Após longo e tenebroso inverno, não gostaria de voltar ao Presunto com assunto tão palpitante quanto a reforma ortográfica da língua portuguesa, mas não consegui resistir.
Se neguinho já se enrolava com 23 letras, agora com 26 vai ser uma festa! Abaixo, vê-se exemplar de brinquedo que encontrei para as criancinhas já irem aprendendo o novo (an)alfabeto.

“v”, “x”, “y”, “w”, “z”?


Se eu fosse viver de fazer previsões sobre quais serão os browsers preferidos pela população no futuro próximo, eu iria estar em maus lençois, pois há um ano atrás eu estava apostando todas as minhas fichas no Firefox, porém não é o que mostram as estatísticas que o Google Analytics faz sobre os visitantes do meu site.
Segundo meu humilde Google Analytics, no período de 9/7/2007 a 9/10/2007 o IE liderava com 57% dos usuários contra 38,15% do Firefox.
O líder IE era dividido entre as duas versões mais populares, a 6, que liderava massacrantemente, com 73,18% da fatia do IE, ou seja, 41,7126% do total, demonstrando que o pessoal do Windows XP pirata ainda era uma fatia significativa dos visitantes, mas que com a chegada do Windows Vista deveria desmoronar vertiginosamente nos meses que se seguiriam… essa era a minha segunda previsão, e naquela época o IE7 contava com apenas 14,5977% do total de usuários, que era 25,61% do total do IE.
E para o mesmo período de 2008, a fatia do Firefox, em vez de seguir as minhas previsões e aumentar, diminuiu drasticamente para 25,10%, engolida pelo IE, que teve o estrondoso aumento para 71,89%, numeros esses que derrubaram a minha primeira previsão… e a segunda previsão não chegou a ser um fiasco total, mas em vez de o IE6 cair vertiginosamente como eu previa (e torcia), ele ainda continua com 46,32% da fatia do IE, que representa 33,299448% do total dos visitantes, e o aumento do IE7, que reflete o crescimento do Windows Vista, sistema do qual é o browser nativo, conta com a maior parte das visitas da fatia do IE, ou seja, 53,28%, ou seja, 38,302992% do total de visitantes… a parte triste da história é que os desenvolvedores web ainda tem que continuar testando seus sites no desgraçado IE6.
Na verdade até eu contribui para o fracasso da minha previsão para o Firefox, pois eu já abandonei o browser há algumas semanas, trocando-o pelo Google Chrome, pois não aguentava mais esperar por dezenas de segundos ele carregar… o estopim para eu trocar definitivamente foi quando eu descobri que o Firefox demora mais para abrir no meu micro do que o pesadíssimo CorelDraw… Photoshop dá de dez a zero… e o novo browser do Google já aparece em quarto no ranking de visitantes do meu site, com 0,86% dos visitantes, atras ainda do Safari, que marca 1,47%, tendo também sofrido queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando tinha uma fatia de 3,79% das visitas.
Agora resta saber o quanto desse percentual do Google Chrome representa as minhas próprias visitas ao site, feitas do computador do (ex) trabalho.
Bom, já que eu sou bom com as previsões, aqui vai mais uma: Google Chrome vai arrebentar com o IE logo, logo!
Pede pra errar, hein?
Ja fiz um post sobre este assunto chamado Nano, mas parece que o site saiu do ar, aqui um video clássico, que acabo de descobrir ter sido dirigido pelo casal Eames.
Pois é, eu sou um adepto e defensor do WordPress, só que a impressão que eu tenho é que o pessoal da WordPress Corporations acha que eu posso dedicar metade da minha vida para fazer backups do meu banco de dados para em seguida fazer updates no meu sistema, que são quase mensais.
Sou totalmente a favor de eles estarem sempre aprimorando o software deles, que é mesmo melhor a cada versão, e que eu orgulhosamente utilizo para fazer a manutenção do humilde conteúdo deste “Plutão da blogosfera”, que é o Presunto, só que os updates são por demais trabalhosos, exigindo uma enorme dedicação do usuário, pois muitas vezes implica na troca de plugins que deixam de ser compatíveis com a nova versão do WP, etc, etc e etc…
Esta última versão 2.6, por exemplo, eu tentei fazer a migração, primeiro no “Presunto Local”, que roda na minha máquina, mas não conseguia sair da tela de login, o que me obrigou a fazer o downgrade de volta para a versão 2.5… chatão.
Seria lindo se o upgrade do WordPress se desse com um singelo clique no “Please update now”, como ocorre com o acrobat e o flash player… em breve tentarei fazer novamente a migração para o 2.6… já vou me preparando psicologicamente, pois sei que serão horas e horas de bisturis e luvas cirúrgicas com o blog com as tripas para fora… as vezes eu penso em esperar logo pela 2.7, mas a mensagem do “please update” no topo da tela toda vez que eu me logo me incomoda profundamente… ou estarei eu sendo por demais chato? preguiçoso? exagerado? ingnorante? (…)
Eu já estava ficando preocupado, mas a Grisoft enfim disponibilizou a nova versão “free” do AVG.
Vasculhei o site da Grisoft, mas não encontrei nada… só fui encontrar pelo São Google.
Deve estar em algum lugar no site oficial do fabricante, como sempre muito bem escondido… desta vez eles devem ter escondido tão bem que eu não consegui achar.
Baixei o meu nesse link aqui.
Instalei por aqui e parece ser mesmo o bom e velho anti-virus das multidões.
Espero que seja útil.

Outro dia estava eu passeando no paraíso do consumo Nerd, o Edifício Avenida Central, no Centro da Galáxia, e resolvi comprar um NoBreak, ítem muito útil para pessoas que como eu moram em lugares “fim de mundo”, onde a luz pisca com freqüência, e já estão de saco cheio de perder o trabalho por que não salvaram e a luz piscou.
Fui em uma das minhas lojas preferidas e o vendedor me indicou este cara aí da foto, que inclusive estava na promoção… cento e tantas pratas por quinze minutos de computador ligado depois que a energia acabar, comprei.
“Agora serei uma pessoa mais feliz, quando a luz faltar eu vou dar gargalhadas enlouquecidas.”
Cheguei em casa, li o manual, instalei o bagulho, tudo lindo.
“Agora estou seguro.”
Hoje de manhã estava eu computando quando a luz apagou, e eu enfim tive a oportunidade de constatar que aqueles quinze minutos que são mencionados no manual não são bem quinze minutos, são na verdade um pouco menos… para ser mais preciso, três segundos.
Cronometrados.
E depois desses três segundos, quando apaga tudo e o seu trabalho vai pra casa do cacete, o NoBreak começa a apitar feito um desgraçado… talvez seja por isso que ele só dure três segundos, para poder guardar energia suficiente para apitar a plenos pulmões, avisando que seu trabalho foi perdido… e não adianta tirar da tomada que ele continua apitando.
Conclusão, se você consegue salvar seus trabalhos e desligar seu equipamento em menos de três segundos, este NoBreak foi feito para você… eu infelizmente demorei um pouco mais do que isso.
O título deste post fala sobre o meu NoBreak ter mostrado enfim o seu valor.
Mostrou mesmo.
Eu não o troco por um saco cheio de merda, pois apesar de o seu apito doer nos tímpanos, pelo menos ele não fede.
É isso ai mesmo! O South Park Studios liberou geral TODOS os episódios no seu site. Tem de quebra um AVATAR Studio novo e oficial. Enjoy!!!