores mercenários da história do rock.
Até concordo que eles usam e abusam dos produtos promocionais a venda no site, mas tudo bem, afinal, compra quem quer… eu por exemplo, quando era adolescente e fã da banda, faria de tudo para conseguir um patinho de borracha demoníaco com o semblante maligno do Gene Simmons.
O problema é que as pessoas querem levar o comportamento do Kiss a sério, enquanto que os caras são grandissíssimos gozadores… e aquilo é divertido pra caramba, se eu não tivesse gastado uma fortuna para ir com a Roberta no show da melhor banda de todos os tempos, o Radiohead, eu iria cogitar seriamente uma ida no show do Kiss.
Uma pena mesmo eu estar mal de grana e o ingresso ser tão caro, pois eu adoraria assistir a um show do Kiss, com a cara pintada, em sua formação original, com direito a Gene Simmons babando sangue e cuspindo fogo, Paul Stanley quebrando a guitarra, Ace Frehley explodindo a sua por controle remoto e Peter Criss, mais comedido, fazendo um daqueles solos de bateria de dez minutos, e o melhor, se eles tiverem boa vontade, escutando rock and roll da melhor qualidade… sim, pois apesar do que a maioria pensa, Kiss não é só pirotecnia, Rock and Roll All Nite, I Love It Loud e Lick It Up.
Kiss tem uma penca de músicas muito boas de serem ouvidas, sobretudo dos seus primeiro seis discos de estúdio e seus dois irretocáveis primeiros discos ao vivo.
E é com prazer que eu apresento uma breve listinha com alguns pontos relevantes desse material supracitado, que serve para acabar com qualquer preconceito que um bom apreciador de rock and roll possa ter com os reis do merchandising.
É uma contribuição que eu, enquanto autoridade nesse período da banda, me vejo obrigado a dar para os roqueiros desse Brasil.
Kiss (1974) – Disco bom pra caramba, com um rock rasgado da melhor qualidade. Tem faixas simples e alegres como Kissin’ Time e a ótima Let Me Know, as clássicas Cold Gin e Deuce e as épicas e excelentes 100.000 Years e Black Diamond, além da conhecida de qualquer jogador de GTA San Andreas, Strutter.
Hotter Than Hell (1974) – Talvez o meu disco preferido da banda, apresenta um pacote de músicas esquisitas e um tanto depressivas e guitarras sujas e chiadas. Got To Choose abre o disco dando o tom do que vem por aí, na excelente Goin’ Blind, Gene Simmons canta a angústia de um sujeito de 93 anos que namora uma moça de 16, A clássica é Let Me Go, Rock And Roll, é uma das músicas mais alegres e empolgantes da banda, sobretudo na versão extendida com longas conversas de guitarra entre Ace Frehley e Paul Stanley no disco Alive!, primeiro ao vivo da banda, de 1975… Watching You e Strange Ways e Parasite são bons exemplos de músicas tortuosas do álbum, e ainda tem a alegre Mainline, cantada pela bela e rouca voz do baterista Peter Criss.
Dressed To Kill (1975) – O disco abre com a alegre Room Service, merecem destaque as excelentes Ladies In Waiting e C’mon And Love Me, e é desse disco a talvez mais famosa música do Kiss, a “Rock Esperto”, Rock And Roll All Nite.
Este é o último dos primeiros três discos, que forneceram as músicas para o primeiro disco ao vivo que viria em seguida, o imperdível Alive!.
Destroyer (1976) – É considerado por muitos o melhor disco do Kiss, mas eu sinceramente não entendo muito bem essa opinião, talvez seja pelo tom mais elaborado dado pelo famoso produtor Bob Ezrin. O disco abre com a maravilhosa Detroit Rock City, que emenda na boa King Of The Night Time World, depois vem outra excelente, God Of Thunder, só que depois disso para mim o disco acabou, com boa vontade eu viro o lado B para ouvir Peter Criss Cantar Beth ao piano, se estiver em um dia apaixonado, e é só.
Rock And Roll Over (1976) – Na minha opinião, muito melhor que Destroyer, o disco volta ao Rock Rasgado e crú, não tão sujo como Hotter Than Hell mas alegre como Kiss e Dressed To Kill, e apresenta músicas pouco elaboradas e fáceis de serem ouvidas. Destaques para Take Me, Ladies Room, Baby Driver, a excelente Mr. Speed, See You In Your Dreams e Makin’ Love (quase tudo), o disco passa mesmo voando.
A lindíssima balada Hard Luck Woman, acabo de descobrir na Wikipedia, foi composta por Paul Stanley e oferecida ao Rod Stewart, que recusou-se a grava-la, indo parar então no disco do próprio Kiss, na voz do baladeiro oficial, Peter Criss. Excelente disco, talvez o melhor da banda, e também o que tem a capa mais bonita… se você quer ter apenas um disco do Kiss, é possível que esse disco seja Rock And Roll Over.
Love Gun (1977) – É o sexto disco do Kiss, e o último da segunda trilogia, de onde são retiradas as músicas que são apresentadas ao vivo no ótimo Alive II.
A crítica também fala muito bem desse disco, que conta com ótimas faixas, como a título, Love Gun, I Stole Your Love, Christine Sixteen, e a primeira música cantada pelo guitarrista solo Ace Frehley, Shock Me.
Depois de Love Gun, como já foi dito, veio Alive II, que tem um Q de “The Wall” do Kiss, pois depois dele cada membro gravou um disco solo, dando uma idéia de fim de festa, e a coisa deu mesmo uma enfraquecida… mas o dinheiro parece que falou mais alto.
Dynasty (1979) – Nesse disco a banda começou a soltar a franga, entrando firme na onda disco (!!!). O álbum tem as boas I Was Made For Loving You, Sure Know Something e a cover dos Stones, 2,000 Man. Dynasty marca o início de uma fase negra na trajetória da banda, que só voltaria ao rock and roll mais tarde, em 1982, com Creatures Of The Night, mas isso é papo para outro dia…
Se Dynasty já incomodou os fãs por se distanciar do bom e velho rock and roll, com o lançamento de Unmasked (1980), os metaleiros enfiaram o dedo naquele lugar e rasgaram de uma vez, pois o disco, parafraseando Chico Buarque em Bye, Bye, Brasil, “o som é que nem os Bee Gees”, mas apesar disso, é bom pra caramba, com destaque para a fofinha Shandi, e com as outras Is That You, Naked City, Tomorrow e Talk To Me, o disco desce fácil, fácil… só não é rock and roll.
Bem, é isso.
É por conta de tudo isso que escrevi acima que eu tenho um carinho todo especial pela banda “farofa” mais significativa do planeta.
Quem sabe eu não despiroco e ainda compro um ingresso para o show deles na apoteose… duro é pagar 350 pratas.

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2009
Estou começando a acreditar que vou mesmo a um show do Radiohead
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 - 13:59
Mairus Webber - 274 visitas, 4 comentários

Chegaram hoje…
Primeiro mundo!
Dia 20 de março… portões abrem às 16h.
Quem quiser encontrar a mim e a Roberta nessa data é só ir a Apoteose curtir rock and roll de primeira linha.

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2008
Meu ingresso do show do Kraftwerk de 6 de novembro de 2004
Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008 - 17:25
Mairus Webber - 296 visitas, Nenhum comentário

Isso sim pode ser chamado de uma iguaria.
Achei no fundo de uma gaveta e pensei “já sei onde é o melhor lugar para guarda-lo”.
Aí está.
Foi um show e tanto… tirando a parte de eles terem trocado o nome da música “Radioactivity” para “Stop Radioactivity” e a terem enfarofado completamente, foi uma noite civilizadíssima.
Na verdade eu senti falta do Kraftwerk “roots“, mas valeu pra caramba.

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2008
Shows do Radiohead no Brasil serão abertos pelo Kraftwerk
Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008 - 15:19
Mairus Webber - 180 visitas, Nenhum comentário

É bom demais para ser verdade.
Como se não bastasse ter a oportunidade de assistir a um show da mais prodigiosa banda do universo, o Radiohead, o evento vai ser aberto por nada menos que a mais prodigiosa banda do universo, o Kraftwerk.
Não sei de quem é a honra maior, se do Kraftwerk, que abrirá um show do Radiohead, ou se da própria banda de Thom Yorke, que terá o tapete vermelho estendido pelos alemães que inventaram a música digital industrial construtivista.
Que noite!
Quem viver, verá.

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2008
Além do Floyd…
Sábado, 6 de Dezembro de 2008 - 19:45
Johnny - 670 visitas, 11 comentários

Os Fãs do Pink Floyd se dividiram no momento que eles se separaram.
Ou mesmo quando Roger Waters resolveu falar de seus grilos existenciais no The Wall.
Teve alguns que também não gostaram do Animals.
E o Wish You Were Here foi quase o último disco deles.
Quando o Pink Floyd acabou depois do Final Cut em 83, david Gilmour ficou tocando com várias bandas, e tentou até fazer uma carreira solo, mas não rolou.
Decidiu então voltar com o Floyd sem Waters, que não gostou da idéia.
Rolou uma briga na justiça, e Waters perdeu.
Muitos fãs do Pink Floyd detestaram A Momentary Lapse Of Reason.
Chamaram de Farofloyd.
Por outro lado, Roger Waters continuava a escrever músicas, e lançou Radio Kaos ao mesmo tempo que David Gilmour fazia uma turne com Nick Mason e Rick Wright com o nome Pink Floyd.
Tem uma história que Roger Waters estava num avião e lhe perguntaram quem ele era.
Do Pink Floyd? A banda que está afazendo o maior sucesso com aquela música On The Turning Away? (Faixa do Momentary Lapse Of Reason)
Imaginem a cara do Roger Waters…
Realmente, poucas pessoas se ligaram no trabalho solo de Waters.
Mas para quem se amarra em tudo do Floyd, e seguiu os passos dos ex integrantes, inclusive o do Roger Waters, vale apena se ligar no último CD do David Gilmour, lançado em setembro de 2008- Live in Gdansk.
Gilmour toca várias músicas do Floyd inclusive Echoes.
Também em Shine On You Crazy Diamond, foi convidado um músico para tocar taças de cristal.
O Floyd já havia feito isso anteriormente nas primeiras turnes de 1975.
O som é fantastico!
No DVD David Gilmour in Concert, alias, no Remember That Night – Live at the Royal Albert Hall, de 2007, da turne do seu disco solo “On An Island” de 2006, aparece uma cena em que ele encontra um músico tirando um som de umas Taças de Vinho na rua em Veneza, e o convida para tocar no show dele à noite.

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2008
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2008
E O Sonho, Acabou?
Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008 - 20:08
Johnny - 628 visitas, 2 comentários

8 de Dezembro de 1980.
John Lennon tinha acabado de lançar o album Double Fantasy, após ficar com a Guitarra atrás da cama por 5 anos, se dedicando ao seu filho Sean e sua esposa Yoko.
Foi então que quando estava chegando em seu apartamento, um sujeito que o aguardava hora na porta do prédio, o chamou.
Chegou junto do cara, pensando se tratar de algum fã, e acabou levando vários tiros.
Mas, como assim?
Mark David Chapman disse depois que era fã de Lennon, mas não gostou do Double Fantasy, por isso, resolveu acabar com a raça do dele.
Pois é, assim foi que o sonho acabou.
Ou começou?
Quando Lennon se ligou que era hora de voltar a cantar para o mundo, deram um jeito de calar a boca dele pra sempre.
Mas felizmente ele gravou alguns discos pra gente lembrar que sonho foi aquele.
Segunda feira, 8 de dezembro de 2008.
28 anos se passaram.
Quantas pessoas hoje conhecem as musicas de John Lennon?
E os Beatles?
E quem viveu a época dos Beatles, e ainda ouve as musicas deles hoje em dia?
Nunca é tarde para lembrar!
Ou para conhecer!
Além de que, recordar é viver, então vamos lá!
Se você está lendo isso agora, logo tem internet, então pode baixar, ou mesmo comprar algum CD do Lennon.
Os CDs de hoje tem uns encartes com várias fotos legais e letras que não saíram nos LPs.
Seu primeiro album lançado em 1970, tem a capa com um a foto dele com a Yoko encostados numa árvore. Muito bom.
Mother; Isolation; Working Class Hero; Remember; Love; God; Todas ótimas.
Depois veio Imagine; Crippled Inside; Jealous Guy; I Don’ Want To Be A Soldier… Todas ótimas.
Mind Games- 1973. Excelente.
Walls & Bridges- 1974 Espetacular.
Double Fantasy-1980 Esse, divide a galera por causa das músicas da Yoko intercaladas com a dele, que são todas ótimas.
O ideal mesmo é ouvir os discos de vinil.
O Baixo do Klauss Voorman em Imagine e Walls & Bridges é perfeito, e em CD, ouve-se apenas uma lembrança.
Um Bom Dia pra você!

Update: Além de Klaus Voormann no baixo, Alan White na batera arrebenta em “Gimme Some Truth” do album Imagine.
George Harrison na Guitarra, perfeito.
Sonzão.
Em Imagine, Lennon ja estava mais tranquilo e menos revoltado, e iniciou sua era utópica.
Depois do Lennon/Plastic Ono band, em que ele disse que não acreditava em mais nada, só nele e na Yoko, pensou um pouco e achou que talvez o sonho ainda não tivesse acabado, e compôs Imagine.
Depois em Mind Games continuava a compor músicas revolucionárias.
Em 1975, o governo dos estados unidos resolveu deixar ele viver lá, e talvez ele tenha achado que devia ficar na dele por um tempo.
E quando mal voltou a aparecer, pow!
Tem algo estranho nessa história…
Update 2: Quando resolveram acabar com Lennon, sabiam que depois de 10, 15, 20 anos, a galera nem ia se ligar mais nele.
Iriam chama-lo de “Old”.
John Lennon? Quem é?
Quando ele estava vivo, em seu último ano de vida, a galera também não se ligava muito nele.
Logo depois que ele morreu, todo mundo tinha uma camisa com a foto de Lennon.
Mas o tempo foi passando, passando… Saturno quase completou uma volta no sistema solar, e cadê que rola uma música do Lennon no rádio?
Como teria sido a década seguinte, se ele tivesse continuado vivo?
Será que os Beatles voltariam a tocar novamente?
Talvez soubessem que o mundo não seria mais o mesmo com ele vivo.
Talvez ele resolvesse voltar a ativa e dar mais uma chance a paz.
Interessante que Lennon parou de gravar e ficou fora dos shows, ao mesmo tempo que assumiu o presidente Jimmy Carter.
Foi a época que ganhou a cidadania americana.
Ronald Reagan ganhou a eleição em 80, e Lennon reapareceu exatamente nessa hora.
Sumiram com ele logo depois.
Nixon fez de tudo pra extraditar Lennon dos EUA.
Update 3: Ainda tem o Shaved Fish!
Uma especie de coletânea que tem alguns singles como Happy Xmas, give Peace a chance, Woman is the nigger of the world, Instant Karma, entre outras, Mind games, Mother…
Esse disco é imprescindível para a discografia de Lennon!
Update 4: Depois do além do Floyd, esse post deveria ter se chamado: Além dos Beatles…
Pois é, depois dos Beatles, além de Lennon & Plastic Ono Band, teve “Two Virgins”; que é um disco raríssimo, que só deve existir nas mãos de colecionadores fissuradíssimos e em dicografia.
Também foi um disco super polêmico na época, pois Lennon e Yoko, aparecem pelados na capa.
Depois teve ainda um tal de “Sometimes in New York City”, no qual Yoko aparece com aquelas músicas exóticas que nem John Lennon aturava.
Em 1969, rolou um show no Canada com vários artistas; Eric Clapton, Chuck Barry… E Johnn Lennon apareceu no final. Começou cantando umas músicas dos Beatles até que em “Yer Blues”, Yoko sai de baixo de um lençou e começa a estragar a música fazendo uns vocais nada haver. Johnn Lennon ficou bolado e desistiu de tocar, deixando Yoko desenvolver sua performance com a banda.
Clapton ficou fazendo umas doideras com a guitarra, e cada um fazendo um solo doido de acordo com os vocais de Yoko.
Então Lennon chega no ouvido de Yoko e deve dizer pra ela; “Acho que já chega, Yoko, tá na hora de ir embora”, Yoko vira assim pra Johnn e diz, Ok, já vou parar; e continua a gritar.
Então John vai lá em Yoko umas cinco vezes falar pra ela sair fora, mas ela nem tá aí, e continua.
Depois de um tempo, Clapton se cansa e larga a guitarra ao lado do amplificador rolando a maior microfonia, a banda se reune com Lennon pra uma conversinha e deixam Yoko lá nos vocaisssss…
Bizarro. Deve ter sido por causa desses devaneios de Yoko naquela época que a galera ficou bolada com ela, principalmente Paul McCartney.
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Mairus Webber Comunicação Visual 1990-2008