Queria fazer um que fosse pelo menos de uma hora, mas o Photoshop não me deixou setar o tempo de cada frame da gif animada para 600 segundos, então o cronômetro zera depois de dez minutos mesmo… também ninguém ia aguentar tanto tempo…






após alguns testes descobri que o F5 não resolve os problemas referentes à sincronicidade… mais uma idéia genial que fracassa… foi por pouco!
Os puristas vão se rasgar todos, mas o futuro chegou.
A versão simplificada do Yam, o popular “General” foi agraciado pela inclusão digital.
Depois de muitas cervejas o Excel mostra-se muito útil na hora de totalizar as pontuações… o problema é quando ela derrama no teclado… mas vida de babaca é uma coisa complexa mesmo.
A nova versão do ópio do povo.
Agora de analógico só sobraram os dadinhos.
Mão na roda.

Antigamente era assim… Romântico… o mundo moderno não tem mais espaço para essa bagunça.


Qualquer dúvida, deixe um comentário que eu explico com prazer… mas a idéia é que não haja nenhuma.












O MairusWebber, site “pai” do Presunto, este blog que vos fala, entrou em 2009 com novidades bastante significativas no que diz respeito à navegação em sua principal seção, motivo de existência do site, a “Portfólio“.
As três subseções que vigoraram até o final do ano passado, que eram “Na Tela”, “No Papel” e “Na Esdi”, viraram oito, objetivando organizar melhor o conteúdo e assim tornar mais eficiente a sua apresentação ao visitante.
As oito novas seções são “Sites“, onde são apresentados apenas trabalhos nesse campo em que minha participação tenha se limitado ao projeto gráfico e à codificação HTML e CSS; “Blogs“, que contém tudo o que foi feito para ser atualizado com ferramentas de gerenciamento de conteúdo, na esmagadora maioria, o WordPress… esta seção apresenta trabalhos que tenham sua parte dinâmica codificada por mim, sendo que as suas identidades visuais vão desde projetos gráficos 100% de minha autoria, passando por adaptações de layouts esboçados por clientes, ou a adaptação para WordPress de arquivos em PSD que continham os mais minuciosos detalhes da diagramação, casos em que restou para mim apenas o trabalho “braçal” de recortar as imagens e em seguida codificar o HTML/CSS e a posterior criação do respectivo tema de WordPress; “Logos“, onde são apresentados todos os logotipos que foram por mim desenvolvidos, a novíssima “Material Eleitoral“, que exibe trabalhos exclusivamente voltados para este mercado; “Interfaces de Sistemas“, que apresenta os protótipos de interface mais significativos que eu projetei durante o tempo em que trabalhei na falecida “Fábrica de Softwares”, Interconnection; “Peças Gráficas“, que é um desmembramento da antiga “no papel”, só que sem as logos, que também ganharam sua seção exclusiva; “Instalações Web“, que mostra brincadeiras que se aproveitam dos recursos da mídia Web, e a boa e velha “Esdi“, que mostra todos os trabalhos que eu consegui resgatar da época em que eu fiz a faculdade de Desenho Industrial na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Além de redividir o site em novas seções, uma mudança importantíssima, na verdade a mais importante de todas, foi a total reformulação da navegação interna da seção do Portfólio, substituindo aquela antiga e pouco intuitiva lista de links por uma grade de thumbnails, que permitem uma visualização muito mais eficiente do conteúdo a ser visitado… para evitar a poluição, a página principal de “Portfólio” passou a apresentar apenas cinco dos mais significativos trabalhos das cinco seções mais importantes, e no caso de o visitante ter o interesse de ver os conteúdos completos, poderá acessá-lo pelo link logo abaixo dos thumbs.
As antigas “bolinhas” que povoavam a página principal do Portfólio e que foram substituídas pelos novos thumbs, foram reaproveitadas na capa do site, substituindo os selos “HTML”, “ESDI”, “CSS” e “WordPress”, que lá moravam, só que desta vez de uma forma mais dinâmica e divertida, com a volta do velho randomizer, que me foi presenteado pelo Rodrigo Cabral, e usado nas capas do site nas versões 5 e 6.
Desta vez, em vez de só 4 ou 5 objetos que randomizam, são nada menos que 25 bolinhas, que são sorteadas no carregamento da página, mostrando detalhes de todos os trabalhos apresentados, e com links diretos para eles, tornando praticamente impossível que a capa do site seja carregada duas vezes da mesma forma.
Todas estas modificações foram feitas para que o site ganhe em solidez, praticidade e transparência na informação, atributos que tanto persigo nos trabalhos que realizo, e tornaram o MairusWebber um site completo como nunca foi (e nem poderia deixar de ser), e preparado para tornar as visitas cada vez mais confortáveis e eficientes.
MairusWebber: pronto para 2009.
Seja bem-vindo, e se por acaso precisar de algum trabalho de design, chame um Designer.
Depois de encerrar a desastrosa parceria com o Technorati, famoso ranqueador universal de blogs, que assinala valores da casa dos cinco dígitos em blogs de respeito como o Brainstorm#9 ou o CrisDias, o Presunto, maior blog do universo, após uma árdua escalada até “16″ e depois sofrer humilhante descendente até a singular classificação de “1″, resolveu mudar de organismo ranqueador.

Antes que a dignidade deste respeitável e sério veículo chegasse a total nulidade, sua administração tratou de cortar qualquer relação com a Technorati, cujos critérios obscuros fogem totalmente aos nossos interesses.
Para compensar a perda e não deixar os leitores carentes de estatísticas, a Presunto Corporation associou-se a uma entidade muito mais adequada à ordem de grandeza de sua popularidade, a Merdorati.
Um novo widget fornecido pelo órgão foi incorporado à sidebar do blog, por onde seus rarefeitos leitores poderão acompanhar em tempo real o grau de desgosto, insatisfação, desprezo e reprovação que está causando nos leitores naquele exato momento, uma ferramenta verdadeiramente preciosa.
Esta é uma ocasião solene, que marca uma parceria que promete grande longevidade, entre estas duas entidades, que tão bem se complementam que parece que foram feitas uma para a outra.
Se tiver interesse em colocar o Widget do Merdorati no seu blog, deixe um comentário, que darei as coordenadas com todo o prazer.
Entre você também para a comunidade Merdorati.
Hans, seu sonho virou realidade.
Para você leitor, que não aguentava mais de ansiedade pelas novas séries do super trunfo enhanced de aviões comerciais, aqui vão elas.
C1 – Douglas DC-3;
C2 – Lockheed L-188 Electra;
C3 – Embraer EMB 120 Brasilia;
C4 – Embraer ERJ 145;
D1 – Hawker Siddeley HS-121 Trident;
D2 – Fokker 50;
D3 – Embraer EMB 110 Bandeirante;
D4 – Fokker 100.
Clique aqui para ver as séries A e B.








Em outubro de 2005 eu resolvi produzir um baralho de Super Trunfo de aviões comerciais, que fosse mais completo do que o “Jatos Comerciais” original, que por sinal, é sensacional, tendo como aviões mais modernos os fabricados no final dos anos 60, início dos 70… enfim, só aviões clássicos.
É uma aula de aviação comercial daquela época, época do jato puro, dos aviões de barriga prateada, turbinas barulhentas e fumacentas… muitos dos aviões que voavam naquela época tem hoje severas restrições para operar em vários países, devido ao alto nível de ruído que produzem.
Meu Super Trunfo foi feito para nunca ser jogado, até por que é um jogo para qualquer adulto com mais de 11 anos achar chato pra caramba… o legal são as fichinhas com os dados dos aviões, que permitem comparações rápidas, e informações diretas, perfeitas para proporcionar boas blefadas em churrascos e conversas de botequim.
Ao criar meu baralho, fui supercriterioso na escolha das fotos, todas baixadas do Airliners.net, dando sempre preferência a fotos de aviões no chão, de modo que as asas não ocultassem informações das suas pinturas, e sempre procurando por fotos em que o avião mostrasse o máximo dos seus detalhes… e quanto às informações, foram pesquisadas exaustivamente em sites especializados sobre cada aeronave, na Wikipedia e na própria seção de dados e história dos aviões do Airliners.
O baralho será muito maior do que um Super Trunfo comum, que só vai até a letra “H”, enquanto que o meu já está na “N”, e ainda falta entrar um monte de aviões… vai até a “Z” mole… e trata de aviões de épocas que vão desde os anos 30, com DC-3 e Junkers JU 52, até os anos que ainda nem chegaram, com seus Boeing 787 e Airbus A350… de aviões que vão desde “teco-tecos” como o Cessna 172 ou o Piper Cherokee até supersônicos como o Concorde e o Tupolev TU-144, ou ainda gigantes, como o Airbus A380 e o Antonov 225 Mriya.
Uma “trapaceada” que eu dei em relação ao baralho original foi de fazer a referência não ao país de fabricação do avião, mas do país de origem da companhia aérea que ele veste, já que pelo primeiro critério, meu baralho ia ficar cheio de bandeirinhas dos Estados Unidos o que iria me deixar profundamente aborrecido.
Debaixo de cada foto é exibida a informação do período em que o avião foi fabricado, e como informações para o jogo, temos Velocidade de Cruzeiro, que é a velocidade com que o avião viaja em condições normais; Autonomia, que é quantos quilômetros o avião percorre sem ter que abastecer; Potência; Comprimento, Envergadura e Peso Máximo para Decolagem.
No caso do ítem “Potencia”, existem três unidades diferentes, uma para cada tipo de motor: Libras (lb) para motores a jato; SHP para motores turbohélice e HP para motores a pistão… é bom para criar polêmica durante o jogo, como ocorria com “Marchas: Transmissão Automática” e “Cilindros: Motor Wankel” nos jogos originais.
Aqui vão então as duas primeiras séries de fichas, “A” e “B”, e que tratam de aviões de pequeno percurso:
A1 – Boeing 737-200;
A2 – Bac 1-11;
A3 – Douglas DC-9;
A4 – Airbus A318;
B1 – Boeing 737-700;
B2 – Boeing 727-100;
B3 – Hawker Siddeley HS-748;
B4 – Fokker F28 Fellowship.







