Eu estava ainda há pouco lendo um blog no Internet, escrevi um comentariozinho e notei que algumas palavras em meu comentário viraram links.
Fiquei indignado!
Que história é essa de colocar links em meu comentário?
Nos comentários que recebo em meu blog, eu não corrijo sequer os erros de português, justamente por considerar um desrespeito alterar algo que foi escrito por uma pessoa que está interessada em colaborar.
O comentário é uma área exclusivamente do comentarista, cabe a mim aprova-lo ou não, e mais nada.
A opinião do comentarista é soberana.
Monetização tem limite.
O Presunto é um blog comunista bolchevique do kolkhoz.
Aqui você pode comentar a vontade, por que a área que seu comentário ocupa na tela será respeitada como se fosse a sua própria casa.
Aqui ninguém gruda adesivos nas suas costas sem você saber.
Ali na Rua Luis de Camões, pertinho da praça Tiradentes, existe um comércio muito interessante. Bares populares, lojas de 1,99, aparelhos de som usados, enfim uma mistura muito pitoresca. Eu recomendo a visita, de preferência em uma quinta feira a tarde para pegar o Bar do Chapéu em sua potência máxima.
Ali no meio, tem uma lojinha, que além de multímetros, ferros de solda e agulhas de vitrola, tem uma promoção imperdível. Por apenas 60 centavos o caro leitor poderá adquirir uma caixa, no plástico original, com 10 diskettes Maxell FD 1 de 8 polegadas, made in Japan.

As caixas estão lacradas e contém ar japonês de mais de 30 anos atrás. Os diskettes são single sided, mas se o usuário for macaco velho, sabe que basta recortar um quadradinho para poder usar o outro lado também.

Cada diskette armazena 128 k, ou 256k se for recortado. O pen drive que eu coloquei para servir de escala tem 2 gb ou 16.384 vezes o tamanho do bicho.

Vem com um kit de etiquetas coloridas, um total de 30 etiquetas de 5 cores, 3 vezes mais do que o número de diskettes, o que demonstra a rotatividade esperada.
Aproveite, não perca sua chance, o estoque é limitado. Tem menos de 500 caixas ainda!!!
Incrível série de videos com um making of mixado com o nosso querido Star Wars. Claquetes, vozes saindo dos capacetes e tal…
Caviar para fãs. Não deve durar no tubo…
Dica do Mike Linch Cartoons
Desculpem o trocadalho… Mas não pude perder a piada.
Pincel que redefine o conceito de brocha desenvolvido por Kimiko Ryokai, Stefan Martin e Hiroshi Ishii. Dica do Updaters…

Lá fui eu para a “Desconferência“, o Barcamp Rio, que se realizou no domingo último nas belíssimas e luxuosas instalações da Universidade Católica.
O evento foi muito bem organizado, com belas moças na recepção conferindo os nomes, distribuindo crachás, camisetas, passagens de metrô para um monte de homens que adorariam saber o que fazer com elas (a piada não é minha, porém irresistível)…
Lá dentro uma mesa com um delicioso café da manhã, agüinha, varandas, muita gente simpática, sorrisos… apesar do percentual de participantes ser de chutados 90% de pessoas do sexo masculino, o ambiente era extremamente aconchegante e mesmo um peixe fora d’água como eu, que devia ser o único designer por lá, me senti muito a vontade.
Ainda bem que não levei, como havia cogitado, meu notebook “Toshibão” com meu cabo de rede de 20 metros para lá, pois iriam me botar em uma jaula junto com o homem de 1996 do South Park… o que compensava a rarefeita presença feminina eram as lindas maquininhas em que os participantes twittavam, blogavam, flickavam enfurecidamente.
Ao saber quais seriam os temas abordados foi que me dei conta de que não eram muito da minha praia, pois enquanto meus interesses iam do Design ao WordPress, passando pela usabilidade e CSS, a maioria do pessoal era de jornalistas e marqueteiros.
Mas valeu a pena por ter conhecido personalidades ilustres da blogosfera.
Já que não entendo nada de marketing nem de jornalismo, sigo falando do que eu entendo.
A logo do evento.
Os arcos da lapa dentro do cometinha.
Os arcos da lapa representando o Rio de Janeiro, dentro do cometinha, que é a identidade de todos os barcamps.
Apesar de uns defeitinhos de execução, o resultado ficou bacana, a composição, cores… mas meu problema é com a escolha dos arcos da Lapa como ícone.
Se o evento fosse na Lapa, tudo bem.
Eu sou morador de Santa Teresa, fiz faculdade na Lapa, e sou louco pelos arcos, mas não acho que tenham força suficiente para representar a cidade.
A proposta original, segundo o que me disse CrisDias, usava o batido pão de açucar, que apesar de ser mesmo batido, no meu ver, representa melhor a cidade do Rio de Janeiro do que os arcos.
Já que é para fugir do pão de açúcar, imagino que seja para fugir do Cristo também… deixa eu ver se tento alguma coisa…

Alternativa #1: Calçadão de Copacabana
Foi a primeira idéia que me ocorreu para fugir do Pão de Açucar e do Cristo Redentor.
O calçadão de Copa é clássico e bem icônico, me pareceu uma boa alternativa, mas o resultado final não ficou tão legal quanto eu esperava, pois tive que fazer tudo em tons de cinza, e tona de cinza nada tem a ver com Rio de Janeiro.

Alternativa #2: Ilhas Cagarras
Este foi o que eu mais gostei como composição, mas os problemas são que as Ilhas Cagarras, apesar de serem velhas amigas de qualquer frequentador das praias da zona sul do Rio, não devem ser tão conhecidas para quem não é daqui… e depois, o desenho pode se referir a quaisquer ilhas… de qualquer forma tá valendo.
São as nossas Ilhas Cagarras e ninguém tasca.
E ficou uma gracinha, pode falar.

Alternativa #3: O que o povo gosta
Praia, céu azul, biquinis-defuntos… é a Cidade Maravilhosa.
Faltou fazer um com umas AR-15s.
Muito maneiro.
Dica do Cristiano.
Passe horas, dias inteiros fazendo etiquetas de fitas de Atari.
Nunca me diverti tanto em toda a minha vida.
http://www.labelmaker2600.com
