Fica mais fácil entender o sucesso do Abba após dar uma passada de olhos nesse escrete de ouro de bandas suecas dos anos 60/70.
Dêem só uma sacada no naipe da rapaziada.
Fonte: Omodern.










Nos meados dos anos 80, eu flertei com o Rock and Roll, chegando a ser baterista de uma banda de Rock, o “Gelo Quente”, composta por Rodrigo Rangel nos vocais, Pelí na guitarra base e Guilherme na guitarra solo (não tinha baixista).
Cheguei a participar de alguns ensaios da banda no apartamento do Pelí, onde eram realizados, mas logo fui afastado por bater muito forte no prato da bateria do irmão do pelí, cedida por ele para os ensaios da banda, além de esfarelar as baquetas do menino por fazer a base “caixa-contra-tempo” com as mãos invertidas.
O odioso Jakes Daniels, que assumiu as baquetas após o meu afastamento da banda, mostrou-se um baterista mais completo do que eu, apesar de eu preferir o meu estilo mais… “ramônico”, digamos.
Mas minha contribuição para o Rock dos anos 80 fui muito maior do que a breve passagem pela bateria do Gelo quente.
“Badalhoca” é uma música de minha autoria, que foi executada em vários saraus pelo Rio de Janeiro a fora, como Festicap, Fesói e São Vicente, além de ter sua letra publicada na Forja, o jornal do Grêmio do Cap-UFRJ.
É possível que ainda exista um exemplar da nossa fita demo, com os quatro primeiros sucessos… Badalhoca e mais três.
Até hoje me vêm lágrimas aos olhos quando me lembro desses versos sendo proclamados debaixo da lona sagrada do Circo Voador, para o delírio da multidão…

Se você gosta de rap e de David Bowie, imagino que irá gostar desse disco.
Nada tenho contra Rap, mas também não posso dizer que me toque o coração, mas do David Bowie, sou fã de carteirinha.
Me pareceu um experimento bem bacana o que eles chamaram de “Glam-Hop”.
11 rappers homenageando o velho e querido Bowie com uma releitura do seu masterpiece “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars“.
O disco completo pode ser baixado aqui.
Obrigado pela dica, Ticha.
Diretamente colado do blog dos Boechat, o Telescópica.
Eu comecei a ver, e pensei “hmmm… mais uma versão de Shine On You Crazy Diamond… vamos que bosta que fizeram desta vez…”.
Só que é sensacional.
Valeu, Leo.





Seu nome de batismo era Jesus Christ Allin, seu pai era fanático religioso e batizou-o desta forma por crer tratar-se do novo messias.
Em sua casa não haviam aparelhos eletricos e não se podia conversar após as sete da noite, seguindo as crenças religiosas do pai de GG.
Seu irmaozinho não sabia pronunciar seu nome corretamente, abreviando para “Jeje”, que acabaria por ser seu nome artístico, GG.
Nos últimos anos de vida, GG Allin declarou que sua infância complicada não tinha nenhuma relação com o comportamento bizarro que assumia no palco e fora dele.
GG Allin morreu em 1993, quando tinha 36 anos, de overdose de heroina.
Depois de ter atingida a sua maturidade artística, se é que se pode chamar desta forma, seus shows não duravam mais do que dez minutos, que era o tempo para ele sair na porrada com alguém da plateia, ou de a energia ser cortada a mando do dono dos equipamentos.
GG já entrava no palco pelado, onde defecava, comendo em seguida as suas fezes e atirando-as na platéia, cortava-se com garrafas quebradas e por vezes descia do palco coberto de sangue e merda para perseguir e engalfinhar-se com seu público.
GG costumava enriquecer estas performances executando-as com o microfone enfiado no cu.
GG tocou com várias bandas diferentes, com destaque para os “Murder Junkies”, e suas músicas tinham títulos intuitivos, como “Drink, Fight and Fuck”, “I Wanna Piss on You” e “Legalize Murder”.
Certa vez GG marcou a data do show em que se suicidaria no palco, mas talvez por sorte, passou a data marcada na cadeia.
Seu último show acabou no meio da segunda música, quando o dono dos equipamentos desligou a energia e mandou retira-los para que não fossem destruidos por GG.
GG Allin saiu então passeando pelas rua de Nova Iorque nu e coberto com sangue e fezes.
Terminou a noite em um apartamento de um amigo, onde tomou sua dose fatal de heroina.
A festa continuou até de manhã, quando seus amigos/fãs finalmente se deram conta de que GG ainda se encontrava na mesma posição há muito tempo, e quando os médicos chegaram, confirmaram a sua morte.
Com a notícia, teve início a festa macabra que foi o seu velório, onde ao som de punk rock os fãs derramavam uísque na sua boca e colocavam cigarros acesos entre seus lábios.
GG foi enterrado com um headphone nos ouvidos que tocava suas músicas, uma garrafa de Jim Beam, e especula-se que a fotografia em sua mão esquerda seja de sua filha, de quem muito pouco se sabe.
GG Allin se considerava o último verdadeiro roqueiro, e dizia que seu corpo era um templo do rock.
Clique aqui para ver um vídeo de GG Allin, The Murder Junkies e Dee Dee Ramone tocando “Bite It You Scum”.
Fontes: Wikipedia, GG Allin.com e All Music.
Video bacana, com uma apresentação furiosa de Rasaan intercalada com Cage refletindo sobre som, música e pessoas…
Dica do excelente repositório de conteúdos Everyone Forever.
Música clássica com Goran Bregović.